Questões de Concurso
Sobre ética jornalística em jornalismo
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Considerando que o texto precedente faça parte de uma reportagem hipotética, julgue o item a seguir, com base nas disposições do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros e nas teorias da comunicação.
A divulgação da identidade da testemunha atende ao previsto
no Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, que assegura o
direito à informação ao cidadão.
Considerando que o texto precedente faça parte de uma reportagem hipotética, julgue o item a seguir, com base nas disposições do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros e nas teorias da comunicação.
A reportagem hipotética em questão infringiu o Código de
Ética dos Jornalistas Brasileiros ao emitir opinião com juízo de
valor sobre André Dias.
Considerando que o texto precedente faça parte de uma reportagem hipotética, julgue o item a seguir, com base nas disposições do Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros e nas teorias da comunicação.
A falta de manifestação dos órgãos de classe dos jornalistas
quanto à citação do nome da testemunha no Jornal X é um
descumprimento ao Código de Ética dos Jornalistas
Brasileiros.
O Código de Ética dos Jornalistas, atualizado em 2007, fixa as normas a que deverão se subordinar os jornalistas brasileiros. Aprovadas por delegações de 23 estados, as mudanças tiveram seu texto final elaborado por uma comissão eleita no Congresso. O Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros vigora há mais de 30 anos.
De acordo com o Código, é CORRETO afirmar que
Acerca da ética na comunicação, julgue o item que se segue.
Um veículo de comunicação pode optar por não divulgar um
release encaminhado pela assessoria de imprensa de uma
empresa, por julgar ser de interesse particular, valendo-se do
seu código de ética, que, certamente, orientará sobre a
divulgação de fatos e informações de interesse público.
Acerca da ética na comunicação, julgue o item que se segue.
Para a corrente teleológica de estudo sobre a relação da ética
com a imprensa, as consequências do ato são relevantes para
orientar o comportamento do jornalista, que deve ponderar o
que traz benefícios éticos para mais pessoas, bem como a
precisa apuração dos acontecimentos e a correta divulgação da
informação.
Com relação à ética e ao processo jornalístico, julgue o item a seguir.
Os atuais provedores de informação adotam princípios
deontológicos originalmente estabelecidos para o profissional
jornalista.
Com relação à ética e ao processo jornalístico, julgue o item a seguir.
A objetividade jornalística pode ser tanto a expressão sintética
do fato como o resumo da complexidade social.
Com relação à ética e ao processo jornalístico, julgue o item a seguir.
O jornalismo é um processo social de ações incontroláveis.
Com relação à ética e ao processo jornalístico, julgue o item a seguir.
O direito individual de investigar, receber e difundir opiniões,
entre outros, ancora a ética jornalística.
O jornalista deve, nas matérias em off, tomar algumas precauções, como, por exemplo, verificar as informações e avaliar o interesse de quem as forneceu. Como contrapartida, o procedimento de praxe é resguardar o informante, evitando sua exposição.
Em relação à fonte “off the record” (anônima), deontologicamente, é correto afirmar que:
A partir do momento em que a notícia se vê circunscrita a uma lógica de produção em moldes industriais, a busca pela superação das metas de circulação anteriormente traçadas passa a dar o tom nas redações. Fake news, retórica sensacionalista e agendamento do noticiário são empregados. Contudo, existem protocolos implícitos tanto de natureza deontológica quanto ética relacionados à atuação do profissional de imprensa.
Com relação ao jornal-empresa, é correto afirmar que:
Segundo Bucci (2000), a liberdade de imprensa é um princípio assegurado pela sociedade, que precisa dos jornalistas para mediar a comunicação pública.
Sobre a ética jornalística, qualquer que seja a sua acepção, devem ser garantidos sempre o direito de, EXCETO:
Marque V, para verdadeira, e F, para falsa, nas afirmativas abaixo, relativas ao movimento do Jornalismo Público ou Cívico, que tomou forma na década de 1990 nos Estados Unidos, a partir de experiências de engajamento com as comunidades a que atendiam. (ROTHBERG, 2011)
I. O jornalismo público estimula a discussão de meios para a resolução de problemas, mas não deve defender meios específicos para enfrentá-los.
II. A neutralidade não mais persiste como meta para a atividade jornalística, pois o profissional precisa tomar partido, aderindo aos posicionamentos dos veículos em que atua.
III. Uma comunidade mais forte tende a ler mais jornais; enquanto a alienação e a passividade são forças contrárias, relacionadas à diminuição da circulação de jornais.
IV. O jornalismo público considera adequadas as formas tradicionais de relacionamento com as fontes e autoridades, pois os jornalistas fazem parte da elite intelectual e devem extrair conhecimento de quem está no poder.
Em relação a essas afirmativas, a sequência CORRETA é:
O trecho a seguir reproduz um comentário do jornalista Luis Nassif, então colunista de economia do Jornal da Noite, da TV Bandeirantes, em abril de 1994.
Bom, hoje eu não vou falar de economia, vou falar de um assunto que me deixa doente. Toda a imprensa está há uma semana denunciando donos de escola que presumivelmente teriam cometido abuso sexual contra crianças de quatro anos. Toda a cobertura se funda em opinião da polícia. Está havendo um massacre. Mais que isso, está havendo um linchamento. Se eles forem culpados, não é mais que merecido. E se não forem? Uma leitura exaustiva de todos os jornais mostra o seguinte: não há até agora nenhuma prova conclusiva de que a criança foi violentada por adulto. Não há nenhuma prova conclusiva contra as pessoas que estão sendo acusadas. Tem-se apenas a opinião de policiais que ganharam notoriedade com denúncias e, se eventualmente se descobrir que as denúncias são falsas, vão ter muita dificuldade de admitir. Por isso, a melhor fonte não é a polícia, neste momento. A imprensa deve às pessoas que estão sendo massacradas, no mínimo, um direito de defesa, de procurar versões fora da polícia. Repito: é possível que as pessoas sejam culpadas. Mas é possível que sejam inocentes. E se forem inocentes?
O caso, que consistiu em uma cobertura baseada em ilações não comprovadas arruinando a vida dos acusados, tornou-se um tema recorrente em debates históricos, éticos e metodológicos do jornalismo. Até hoje esse capítulo da imprensa brasileira é conhecido como caso
