Questões de Concurso
Sobre educação física no ambiente escolar em educação física
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"O ser humano, desde suas origens, produziu________________________. Sua história é uma história de________________________ na medida em que tudo o que faz é parte de um contexto em que se produzem e reproduzem conhecimentos. O conceito de________________________ é aqui entendido, simultaneamente, como produto da sociedade e como processo dinâmico que vai constituindo e transformando a coletividade à qual os indivíduos pertencem, antecedendo-os e transcendendo-os."
I. Nessa abordagem, a função da educação física é possibilitar que o comportamento seja desenvolvido, ocorrendo a partir das experiências de movimento da criança dentro de uma faixa etária adequada. II. Busca desenvolver fatores como a noção de corpo, tonicidade, equilíbrio, estrutura espaço-temporal, lateralidade, coordenação motora global e coordenação fina.
As afirmações acima se referem a:
Ações pedagógicas pautadas no ensino da ginástica beneficiam as crianças e jovens de diferentes formas. Como exemplo:
I. Além de promover uma melhor consciência corporal, por meio da ginástica, grande parte das habilidades motoras fundamentais de locomoção (saltitar, salto horizontal e vertical), estabilização (equilíbrio num pé só, apoio invertido) e manipulação (lançamentos diversos) são desenvolvidas.
II. A prática serve tanto para a especialização dos gestos motores característicos das ginásticas quanto para grande parte das atividades de vida diária. Além disso, as capacidades motoras como força, flexibilidade e resistência muscular são também aprimoradas.
III. A ginástica pode ser um meio muito eficaz de auxiliar as pessoas a movimentar seus corpos de maneira eficiente e segura, incentivando-as a manterem-se ativas ao longo da vida.
IV. A ginástica auxilia no treino de capacidades motoras coordenativas como força e flexibilidade.
V. O treino da ginástica favorece o estímulo às capacidades motoras condicionantes como ritmo, equilíbrio e velocidade.
Diante do exposto, pode-se afirmar que são benefícios da prática da ginástica:
Mattos e Neira (2007) afirmam que o construtivismo é uma teoria da área da Psicologia do Desenvolvimento e da Epistemologia, e que como todo o conhecimento deve ser entendido nos limites de sua própria área, pois a noção de construção de conhecimento inicia na relação professor/ aluno e é mediada pelo conhecimento, ou seja, é o conhecimento que cria e regula as ações e interações entre indivíduos envolvidos na atividade de ensino e de aprendizagem. MATTOS, M. G. NEIRA, M. G. Educação Física infantil: inter-relações movimento escrita. 2 edição revisada e ampliada. Phorte Editora. 2007. Assim, pode-se afirmar que:
I. Ensinar não é transferir conteúdos, mas desenvolver as formas possíveis de ação para a elaboração deste conteúdo.
II. O professor precisa identificar o nível de desenvolvimento do educando para intervir neste processo de maneira a não desmerecer o que a criança já fez ou sabe, nem proporcionar ações que a impossibilite de estabelecer ligações e, portanto, aprender.
III. Apoiar-se na atividade espontânea do educando na qual ele expressa o conhecimento do cotidiano deve estar presente no conhecimento formal, embora não o constituirá por si apenas.
IV. Durante a ação do ensinar, é importante trazer ao educando elementos que lhe permitam olhar e compreender seu próprio percurso de construção de conhecimento, ou seja, refletir sobre sua própria ação de aprender.
V. Durante o ato de ensinar o professor deve preocupar-se com os conteúdos a serem desenvolvidos na aula, de nada influencia as vivencias e conhecimentos do aluno fora do ambiente escolar, afinal o ensino formal não baseia-se em experiências não formais.
Assinale a alternativa correta:
(LIBÂNEO, 2013, p. 134).
Nessa citação, o autor traz os objetivos como:
Tendo o texto precedente como referência inicial, assinale a opção que apresenta uma afirmação a respeito do processo de evolução das lutas para práticas esportivas.
As práticas ilustradas nesse circuito são representações de vivências em aulas de educação física das
Uma professora pede aos alunos que se organizem em equipes com seis integrantes cada uma. O espaço permite que os jogos ocorram simultaneamente. Ela organiza os campos de modo que um wicket (garrafa PET ou cone) fique distante aproximadamente 10 metros de outro. Ela usa um giz para demarcar o crease de cada rebatedor. A equipe atacante participa do jogo com dois jogadores de cada vez, os quais ficam de posse de bastões. A equipe defensora deve contar com seis jogadores: dois deles são os lançadores, que se posicionam atrás de cada wicket. Os demais ficam espalhados pelo campo de jogo para a recuperação da bola. Quando os atacantes rebatem uma bola, é possível efetuar a troca de crease, cada qual equivalendo a um ponto. Os defensores podem eliminar os rebatedores: a) quando a bola bater no wicket (não é necessário derrubá-lo); b) quando algum defensor pegar a bola no ar, sem que ela toque o solo, depois da rebatida de um atacante; c) quando a bola acertar o wicket com o adversário fora do seu crease; d) quando a bola acertar a perna do rebatedor ao ser arremessada na direção do wicket.
João Batista Freire. Educação de corpo inteiro. São Paulo: Scipione, 1997. (com adaptações).
Acerca do conhecimento e da função pedagógica do jogo nas aulas de educação física, assinale a opção correta.
Tizuko Kishimoto. O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira, 2002.
Acerca da prática pedagógica da educação física com relação ao brincar, assinale a opção correta.
Brasileiros e futebol têm tido um casamento perfeito, embora as razões de tão bem-sucedida união sejam pouco conhecidas. Somos, como dizem alguns cronistas, “a pátria de chuteiras”. Muitos podem até pensar que inventamos o futebol, tamanha nossa intimidade com a bola. Mas não; foram os ingleses que, de professores, viraram nossos alunos. Num país de tantos insucessos sociais, os êxitos futebolísticos foram tão grandes que tornaram as tentativas de explicação inevitáveis. Para alguns, somos vitoriosos porque Deus é brasileiro; para outros, a explicação é genética. Mesmo que não sirva para esclarecer, basta dar uma volta por aí, pelas areias das praias, pelas quadras de futebol de salão, pelas ruas de terra ou de asfalto, por cada pedacinho de chão onde uma bola possa rolar, que o observador atento descobrirá que o futebol para o brasileiro é uma grande brincadeira.