Questões de Concurso Sobre comunicação social
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1. Monitoramento e análise: Priorizar o monitoramento da repercussão em tempo real, segmentando as fontes (redes sociais, imprensa tradicional, patrocinadores) para identificar a materialidade da denúncia e o nível de risco para a reputação da instituição e do patrocinador.
2. Comunicação interna: Emitir imediatamente um comunicado interno para todos os funcionários e parceiros, estabelecendo uma única linha de comunicação oficial e reforçando o compromisso da instituição com um ambiente de trabalho ético e de respeito.
3. Resposta pública: Divulgar uma nota pública inicial em até 24 horas, reconhecendo a denúncia, expressando repúdio a qualquer forma de assédio e informando a abertura imediata de um processo de apuração interna, sem pré-julgar o curador.
4. Posicionamento do curador: Exigir que o curador-chefe emita uma nota de afastamento temporário de suas funções públicas, por iniciativa própria, até a conclusão da apuração, mitigando o risco de associação direta entre a imagem dele e a imagem do projeto e da instituição.
5. Relacionamento com patrocinador: Informar o patrocinador estatal sobre a crise e a estratégia de gestão adotada, garantindo que o Contrato de Patrocínio seja revisado para prever a suspensão temporária da exposição da marca do curador nos materiais promocionais.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
A comunicação envolve diversos fatores, alguns deles objetivos, outros subjetivos. Para uma comunicação ser eficaz, é preciso levar em conta, dentre outros elementos clássicos (como o canal, o tom de voz, a escolha da linguagem, o repertório, a compreensão de quem é nosso interlocutor), um elemento relevante, que é o relacionamento interpessoal. Todos os indivíduos têm capacidade para se comunicar de diferentes maneiras, mas normalmente escolhemos aquela forma que nos é mais confortável, e essa forma é a que prevalece em nossas comunicações. Quando optamos por um determinado estilo, independentemente da ocasião, o resultado pode ser a geração de problemas interpessoais que afetarão o resultado da comunicação e criarão barreiras (obstáculos que podem impactar na eficácia da comunicação, como barreiras pessoais, físicas e semânticas).
Considerando esse contexto, as principais barreiras à comunicação são:
I. Revisão e Padronização da Redação Oficial: Exigir que todos os documentos prospectivos destinados a Órgãos de Controle e Câmaras Legislativas sigam estritamente o princípio da Impessoalidade e empreguem o padrão ofício, adotando o vocativo "Senhor(a) {Cargo}" para o destinatário, mesmo que o nome do titular seja conhecido.
II. Gestão da Comunicação Interna Informal: Reconhecer a existência da rede de comunicação informal, mas proibir seu uso em qualquer nível, sob pena de sanção disciplinar, por ser um vetor de desinformação e dificultar o fluxo de comunicação formal hierárquica (via memorandos e circulares).
III. Estratégia de Comunicação Externa de Crise: Elaborar um Comunicado Oficial que, por força do princípio da Publicidade, detalhe exaustivamente o conteúdo sigiloso que vazou e a identificação nominal dos servidores responsáveis, antes mesmo da conclusão do inquérito administrativo, para demonstrar total transparência à sociedade.
IV. Uso da Comunicação Formal Interna: Instituir a regra de que a Comunicação Formal Interna (emissão de Portarias e Ordens de Serviço) deve ser o único canal para transmitir informações sobre novas diretrizes de segurança, visando garantir a autenticidade, rastreabilidade e o registro documental do recebimento e ciência por todos os colaboradores.
Qual a sequência de ações mais complexa, rigorosa e correta?
Comando: De acordo com a teoria de Jenkins, assinale a alternativa que traduz a função central dos gêneros digitais.
“Uma das piores crises para uma corporação é a ocorrência de vítimas fatais, diretamente sob sua responsabilidade. Não é tão rara quanto parece, especialmente em empresas com alto risco. Algumas precisam triplicar a atenção, porque vivem no meio da crise. Mas podem-se incluir também nessa galeria, pelo menos no Brasil, hospitais, escolas e creches, parques de diversão, casas noturnas e a construção civil. (...) Para os stakeholders, principalmente empregados e mídia, as empresas são lentas e evasivas, quando não dissimuladas, em prestar informações quando acidentes fatais acontecem. O modelo talvez sejam as empresas aéreas, lentas para confirmar a lista de passageiros e em fornecer maior detalhamento, em caso de acidentes com mortes, mesmo sabendo que eles podem acontecer a qualquer momento”. (FORNI, 2019:147)
Para o autor, no caso das empresas aéreas, a atitude é até compreensível, porque, de acordo com o princípio básico de gerência nas crises com vítimas fatais,