Questões de Concurso
Sobre bases sócio-históricas da educação física em educação física
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I. Em relação à dimensão metodológica, o autor propõe que os alunos passem por um processo chamado de “transcendência de limites”, que por sua vez é dividido em três momentos: experimentação, aprendizagem e criação.
II. Na etapa de “transcendência de limites pela criação”, o estudante é estimulado a criar situações novas, como a superação de desafios propostos pelo professor e/ou pelo conjunto de alunos. Nessa etapa, deve ocorrer a encenação, em que são colocadas em prática as possibilidades de se movimentar.
III. Os três momentos de “transcendência de limites” são baseados em três categorias: aprendizagem, interação e linguagem.
IV. Só será possível colocar em prática a teoria pedagógica crítico-emancipatória, caso haja uma didática baseada na crítica aos padrões pré-estabelecidos.
V. Os estudantes devem ser instrumentalizados para compreender o esporte para além da prática nos moldes técnico-desportivos, transcendendo os limites da sobrepujança e das comparações objetivas.
Assinale a alternativa que responde CORRETAMENTE à questão acima.
A abordagem crítico-emancipatória contrapõe-se à mecanização do uso do esporte na escola, propondo uma transformação didático-pedagógica que valoriza, além do saber-fazer, o saber-pensar e o saber-sentir.
A esportivização, amplamente difundida no período pós-1964, tinha como pressuposto básico a neutralidade científica, assim como a racionalidade, a eficiência e a produtividade desejadas na sociedade daquela época.
Entre as décadas 50 e 60 do século passado, a educação física brasileira foi influenciada pelo método desportivo generalizado, que enfatiza a competição esportiva e exige que a capacidade do indivíduo seja orientada para uma técnica particular.
Há duas formas de avaliação: a sistemática, que utiliza a observação das experiências motoras externadas; e a assistemática, que utiliza, por exemplo, provas e relatórios; determinando cada uma delas o comportamento final apresentado pelos estudantes.
Na educação física, os processos de avaliação formal (testes físicos) e informal (condutas e comportamentos) são concomitantes no cotidiano escolar e independentes entre si.
No processo de avaliação, deve-se considerar a relação entre os aspectos quantitativos e os qualitativos do desempenho dos indivíduos.
Os estudos de avaliação em educação física enfatizam a importância da comparação dos resultados obtidos a partir de métodos, técnicas e testes avaliativos, de forma que seja possível uma classificação mais justa dos estudantes por meio de notas.
Para atribuir notas aos alunos em educação física, os professores devem utilizar critérios objetivos de avaliação, como a presença do estudante, o uso de trajes adequados à prática esportiva, o grau de interesse e de participação nas aulas e o respeito aos colegas.
Os hebreus dedicavam-se ao cultivo da terra e dos rebanhos e sabiam manejar o arco e a flecha, a espada e a lança, como se demonstra em seus livros sagrados.
Na Idade Média, a atividade física estava relacionada à prática da religiosidade e à estética.
Na Grécia antiga, a valorização das atividades físicas era importante, não como meio de elevação social, mas como opção de ocupação do tempo ocioso dos cidadãos, que podiam praticá-las desde a infância até a velhice.
As principais atividades físicas dos japoneses, na época feudal, eram realizadas principalmente pelos samurais, que praticavam lutas e modalidades como a esgrima.
Muitas práticas desportivas perduram há vários séculos, como certas danças, a caça, a luta, o arco e a flecha, a esgrima de sabre.