Questões de Concurso
Sobre política, poder e estado em sociologia
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Políticas distributivas são decisões tomadas pelo governo que desconsideram a questão de recursos limitados, e, para sua implementação, é necessária uma associação público-privada.
Em qualquer situação, para se implementar determinada decisão por meio de uma política pública, requer-se uma única ação estrategicamente selecionada.
Decisões e análises acerca de políticas públicas implicam responder às seguintes perguntas: quem ganha o quê, por quê e que diferença faz.
É correto afirmar que, em uma perspectiva marxista,
Texto VIII, para responder às questões 38 e 39.
No que se refere às escolas públicas, a cultura institucional reproduz o atendimento das repartições públicas, com o distanciamento da população desde a presença no espaço físico até a tomada de decisões acerca das questões administrativas, financeiras e pedagógicas. A organização dos movimentos populares do século XX impulsionou a mudança dos marcos legislativos, para garantir o direito à participação efetiva da comunidade nos espaços de decisão das políticas públicas; no entanto, a apropriação desses espaços ainda carece da participação ativa das comunidades. Pelo aprendizado político no cotidiano das instituições escolares, percebe-se que a escola tem resistido a transformar suas práticas autoritárias de séculos de história de exclusão em um espaço democrático de garantia de direitos.
Se entendermos a escola pública, exclusivamente, como aparelho ideológico do Estado, o seu papel seria reforçar o modelo neoliberal, colocando para o sujeito a responsabilidade pelo seu sucesso ou fracasso escolar. Para nós, que entendemos a escola pública como uma instituição partícipe do sistema capitalista, mas potencialmente carregada de elementos de transformação, haja vista a diversidade de ideias, pessoas, crenças, ideologias e projetos políticos que compõe a 'massa' dos intelectuais das escolas, há vários tipos de resistências no interior da escola, como, por exemplo, a resistência à hegemonia neoliberal.
Isis S. Longo. O desafio das escolas públicas e dos Conselhos Tutelares na defesa do Estatuto da Criança e do Adolescente. In: II Congresso Internacional de Pedagogia Social, 2., 2008, São Paulo. Proceedings online... Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Internet: . Acesso em 7/8/2010.
No segundo parágrafo do texto VIII, Isis Longo menciona a escola pública como um aparelho ideológico do Estado. Essa ideia tem como origem
Segundo o paradigma sociológico do consenso, a escola é um lugar no qual a sociedade transmite valores e prepara seus membros para a vida adulta. Conforme a sociologia durkheimiana, o papel da escola na educação moral é o de desenvolver nos alunos regularidade e autodomínio. Assim, é correto afirmar que o paradigma sociológico do consenso
Para a elaboração de um plano de aula, o professor de sociologia, segundo os PCN, deve ter como critério para seleção de conteúdo
A palavra nação quer dizer muitas vezes valores e hábitos comuns, ou seja, pressupõe certa identidade cultural entre os membros da comunidade. Nesse sentido, é correto dizer que:
A relação entre memória e história foi abordada por vários estudiosos, como Maurice Halbwachs, na década de 1920, e Pierre Nora, mais recentemente. Esses autores estão de acordo quanto à ideia de que:
Analise o gráfico apresentado a seguir.
Esse gráfico refere-se a uma pesquisa realizada por um grupo de sociólogos, entre 1997 e 1998, no Distrito Federal. Os dados quantitativos do gráfico demonstram que os valores da maioria da população pesquisada são compatíveis com os princípios do
Leia a tirinha a seguir:
Fonte: BENETT. Gazeta Popular. Curitiba: RPC, 26/03/10. Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/charges/index.phtml?offset=&h=Benett, acessado em 6 abr. 2010.
A sátira da charge de Benett relaciona-se com
Leia o fragmento a seguir.
“Nessa época – a época da burguesia – distingue-se, contudo, por ter simplificado os antagonismos de classe. A sociedade se divide cada vez mais em dois campos inimigos, em duas classes que se opõem frontalmente: burguesia e proletariado.”
(MARX, Karl; ENGELS, Friedrich. O manifesto comunista. São Paulo: Paz e Terra, 2000. p. 10).
Produzidas no contexto da Revolução Industrial europeia do século XIX, as análises de Marx e Engels que previam o futuro acirramento do caráter revolucionário do proletariado mostraram- se desatualizadas no ambiente socioeconômico que surgiu nos países desenvolvidos a partir da segunda metade do século XX. A mudança sociológica que explica essa acomodação política do proletariado foi

A associação correta entre corrente e concepção ocorre em:
I. Os recursos governamentais para um programa, órgão ou uma dada política pública não partem do zero e, sim, de decisões marginais que desconsideram mudanças políticas ou mudanças substantivas nos programas públicos.
II. A política pública parte, cumulativamente, de decisões periféricas e fortuitas.
III. Mais do que a identificação das etapas de um processo decisório, é necessário levar em consideração os diversos constrangimentos existentes que impedem mudanças substanciais nas políticas públicas de curto prazo e, também, o aprendizado em torno de uma política ao longo dos anos (policy change).
As proposições acima delineadas são características do modelo de análise de políticas públicas denominado
I - Estão ocorrendo modificações nas políticas macro- econômicas dos países da América Latina.
II - A implementação de políticas contracionistas inclui a redução dos gastos do governo.
III - A concentração do capital diminui o abismo entre ricos e pobres.
Está(ão) correta(s) APENAS a(s) consequência(s)
I. Elster considera que fenômenos sociais não são explicáveis apenas em termos dos indivíduos - suas características, seus fins, suas crenças.
II. Normas sociais, cultura, emoções e racionalidade podem e devem ser entendidas nos termos do individualismo metodológico.
III. A descoberta de regularidades, distribuições de probabilidades anormais e correlações pode ser evidência de relações causais, mas não é suficiente para a sua ocorrência.
Assinale
? A dominação que repousa sobre a "autoridade do 'passado eterno', isto é, dos costumes santificados pela validez imemorial e pelo hábito, enraizado nos homens, de respeitá-los".
? A dominação que se funda em "dons pessoais e extraordinários de um indivíduo", na "devoção e confiança estritamente pessoais depositadas em alguém que se singulariza por qualidades prodigiosas, por heroísmo ou por outras qualidades exemplares que dele fazem o chefe".
? A dominação que se impõe "em razão da crença na validez de um estatuto legal e de uma 'competência' positiva, fundada em regras racionalmente estabelecidas".
Estes modos de dominação correspondem, respectivamente, ao que Weber entende por dominação