Questões de Concurso Comentadas sobre criminologia
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Considerando-se que a criminologia estuda o crime com objetividade, sem avaliação de valor, sem mediação e sem julgamentos, julgue o próximo item.
A prevenção secundária do crime atua sobre a população
carcerária com o objetivo de se evitar a reincidência.
Considerando-se que a criminologia estuda o crime com objetividade, sem avaliação de valor, sem mediação e sem julgamentos, julgue o próximo item.
A ação de se mostrar a um delinquente a pena a que ele se
submeterá, o rigor e a severidade dessa e a suposta eficácia
preventiva do mecanismo intimidatório é abrangida pelo
modelo clássico de reação ao crime.
Considerando-se que a criminologia estuda o crime com objetividade, sem avaliação de valor, sem mediação e sem julgamentos, julgue o próximo item.
Conforme a teoria da associação diferencial de Sutherland,
a conduta criminal não se aprende, já que é suficiente que
o indivíduo viva em um meio criminógeno, onde há
situações frequentemente associadas ao delito, e manifeste
determinados traços de personalidade.
Considerando-se que a criminologia estuda o crime com objetividade, sem avaliação de valor, sem mediação e sem julgamentos, julgue o próximo item.
Pela teoria de interação social, como a do labelling
approach, a atuação da polícia é assimétrica quando
relacionada com os cidadãos, seletiva e estigmatizante.
Em cada país, os grupos de crime organizado costumam receber um nome próprio. O crime organizado italiano e ítalo-americano, por exemplo, recebe o nome de máfia; o japonês, de yakuza; o colombiano e mexicano, de cartel; o russo e ucraniano, de bratva etc. A versão brasileira mais próxima disso são os comandos. Seja qual for, porém, a nacionalidade dessas organizações, elas apresentam sempre as seguintes características criminológicas, com exceção de:
(HUGO, Victor. Os miseráveis. Tradução de Regina Célia de Oliveira, São Paulo: Martin Claret, 2007, p. 104)
O direito das pessoas presas ao chamamento nominal se trata de influência no direito brasileiro da teoria denominada
(DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. Tradução de Heci Regina Candiani. São Paulo: Boitempo, 2016, p. 180)
A coerção sexual praticada contra mulheres negras escravizadas, citada no trecho acima, evidencia um contexto de ausência da criminalização