Questões de Concurso
Sobre ética jornalística em jornalismo
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Embora muitas vezes seja lido como ficção, o novo jornalismo não é ficção. Ele é, ou deveria ser, tão fidedigno quanto a mais fidedigna reportagem, embora busque uma verdade mais ampla que a obtida pela mera compilação de fatos passíveis de verificação, pelo uso de aspas e observância dos rígidos princípios organizacionais à moda antiga.
Talese, GAY. Fama & Anonimato. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
Em 2014, Rogerio Christofoletti e Guilherme L.Triches publicaram uma pesquisa, na Revista Famecos, discutindo um conceito que se apresenta como alicerce de trinta códigos de ética de jornalistas de todo o mundo. Nas considerações finais do trabalho, os autores afirmam que esse conceito representa um valor que é “evocado para sustentar ações, para legitimar práticas e, também, para transgredir normas autoimpostas”. Ele justifica o poder do jornalista em “violar a privacidade alheia, revelar identidades protegidas, publicar informações sobre pessoas mortas, quebrar confidencialidades, pagar por informações, mentir sobre a própria condição de jornalista, gravar áudio e vídeo sem autorização”.
Os autores pesquisaram a relação da ética jornalista com
A Organização das Nações Unidas, por intermédio da Unesco, disponibiliza aos jornalistas, desde 2009, a obra A Investigação a partir de histórias – um manual para jornalistas investigativos. O título procura discutir o papel da imprensa para a liberdade de expressão e a liberdade de informação como elementos indispensáveis para a democracia.
Com relação aos princípios do Jornalismo Investigativo, os autores do título concordam que esse tipo de cobertura midiática
O Manual de Redação e Estilo do jornal O Estado de S.Paulo alerta para o seu profissional não aceitar como pacífica a primeira e única informação que receber. Recomenda discutir, ponderar, duvidar. Ouvir sempre o maior número de pessoas e dar o desconto devido quando os dados lhe forem fornecidos por fontes ligadas a um dos lados.
Diante do exposto, o jornal O Estado de S.Paulo considera sua obrigação publicar apenas notícias corretas e
“Quem trabalha com assessoria de imprensa sabe a dificuldade de atrair a atenção de jornalistas diante de duas concorrências inevitáveis: o tempo exíguo de repórteres e editores e a concorrência de centenas de releases que entopem as caixas de e-mails das redações.”
(http://www.portalimprensa.com.br/noticias/brasil/58265/especialista+da+dicas+de+como+escrever+um +press+release+eficiente). Sobre a produção de release é correto afirmar:
“O Dia Internacional dos Direitos Humanos (...) também é um dia de luta por mudanças no sistema de comunicação do país. Isso porque, mais que um serviço ou técnica, compreendemos que a comunicação é um direito humano fundamental”.
(MARTINS, H. Comunicação também é direito humano fundamental. https://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/comunicacao-tambem-e-direito-humano-fundamental7938.html).
Sobre comunicação e direitos humanos é correto afirmar: