Questões de Concurso Sobre comunicação social
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I. Um plano de gerenciamento de crise tem como desafio estratégico definir a forma como a organização irá se comportar em cada situação de crise, quais as ações que precisarão ser adotadas preliminarmente, que pessoas deverão ser acionadas e o que cada uma delas fará.
II. As auditorias de crise também fazem parte do plano de gerenciamento de crises. Elas consistem em reunir dados vitais, como o telefone de todos os fornecedores, autoridade ou mesmo jornalistas, e ainda dados relativos a pesquisas de opinião e discursos previamente definidos para cada tipo de crise.
III. A primeira função do plano de gerenciamento de crise é orientar o gestor a como se comportar diante da imprensa.
Está CORRETO o que se afirma:
I. A disponibilidade pública da fotografia na internet não significa, por si só, que ela esteja em domínio público.
II. A ausência de finalidade comercial direta na cartilha não cria automaticamente autorização para reprodução de obra protegida.
III. A indicação correta do nome do fotógrafo é suficiente, por si só, para autorizar qualquer reprodução integral da fotografia.
IV. Direitos autorais sobre a fotografia e direitos relacionados à imagem das pessoas retratadas constituem questões juridicamente distintas.
A respeito da utilização pretendida, estão corretas as afirmativas:
I. A equipe de imprensa encaminhará releases aos veículos locais;
II. As redes sociais utilizarão calendário próprio e abordagem adaptada às características de cada plataforma;
III. O setor de comunicação interna informará previamente os servidores para que conheçam a campanha e saibam orientar os cidadãos;
IV. Identidade visual e mensagens centrais serão coordenadas para manter coerência, embora os formatos possam variar conforme o público e o canal;
V. Todos os canais deverão publicar exatamente o mesmo texto, no mesmo horário e com a mesma extensão, pois comunicação integrada pressupõe uniformidade das mensagens.
A análise das medidas propostas permite concluir que estão corretas:
Veto à carne brasileira: governo responsabiliza setor produtivo por adequação às exigências da UE
União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco. Com isso, país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de setembro.
Por Mariana Assis, g1 — Brasília
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) argumenta que cabe ao setor produtivo, em grande medida, a criação de mecanismos para atender às exigências da União Europeia contra o uso de antimicrobianos na pecuária.
No início de junho, a União Europeia oficializou a retirada o Brasil da lista de países considerados aptos a cumprir as regras do bloco para o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. Com isso, o país ficará impedido de exportar carnes ao mercado europeu a partir de 3 de setembro. Antimicrobianos são substâncias utilizadas para tratar e prevenir infecções em animais. Alguns desses medicamentos também podem ser empregados como promotores de crescimento, prática restringida pela legislação europeia.
Na lista divulgada em 2024, o Brasil estava autorizado a exportar carne bovina, de frango e de cavalo, além de tripas, pescado e mel. Na atualização mais recente, o país foi excluído em todas essas categorias.
O governo brasileiro argumenta que parte dos antimicrobianos proibidos pela União Europeia continua autorizada no Brasil para uso na bovinocultura, na avicultura de corte e de postura e na suinocultura.
Segundo o Mapa, esses produtos têm “finalidade veterinária relevante para os sistemas de produção pecuária”.
No documento encaminhado ao Congresso, o Ministério afirma que, em junho de 2023, a Secretaria de Defesa Agropecuária reuniu representantes dos setores potencialmente afetados para alertar sobre a necessidade de criar mecanismos capazes de assegurar que animais destinados à exportação para a União Europeia não fossem tratados com os antimicrobianos vetados pelo bloco.
Ainda segundo a pasta, esse alerta foi reiterado em reuniões posteriores. O ministério argumenta que os sistemas de controle necessários têm natureza privada, uma vez que o governo não pretendia proibir, em âmbito nacional, o uso dos antimicrobianos restringidos pela legislação europeia.
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Fonte: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/
noticia/2026/07/08/veto-a-carne-brasileira-governo-responsabilizasetor-produtivo-por-adequacao-as-exigencias-da-ue.ghtml
I - O lead (ou lide) é composto por um conjunto de perguntas a serem respondidas pelo jornalista no texto, incluindo: o quê, quem, quando, onde, como e por quê.
II - Deve-se adotar prioritariamente a forma direta e objetiva de comunicação em textos informativos.
III - É necessário evitar a retórica e o hermetismo como a gíria, jargão e o coloquialismo no jornalismo diário. Termos coloquiais ou de gíria devem ser usados com parcimônia e apenas em casos especiais.
IV - Textos informativos não devem conter opiniões do jornalista, e sim escritos buscando a objetividade e a imparcialidade.
I - Para o propósito escolhido, o ideal é realizar uma pesquisa quantitativa, pois a mesma permite mensurar o nível de satisfação da população, produz resultados estatísticos representativos, permite a comparação das diferentes áreas e permite cruzar informações sobre a população local.
II - A técnica recomendada é a de survey com entrevistas estruturadas, que podem ser realizadas de maneira presencial via telefone ou até mesmo de modo híbrido.
III - Para uma amostragem probabilística estratificada eficiente, que corresponda a uma amostra de mais de 90% de confiabilidade deve-se ter entre 380 a 400 entrevistas, considerando características da população, que incluem escolaridade, bairro, faixa etária e renda.
IV - O questionário deve ter, predominantemente, perguntas abertas e utilizando escalas de avaliação que permitam os entrevistados a apontar os principais problemas locais, apresentando sugestões de melhorias.