Questões de Concurso Sobre mundo do trabalho em sociologia

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Q3879878 Sociologia
“Espontaneamente, o homem não tinha tendência a se submeter a uma autoridade política, respeitar uma disciplina moral, dedicar-se e sacrificar-se. A nossa natureza congênita não apresentava nada que nos predispusesse necessariamente a nos tornarmos servidores de divindades, emblemas simbólicos da sociedade, a lhes prestarmos culto ou a nos privarmos para honrá-las. Foi a própria sociedade que, à medida que ia se formando e se consolidando, tirou do seu seio essas grandes forças morais, diante das quais o homem sentiu a sua inferioridade” (Durkheim, 2014, p. 54-55).
Avalie o que se afirma a partir das reflexões que Durkheim fez sobre a educação.

I- Em sociedades complexas, caracterizadas pela divisão social do trabalho e pela valorização do individualismo moderno, a educação deve priorizar desde cedo a diferenciação e a especialização, visto que a coesão social decorre fundamentalmente da complementaridade funcional, tornando secundária a construção prévia de uma base comum de ideias e sentimentos.
II- Embora a educação exerça uma função social, nas sociedades complexas o Estado deve restringir-se a garantir a liberdade de ensino, abstendo-se de definir qualquer núcleo comum de ideias e sentimentos, os quais deveriam emergir exclusivamente da pluralidade de projetos familiares e escolares próprios de cada meio social.
III- Cada sociedade elabora um ideal específico do homem — intelectual, físico e moral — que se impõe como referência comum a todos os seus membros; esse ideal, embora fundamentalmente homogêneo, diferencia-se progressivamente conforme os meios sociais particulares que compõem a própria estrutura da sociedade.
IV- A educação tem por função perpetuar e reforçar a homogeneidade social, inscrita antecipadamente na consciência da criança por meio de ideias, sentimentos e hábitos comuns indispensáveis à vida coletiva; ao mesmo tempo, dado que a cooperação social exige diferenciação funcional, a própria educação se diversifica e se especializa, segundo os distintos meios sociais e profissionais.
V- O Estado deve, em prol do interesse público, autorizar a existência de instituições educativas diversas, inclusive fora de sua administração direta; isso, contudo, não implica que possa permanecer indiferente aos conteúdos, finalidades e orientações morais nelas transmitidos, uma vez que a educação é uma função eminentemente social.

Está correto apenas o que se afirma em
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Q3879877 Sociologia
"O crescente emprego de máquinas e a divisão do trabalho despojaram a atividade do operário de seu caráter autônomo, tirando-lhe todo atrativo. O operário torna-se um mero apêndice da máquina e dele só se requer o manejo mais simples, mais monótono, mais fácil de aprender. Desse modo, o custo do operário se reduz, quase que exclusivamente, aos meios de subsistência que lhe são necessários para viver e perpetuar sua espécie. Ora, o preço do trabalho, como de toda mercadoria, é igual ao seu custo de produção. Portanto, à medida que aumenta o caráter enfadonho do trabalho, decrescem os salários. Mais ainda, na mesma medida em que aumenta a maquinaria e a divisão do trabalho, sobe também a quantidade de trabalho, quer pelo aumento das horas de trabalho, quer pelo aumento do trabalho exigido num determinado tempo, quer pela aceleração do movimento das máquinas etc." (Marx, Engels, 2008, p. 46).
No debate sobre a regulamentação das jornadas de trabalho no Brasil, em 2025, especialmente sobre o fim da escala 6×1, o trecho do texto acima citado fornece elementos para compreender como a organização do tempo de trabalho e a monotonia das atividades influenciam a exploração da força de trabalho.
Sobre essa questão, avalie o que se afirma.

I- O fim da escala 6×1 limitaria a intensificação do trabalho reduzindo parcialmente a sobrecarga física e psicológica do trabalhador, em consonância com a crítica de Marx à aceleração e monotonia da produção capitalista.
II- A manutenção da escala 6×1 permite que o operário desenvolva maior autonomia e criatividade, contrariando a ideia de alienação, pois a divisão do trabalho passa a gerar aprendizado especializado.
III- A escala 6×1, ao prolongar a jornada sem aumento proporcional de remuneração, evidencia o fenômeno segundo o qual o preço do trabalho se aproxima do valor de subsistência mínima, mantendo a submissão do trabalhador ao capital.
IV- Ao estabelecer limites de trabalho semanal, a discussão sobre o fim da escala 6x1 busca controlar a extração de mais-valia relativa, regulando diretamente o tempo socialmente necessário de produção do trabalhador.
V- A regulamentação da jornada fortalece temporariamente o trabalhador, sem alterar a propriedade privada ou a estrutura do capital, reorganizando parcialmente as condições de exploração do trabalho assalariado.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Q3875384 Sociologia
A implantação de hidrelétricas, mineradoras e ferrovias gera impactos socioeconômicos que alteram a morfologia das relações rurais. Sobre o fenômeno da "Salarização da Subsistência" e a desarticulação de modos de vida rurícolas, assinale a alternativa correta.
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Q3873987 Sociologia

A intensificação do uso de tecnologias digitais e da automação tem provocado transformações significativas nas relações de trabalho e na organização da produção no Brasil contemporâneo.


Assinale a alternativa que identifica corretamente um impacto estrutural desse processo. 

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Q3870376 Sociologia
O período inicial da história industrial, sobretudo na Inglaterra, fora marcado por inúmeras manifestações de resistências e tensão social, dentre essas, as ações de sabotagem, quebra de máquinas, destruição de matéria- -prima e o fenômeno do luddismo. Na obra Os trabalhadores, Eric Hobsbawn (2000) fornece a seguinte análise sobre esse fenômeno:

"[O trabalhador] estava preocupado, não com o progresso técnico abstratamente, mas com os problemas gêmeos práticos de impedir o desemprego e manter o padrão de vida habitual, que incluía fatores não-monetários, tais como a liberdade e a dignidade, bem como os salários. Assim, não era às máquinas como tal que ela objetiva, mas a qualquer ameaça a estes - acima de tudo à mudança total nas relações sociais da produção que o ameaçavam. Se esta ameaça vinha da máquina ou de alguma outra parte, dependia das circunstâncias" (Hobsbawm, 2000, p. 24).

HOBSBAWM, Eric J. Os trabalhadores: estudos sobre a história do operariado. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2000.


Acerca das asserções abaixo apresentadas e da relação proposta entre elas, assinale a alternativa CORRETA que reflete a análise sócio-histórica sobre o luddismo e outros quebradores de máquinas conforme o trecho acima citado.

I. As hostilidades na forma de sabotagens e quebras de máquinas não eram um fenômeno generalizado e indiscriminado, apesar de não se restringirem aos trabalhadores e de serem, com algumas exceções, práticas partilhadas pela opinião pública das massas.

PORQUE

II. As sabotagens e a destruição de máquinas compunham um dos diversos métodos de luta que a classe trabalhadora e outros grupos sociais utilizavam enquanto possíveis meios para se contrapor às mudanças e explorações produzidas pela nova ordem socioeconômica industrial.
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Q3866781 Sociologia
Diante da descrição das práticas cotidianas e do modo de vida dos habitantes de Sul Brasil nas décadas iniciais de sua formação, infere-se corretamente que:
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Q3866726 Sociologia
Diante da descrição das práticas cotidianas e do modo de vida dos habitantes de Sul Brasil nas décadas iniciais de sua formação, infere-se corretamente que: 
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Q3825771 Sociologia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Tendo o texto 15A2-II como referência, assinale a opção correta no que se refere às transformações contemporâneas do trabalho e ao denominado processo de “uberização”. 
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Q3825766 Sociologia
        George Ritzer desenvolveu uma metáfora vívida para expressar sua opinião a respeito das transformações que estão ocorrendo nas sociedades industriais. Ele argumenta que, apesar de algumas tendências voltadas à desburocratização terem, de fato, surgido, o que estamos testemunhando, de modo geral, é a McDonaldização da sociedade.
Anthony Giddens. Sociologia. Porto Alegre: ArtMed, 2007, p. 301 (com adaptações).

Assinale a opção correta em relação ao fenômeno sociológico mencionado no texto precedente.
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - História |
Q4146767 Sociologia

TEXTO 1




TEXTO 2


A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.


ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Ao abordar a charge e o texto, uma professora solicitou aos estudantes do Ensino Médio que analisassem o contexto descrito. A política e a medida econômica que caracterizam o cenário apresentado são, respectivamente,
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - História |
Q4146766 Sociologia

TEXTO 1




TEXTO 2


A crise da sociedade salarial surge com o declínio da hegemonia taylor-fordista, com a reestruturação produtiva, fundada na flexibilização das relações de trabalho, no contexto de globalização da economia, levando à desestruturação dos arranjos sociais anteriores. As reformas que surgem visam diminuir os custos do trabalho, fragilizando a condição salarial, alastrando a precariedade do emprego, como contrato por tempo determinado, tempo parcial, trabalho temporário e subcontratos. O trabalho perde seu poder de integrar socialmente e garantir as proteções sociais. Observe-se que, se essa “propriedade social” não chegou a se consolidar satisfatoriamente no Brasil, pelo menos os trabalhadores já tiveram seus direitos mais protegidos que no momento atual, em que a reforma trabalhista vem coroar o desmonte progressivo da legislação trabalhista, guiado pelo ideário ultraliberal. A reestruturação do capitalismo global desemboca em uma nova morfologia do trabalho da qual emerge, entre outros fenômenos, o proletariado submetido à hegemonia das tecnologias digitais, principalmente na área de serviços, onde a figura do “trabalhador uberizado” toma a frente da cena. Seus efeitos são a degradação das relações de trabalho, já precedida pela série de precarizações, como a terceirização, a desregulamentação das relações de trabalho, ancoradas no discurso enganoso do empreendedorismo, no assédio crescente, no adoecimento, na ausência de proteção sindical ou de formas de organização solidária entre eles.


ARAÚJO, J. N. G. Neoliberalismo e horizontes da precarização do trabalho. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, n. 1, 2020 (adaptado).

Na aula de História, um professor solicitou aos estudantes debater o tema das condições de trabalho contemporâneo com finalidade de elaborar uma nuvem de palavras. Na sequência, pediu que analisassem a charge e o texto. Considerando a temática, a estratégia didática adotada pelo professor objetivou identificar o(a)
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Ano: 2025 Banca: INEP Órgão: INEP Prova: INEP - 2025 - INEP - Filosofia |
Q4145294 Sociologia
Texto para questão


TEXTO 1


O totalitarismo neoliberal


O totalitarismo neoliberal pratica, como dissemos, uma outra forma de imperialismo e, não tendo o Estado nacional como enclave territorial do capital, não precisa de nacionalismos extremados. Sua grande novidade está em definir todas as esferas sociais e políticas não apenas como organizações, mas como um tipo determinado de organização que percorre a sociedade de ponta a ponta e de cima a baixo: a empresa – a escola é uma empresa, o hospital é uma empresa, o centro cultural é uma empresa. Eis por que o Estado é concebido como empresa, sendo por isso espelho da sociedade, e não o contrário, como nos antigos totalitarismos. Vai além: encobre o desemprego estrutural por meio da chamada uberização do trabalho e por isso define o indivíduo não como membro de uma classe social, mas como um empreendimento, uma empresa individual ou “capital humano”, ou como empresário de si mesmo, destinado à competição mortal em todas as organizações, dominado pelo princípio universal da concorrência disfarçada sob o nome de meritocracia (é o que chamo de neocalvinismo). O salário não é visto como tal, e sim como renda individual, e a educação é considerada um investimento para que a criança e o jovem aprendam a desempenhar comportamentos competitivos. Dessa maneira, desde o nascimento até a entrada no mercado de trabalho, o indivíduo é treinado para ser um investimento bem-sucedido e a interiorizar a culpa quando não vence a competição, desencadeando ódios, ressentimentos e violências de todo tipo, particularmente contra imigrantes, migrantes, negros, índios, idosos, mendigos, sofredores mentais, LGBTQ+, destroçando a percepção de si como membro ou parte de uma classe social, destruindo formas de solidariedade e desencadeando práticas de extermínio.


CHAUÍ, M. Anacronismo e Irrupción, n. 18, maio-out. 2020.


TEXTO 2


Após a exposição dos conceitos de meritocracia, capital humano e empreendedor de si, um professor de filosofia apresentou os seguintes dados para os estudantes da 3ª série do Ensino Médio:


• Desigualdade na ocupação de cargos gerenciais: em 2019, os homens ocupavam 62,6% dos cargos gerenciais no Brasil, enquanto as mulheres representavam apenas 37,4%.

• Diferença salarial por gênero: em 2019, os homens recebiam, em média, R$ 3 946,00, enquanto as mulheres ganhavam R$ 2 680,00, resultando em uma diferença salarial de 47,24%.

• Empreendedorismo por raça e gênero: entre os 28,6 milhões de empreendedores existentes no Brasil, 9,8 milhões são homens negros e 8,7 milhões são brancos; 5 milhões são mulheres brancas e 4,7 milhões são negras; além disso, 39% das mulheres brancas têm o Ensino Superior completo, enquanto 45% dos homens negros têm apenas o Ensino Fundamental ou menos.


O perfil do empreendedorismo por raça/cor e gênero no Brasil. Disponível em: www.sebrae.com.br. Acesso em: 24 maio 2025.
Para que os estudantes sejam provocados a realizar uma análise crítica e coerente dos dados, o questionamento que contribui para problematizar essas informações é:
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Q4108112 Sociologia
O modo como os sujeitos produzem sua existência material determina também as formas de organização social e política. Em sociedades capitalistas, a divisão do trabalho e a propriedade privada consolidaram desigualdades entre as classes. Com base nos estudos de Marx e Engels, assinale a alternativa que melhor explica o vínculo entre o trabalho, a estrutura de classes e a desigualdade social.
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Q4108106 Sociologia
De acordo com os ensinamentos de Maria N. B. Wanderley, que estuda as transformações no campo e questiona a visão do rural como atraso, como deve ser compreendido o mundo rural?
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Q4091496 Sociologia
O desenvolvimento da tecnologia da informação possibilitou o surgimento de novas relações de trabalho, entre elas, a modalidade remota, que permite ao trabalhador realizar a sua atividade profissional fora das dependências do empregador. Com base nas reflexões acerca do teletrabalho no Brasil, assinale a alternativa que NÃO apresenta uma característica dessa nova modalidade de trabalho. 
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Q4091493 Sociologia
Segundo dados do IBGE e da PNAD, em 2022, cerca de 1,5 milhão de pessoas trabalharam por meio de plataformas digitais no Brasil, e esse número segue crescendo. De 2015 a 2025, foi registrado um crescimento de 170% no número de trabalhadores de aplicativos, chegando a 2,1 milhões de pessoas. Esses dados refletem uma mudança estrutural no mercado de trabalho brasileiro. Sobre esse novo tipo de relação de trabalho, assinale a alternativa correta. 
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Q4091492 Sociologia
Ao lado de Max Weber e Émile Durkheim, Karl Marx é considerado um dos pais fundadores da sociologia. O pensador alemão contribuiu para o estabelecimento da sociologia com a formulação e discussão, entre outros, dos seguintes conceitos, EXCETO 
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Q3921829 Sociologia
Analise a charge do cartunista Cazo.

Q24.png (344×257)
(https://blogdoaftm.com.br)

Destacada pela charge, a maior demanda por qualificação profissional no campo é explicada pelo
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Q3911059 Sociologia
Leia o texto e analise o inforgráfico a seguir. Imagem associada para resolução da questão

A partir dos anos 1970, autoras feministas marxistas como Angela Davis e Lise Vogel passaram a criticar o marxismo tradicional por não considerar suficientemente as desigualdades de gênero no interior do modo de produção capitalista. Para essas autoras, o patriarcado é um sistema de opressão essencial para a manutenção e o avanço do capitalismo, argumento sustentado pela análise da divisão sexual do trabalho e das formas de exploração da força de trabalho. Os dados do infográfico abaixo são representativos dessa análise.

Sobre os fundamentos teóricos das feministas marxistas e os dados do infográfico, considere as afirmativas a seguir.
I. Embora os dados revelem desigualdade de gênero, a participação masculina nas tarefas domésticas sugere uma tendência à redistribuição mais equilibrada desse trabalho, indicando possível superação da tradicional divisão sexual do trabalho.
II. As feministas marxistas enfatizam que as desigualdades salariais decorrem de fatores culturais, como estereótipos femininos, por exemplo, a fragilidade e atitudes sociais, como a suposta ausência de lide rança das mulheres.
III. A maior carga de trabalho doméstico não remunerado entre as mulheres confirma a crítica feminista marxista de que elas realizam trabalho essencial à reprodução da força de trabalho, sem receber por isso.
IV. A diferença salarial entre homens e mulheres reforça a tese de que a exploração da mais-valia não é uniforme e que o gênero é um vetor estruturante dessa desigualdade.

Assinale a alternativa correta.
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Q3902165 Sociologia
Ser turista é uma das características da experiência moderna e implica, inclusive, status social para muitas pessoas nas sociedades atuais (Urry, 2001). Não viajar pode ser equiparado a não ter um carro ou uma casa propria, e existem aqueles hoje que defendem que é necessário viajar para a saúde física e mental. E, segundo Urry (2001), a prática social do turismo é construída em relacionamento com o seu oposto: as práticas sociais do trabalho, seja das tarefas do lar, seja do emprego remunerado. E é Urry (2001) que afirma: nas sociedades modernas boa parte da população viaja ou irá viajar em algum momento da vida para fins não laborais, mas de pura contemplação e fruição, objetivos de qualquer turista.

URRY, John. O olhar do turista: lazer e viagens nas sociedades contemporâneas. São Paulo: Studio Nobel/SESC, 2001.

Com base no exposto, assinale a afirmação correta. 
Alternativas
Respostas
61: E
62: C
63: B
64: B
65: B
66: C
67: C
68: E
69: D
70: C
71: C
72: D
73: D
74: C
75: A
76: B
77: D
78: D
79: C
80: D