Questões de Concurso
Sobre ética jornalística em jornalismo
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O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, a partir de 2007, permite que os profissionais usem identidades falsas e câmeras escondidas.
Assinale a opção que mostra a situação em que esse procedimento deve ser adotado.
Sobre o perfil esperado para os jornalistas, a partir da crescente inserção de tecnologias digitais na produção noticiosa, leia o texto a seguir.
A dimensão profissional da convergência está relacionada com a _____________ das funções e com o surgimento de novas competências, culminando com a diversidade de ____________informativos (as) e com a noção de polivalência. Na perspectiva de Salaverria e Negredo (2008), a polivalência pode ser midiática ou __________. Na primeira, o jornalista é demandado a trabalhar, simultaneamente, para diversas empresas jornalísticas ou para vários meios ou veículos ligados a uma mesma organização. Na segunda, o profissional passa a exercer funções diferentes da sua ______________, a exemplo das funções de repórter, repórter-fotográfico ou editor.
(RIBEIRO e SILVA: 2014 - adaptado)
Assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas do texto acima.
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, elaborado pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), o profissional da área NÃO pode:
I. colocar em risco a integridade da fonte ou de profissionais com os quais atua.
II. divulgar informações obtidas com o uso de identidades falsas, câmeras escondidas ou microfones ocultos, nem nos casos incontestáveis de interesse público.
III. produzir matérias de caráter publicitário ou decorrente de patrocínios.
IV. defender o direito de resposta às pessoas ou organizações mencionadas em reportagens pelas quais é responsável.
Analisando as afirmativas anteriores, é CORRETO o que se afirma apenas em:
Em novembro de 1983, sob os auspícios da Unesco, reuniram-se em París várias organizações representando mais de 400 mil profissionais de imprensa. A reunião em território francês foi antecedida por uma de caráter consultivo na cidade do México (1980) quando as entidades manifestaram apoio à “Declaração da Unesco de Princípios Fundamentais respeitantes à Contribuição dos Mass Media para o fortalecimento da Paz e Compreensão Internacional, para a Promoção dos Direitos Humanos e para Contrariar o Racismo, Apartheid e Incitamento à Guerra”.
Os Princípios Internacionais da Ética no Jornalismo aprovadas em 1983 reconhecem que
Prática recorrente dos jornais nacionais de grande circulação e prestígio era preservar a capa impressa de anúncios publicitários. A chamada página branca era concebida como exclusivo espaço editorial a fim de evidenciar para os leitores a demarcação entre jornalismo e publicidade. Entretanto, com o passar dos anos, as capas passaram também a ostentar anúncios, sejam do ramo automobilístico, farmacêutico ou imobiliário, dentre outros.
Com relação a esse espaço editorial, é correto inferir que:
Dentre alguns sites que se notabilizaram por atuar na área de fact-checking, pode-se citar o norte-americano Snopes. Boatos na internet, notícias publicadas em jornais menos conhecidos do público ou até mesmo lendas urbanas, por exemplo, são apurados à exaustão para que seja verificada a sua veracidade. No Brasil, algumas empresas de comunicação também encamparam a ideia da checagem de fatos em prol de uma prática jornalística que preze pelo conteúdo com credibilidade. No entanto, pode haver risco quando a autonomia dos grupos de comunicação que possuem fact-checkers está comprometida por interesses ideológicos e mercadológicos.
Assim, para manter a independência editorial, Snopes considera peremptório que:
Analise as afirmativas a seguir sobre os deveres dos jornalistas, segundo o Código de Ética produzido pela Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), assinalando com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) Buscar provas que fundamentem as informações de interesse público.
( ) Informar claramente à sociedade quando suas matérias tiverem caráter publicitário ou decorrerem de patrocínios ou promoções.
( ) Rejeitar alterações nas imagens captadas que deturpem a realidade, sempre informando ao público o eventual uso de recursos de fotomontagem, edição de imagem, reconstituição de áudio ou quaisquer outras manipulações.
( ) Promover a retificação das informações que se revelem falsas ou inexatas e defender o direito de resposta às pessoas ou organizações envolvidas ou mencionadas em matérias de sua autoria ou por cuja publicação foi o responsável.
Assinale a sequência CORRETA.
Com base no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (CEJB), julgue o item subsequente.
Modificações no CEJB só podem ser efetivadas em congresso
nacional da categoria mediante proposta subscrita, no mínimo,
por dez delegações representantes de sindicatos de jornalistas.
Com base no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros (CEJB), julgue o item subsequente.
As litigâncias entre representações e representados
relacionadas à quebra de decoro jornalístico restringem-se ao
âmbito sindical e à respectiva comissão de ética, não havendo
hipótese de remessa do caso ao Ministério Público.