Questões de Concurso
Sobre mundo do trabalho em sociologia
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Em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes analisa a crise do capital: “A denominada crise do fordismo e do keynesianismo era a expressão fenomênica de um quadro crítico mais complexo. [...] Como resposta à sua própria crise, iniciou-se um processo de reorganização do capital e de seu sistema ideológico”.
Diante da crise mencionada, Ricardo Antunes argumenta que a resposta do capital à crise priorizou
Em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, Ricardo Antunes aborda a divisão sexual do trabalho: “Vivencia-se um aumento significativo do trabalho feminino, que atinge mais de 40% da força de trabalho em diversos países avançados. [...] Sabe-se que esta expansão do trabalho feminino tem, entretanto, significado inverso quando se trata da temática salarial, terreno em que a desigualdade salarial das mulheres contradita a sua crescente participação no mercado de trabalho”.
De acordo com o excerto, a divisão do trabalho mencionada
Ricardo Antunes, em seu livro Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, apresenta a seguinte tese sobre o trabalho: “Posso afirmar também que, em vez da substituição do trabalho pela ciência, ou ainda da substituição da produção de valores de troca pela esfera comunicacional ou simbólica, da substituição da produção pela informação, o que vem ocorrendo no mundo contemporâneo é uma maior inter-relação”.
A tese apresentada por Antunes pode ser compreendida por meio da inter-relação entre
Com base no excerto, ao afirmar que “o consumismo é um atributo da sociedade”, Bauman ressalta que
Para Ricardo Antunes, o trabalho vivo consiste em
A lei do valor a que se refere Ricardo Antunes determina que
Ricardo Antunes entende, contrariamente a teses defendidas por Habermas, que o elemento fundante e estruturante da socialização humana é
Como argumenta Ricardo Antunes, a implementação de um novo metabolismo social permitiria a
Ricardo Antunes defende, no excerto, que a redução da jornada de trabalho constituiria um ponto de partida decisivo para
Como aponta Octavio Ianni no excerto, os principais desafios que o Brasil enfrentava no final do século XIX eram
O lazer proporciona uma falsa noção de liberdade que consiste em ter que escolher entre as necessidades criadas pelo capital. A liberdade do homem não pode se desenvolver senão com a destruição das barreiras entre o tempo de trabalho e o tempo livre, algo resultante de uma atividade autodeterminada, situada para além da divisão do trabalho estruturada pelo capital, portanto, sobre bases inteiramente novas que, par-apar, autorizam o surgimento de uma sociabilidade também nova.
MASCARENHAS, F. et. al. O lazer e o reino da liberdade: reflexões a partir da ontologia do ser social. In. Licere, Belo Horizonte, v.12, n.4, dez./2009, (p. 17). Disponível em: <https://periodicos.ufmg.br/index.php/licere/article/view/839/638>. Acesso em: 30 jan. 2025.
De acordo com a perspectiva do texto-base, o lazer na modernidade legitima o trabalho em sua forma
A fragmentação e a fragilização que atingiram o campo do trabalho e da produção nas últimas décadas podem ser consideradas componentes essenciais para configurar aquilo que a maioria dos autores denomina como processos de desterritorialização. Em relação ao tema da globalização muitos autores o associam, direta ou indiretamente, a processos de desterritorialização. Nesse sentido, podemos identificar a perspectiva sob a qual, numa interpretação um pouco mais restrita, a ênfase é dada a um dos momentos do processo de globalização – ou ao mais típico -, aquele chamado capitalismo pós-fordista ou capitalismo de acumulação flexível, flexibilidade esta que seria responsável pelo enfraquecimento das bases territoriais ou, mais amplamente, espaciais, em especial na lógica locacional das empresas e no âmbito das relações de trabalho (precarização dos vínculos entre trabalhador e empresa, por exemplo).
HAESBAERT, R. O Mito da Desterritorialização. Bertrand Brasil, 2004, p. 173. Adaptado.
No texto, o processo de desterritorialização é abordado especificamente na perspectiva:
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
Segundo Ricardo Antunes, em que consiste tal falácia?
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
Para Ricardo Antunes, o processo de reestruturação mencionado no excerto teve como objetivo
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009. Adaptado)
As justificações mencionadas pelo autor ocorrem no contexto
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009)
Segundo Ricardo Antunes, o desenvolvimento do sistema global do capital constituiu um modelo
(Ricardo Antunes, Os sentidos do trabalho: ensaio sobre a afirmação e a negação do trabalho, 2009)
Entre as mutações a que se refere Ricardo Antunes no excerto, encontra-se