Questões de Concurso
Sobre mundo do trabalho em sociologia
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Ricardo Antunes, no livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, indica que: “Particularmente nas últimas décadas a sociedade contemporânea vem presenciando profundas transformações nas formas de ser e existir da sociabilidade humana. A crise experimentada pelo capital, bem como suas respostas, das quais o neoliberalismo e a reestruturação produtiva da era da acumulação flexível são expressão, têm acarretado, entre tantas consequências, profundas mudanças no interior do mundo do trabalho”(Adaptado).
No novo cenário da sociabilidade humana decorrente da crise do capital, Ricardo Antunes ressalta as mudanças relativas
No livro A sociedade da insegurança e a violência na escola, Flavia Schilling refere-se a uma percepção sobre a atualidade compartilhada por sociólogos contemporâneos segundo a qual: “A promessa de que o desenvolvimento técnico e científico nos livraria das guerras revela-se falsa. Duvidamos de que possamos dar conta do desafio de conciliar liberdade e segurança. O progresso material parece não tender ao fim da fome e da criação de condições de vida dignas para todos. Assistimos (já conformados?) a guerras que se prolongam no tempo” (2014. Adaptado).
Para Flávia Schilling, a percepção explicitada no excerto refere-se
A reestruturação produtiva, segundo Ricardo Antunes, consolidou-se como uma
Com base na análise de Ricardo Antunes, o tempo livre
Considerando a análise de Ricardo Antunes sobre as transformações do trabalho, conclui-se que a
A respeito do trabalho contemporâneo na reestruturação produtiva, Ricardo Antunes argumenta que
A tese defendida por Ricardo Antunes, no excerto, argumenta a favor de
(Zygmunt Bauman, 2022)
No excerto, aponta(m)-se criticamente
(Antunes, 2009)
A tendência referida no texto constitui um aspecto próprio do
Para o autor, a expressão “classe que vive do trabalho” designa
(Ricardo Antunes, 2009)
Considerando as pesquisas de Anna Pollert, Ricardo Antunes ressalta que
(Ricardo Antunes, 2009. Adaptado)
No texto, o autor aponta que a divisão do trabalho fabril
(Ricardo Antunes, 2009. Adaptado)
A crise do fordismo e do keynesianismo a que se refere o excerto consiste
(Ricardo Antunes, 2009)
Conforme o excerto, o autor argumenta que, no século XXI, o trabalho
Hoje em dia, deficit de poder e recursos afligem a maioria dos Estados-nação que luta para desempenhar a contento a tarefa da comodificação – deficit causados pela exposição do capital nativo à competição cada vez mais intensa resultante da globalização dos mercados de capitais, trabalho e mercadorias, e pela difusão planetária das modernas formas de produção e comércio, assim como dos deficit provocados pelos custos, em rápido crescimento, do “Estado de bem-estar social”, esse instrumento supremo e talvez indispensável da comodificação do trabalho.
A comodificação a que se refere Bauman (2022) no excerto é um fenômeno contemporâneo que permite
O sistema de metabolismo social do capital nasceu como resultado da divisão social que operou a subordinação estrutural do trabalho ao capital. Não sendo consequência de nenhuma determinação ontológica inalterável, esse sistema de metabolismo social é o resultado de um processo historicamente constituído. Os seres sociais tornaram-se mediados entre si e combinados dentro de uma totalidade social estruturada, mediante um sistema de produção e intercâmbio estabelecido. Um sistema de mediações de segunda ordem sobredeterminou suas mediações primárias básicas, suas mediações de primeira ordem.
(Antunes, 2009)
Segundo Ricardo Antunes, é característica das mediações de primeira ordem dos seres humanos:
Particularmente nas últimas décadas, a sociedade contemporânea vem presenciando profundas transformações, tanto nas formas de materialidade quanto na esfera da subjetividade, dadas as complexas relações entre essas formas de ser e existir da sociabilidade humana. A crise experimentada pelo capital, bem como suas respostas, das quais o neoliberalismo e a reestruturação produtiva da era da acumulação flexível são expressão, têm acarretado, entre tantas consequências, profundas mutações no interior do mundo do trabalho.
(Antunes, 2009)
A mutação a que se refere Ricardo Antunes no excerto é
No livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes caracteriza o cenário atual do trabalho do seguinte modo: “Estamos vivenciando [...] a erosão do trabalho contratado e regulamentado, dominante no século XX, e assistindo à sua substituição pelas terceirizações, por diferentes modos de flexibilização, pelas formas de trabalho part time, pelas diversas formas de ‘empreendedorismo’, ‘cooperativismo’, ‘trabalho voluntário’, terceiro setor etc.”.
Segundo Antunes, o cenário descrito ocorre devido à