Questões de Concurso Sobre estratificação e desigualdade social em sociologia

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Q4301645 Sociologia
Falar sobre desigualdade social no Brasil é, também, falar sobre desigualdade racial¹. Esta afirmação é fruto das pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, que apontam que as pessoas pretas ou pardas são as que mais sofrem no país com a falta de oportunidades e a má distribuição de renda. Embora representem a maior parte da população (55,8%) e da força de trabalho brasileira (54,9%), apenas 29,9% destas pessoas ocupavam os cargos de gerência, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2018.
Com base no trecho acima e em seus conheicmento ssobre o tema, pode-se afirmar, EXCETO: 
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Q4301644 Sociologia
O tema da desigualdade, sobretudo no Brasil, não é algo novo. O tema é, inclusive, uma característica estrutural do nosso país, alternando em alguns momentos mais aprofundado e, em outros, mais “apaziguado”. A crise desencadeada pelo novo coronavírus escacara essa nossa ferida, mas, também mostra que é possível vivenciarmos um cenário no qual os níveis de desigualdade chegarão a patamares nunca antes assistidos (Fonte: Brasil de Fato, 21 de Maio de 2020).
A esse respeito, pode-se afirmar:
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Q4241105 Sociologia
Apesar de ser um país de muitas riquezas, o Brasil sofre com diversos problemas sociais. Essas condições se fazem presentes nos mais variados âmbitos da sociedade e atingem diferentes grupos, alcançando uma grande parcela da população. Sobre esse assunto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Os problemas sociais prejudicam não apenas o crescimento e o desenvolvimento do país, mas também a saúde e o bem-estar da população.
( ) O Brasil é o único país com mais de 200 milhões de habitantes com um sistema de saúde pública universal e não há ocorrências de espera por atendimentos em nenhuma especialidade.
( ) Um problema social é definido por qualquer condição ou comportamento que traga consequências negativas para um grande número de pessoas, dificultando que atinjam pleno potencial.
( ) Segundo o relatório de desigualdade mundial, o Brasil está entre os países de menor disparidade, mesmo que a metade da população com as menores rendas ganhe 29 vezes menos que os 10% mais ricos.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
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Q4204395 Sociologia

Leia o texto a seguir. 



A natureza dá a entender de um lado sua voz afável e benfeitora, o fanatismo, esse inimigo da natureza, solta uivos; e quando a paz se apresenta aos homens, a intolerância forja suas armas. 



VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Escala: São Paulo, s/d, p. 132



Quais exemplos de intolerância podem ser encontrados nos dias de hoje? 

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Q4203651 Sociologia
No Brasil, as causas do racismo estão associadas à escravização de povos de origem africana, sua tardia abolição e à perpetuação da exclusão social pela deficiência das políticas de inclusão e manutenção de relações desiguais de poder. Quais são dois estudiosos brasileiros que retrataram essa realidade em suas obras? 
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Q4161250 Sociologia
De certa maneira, parece haver se constituído como espécie de senso-comum filosófico a narrativa hegemônica do exclusivo nascimento grego da Filosofia. No entanto, algumas pesquisas se levantam contra esse modelo de narrativa, como é o caso, por exemplo, de uma abordagem filosófica afroperspectivista, que, dentre outras características,

“é pluralista, reconhece diversos territórios epistêmicos, é empenhada em avaliar perspectivas e analisar métodos distintos. Tem uma preocupação especial para a reabilitação e o incentivo de trabalhos africanos e afrodiaspóricos em prol da desconstrução do racismo epistêmico antinegro e da ampliação de alternativas para uma sociedade intercultural e não hierarquizada” (NOGUERA, R. O ensino de filosofia e a lei 10.639. Editora Pallas: Rio de Janeiro, 2011, p. 68-69).

A respeito da noção de racismo epistêmico, considere as afirmações abaixo:
I – No caso da filosofia, esse conceito demonstra que apenas o mundo ocidental pode garantir a filosoficidade de um saber.
II – Ao se arrogarem a autoridade de definir a filosofia, as guerras de colonização produziram epistemicídio, ou seja, o assassinato das maneiras de conhecer e agir dos povos africanos conquistados.
III – Tradicionalmente eurocêntrica, essa visão tenderia a excluir outros estilos, linhas e abordagens filosóficas, negando a legitimidade epistemológica dessas abordagens que não são ocidentais.

A alternativa que reúne as afirmações CORRETAS é:
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Q4161246 Sociologia
No relatório da CPI do Senado sobre o Assassinato de Jovens, publicado em 2016, foi divulgada uma estatística estarrecedora: a cada 23 (vinte e três) minutos, um jovem negro entre 15 e 29 anos é assassinado no Brasil, seja pela omissão do Estado (que permite o surgimento de traficantes e milicianos), seja por ação direta das forças policiais.

Aliás, foi como consequência de assassinato realizado por oficial de polícia contra George Floyd, um homem negro desarmado, rendido e imobilizado, que o movimento Black Lives Matter ganhou maior notoriedade no mundo.

Imagem associada para resolução da questão (Fonte: https://www.flickr.com/photos/gotovan/49958642882. Acesso em: 26/02/2022).

Não é possível asseverar se o debate teórico acerca do racismo precede as manifestações de rua, ou vice-versa. O que se pode notar, todavia, é que acadêmicos e manifestantes se encontram cada vez mais munidos de ferramentas conceituais. O racismo estrutural, por exemplo, é noção que ajuda a compreender que o fenômeno do racismo não é apenas manifestação individual, mas o modus operandi do modelo de organização econômico-social vigente.

Para Almeida (2019), são considerados o cerne da manifestação estrutural do racismo:
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Q4161245 Sociologia
O racismo é fenômeno estrutural que segue impactando profunda e negativamente a vida de tantas pessoas. Elemento central na manutenção de tal fenômeno é o conceito de raça, que remonta a meados do século XVI, e foi utilizado então em referência a distintas categorias de seres humanos. No século XX, a partir dos esforços de parte da antropologia, chegou-se à constatação de que não há nada na realidade natural que corresponda ao conceito de raça.

Acerca de algumas noções indispensáveis para se compreender o racismo, considere as afirmações abaixo:
I – Discriminação racial é a atribuição de tratamento diferenciado a membros de grupos racialmente identificados.
II – Racismo se manifesta apenas por meio de práticas espontâneas que culminam em vantagens e privilégios para indivíduos, a depender do grupo racial ao qual pertençam.
III – Preconceito racial é o juízo baseado em estereótipos acerca de indivíduos que pertençam a um determinado grupo racializado, e que pode ou não resultar em práticas discriminatórias.

Com base nos itens acima, a alternativa que reúne apenas afirmações CORRETAS é:
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Q4161027 Sociologia
Leia o texto a seguir:

“A noção de capital cultural impôs-se, primeiramente, como uma hipótese indispensável para dar conta da desigualdade de desempenho escolar de crianças provenientes das diferentes classes sociais, relacionando o “sucesso escolar”, ou seja, os benefícios específicos que as crianças das diferentes classes e frações de classe podem obter no mercado escolar, à distribuição do capital cultural entre as classes e frações de classe. Este ponto de partida implica em uma ruptura com os pressupostos inerentes, tanto à visão comum que considera o sucesso ou fracasso escolar como efeito das “aptidões” naturais, quanto às teorias do “capital humano”. (NOGUEIRA, M. A.; CATANI, A. M., (Org.). Pierre Bourdieu: escritos de educação. Petrópolis: Vozes, 1998, p. 71).

Sobre os três estados do capital cultural definidos por Bourdieu, assinale a alternativa correta:
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Q4161020 Sociologia
Leia o excerto abaixo:

“[…] É como se tivessem elegido uma casta, a humanidade, e todos que estão fora dela são a sub-humanidade. Não são só os caiçaras, quilombolas e povos indígenas, mas toda vida que deliberadamente largamos à margem do caminho. E o caminho é o progresso: essa ideia prospectiva de que estamos indo para algum lugar. Há um horizonte, estamos indo para lá, e vamos largando no percurso tudo que não interessa […]”. (KRENAK, A. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, 2020, p. 6).

Com relação à diversidade étnico-racial existente no Brasil, qual das seguintes afirmações corrobora a ideia trazida pelo autor?
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Q4153877 Sociologia

Observe o gráfico a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Comparando os gráficos, conclui-se que os dados sobre a população carcerária no Brasil indicam o seguinte problema:

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Q4153858 Sociologia

Um passo além


Formada em relações internacionais pela ESPM, a paulistana Luiza Laloni trabalhava em uma consultoria quando decidiu largar tudo para entender o que queria fazer de verdade. Já que ia começar um plano do zero, aproveitou para realizar um sonho antigo: estudar música. Aos 25 anos, desembarcou em Madri. “Queria ampliar minha visão de mundo”, lembra.


Dois meses depois de chegar, saiu à noite com alguns amigos e acabou conhecendo Ramon Bernat, presidente da Specialisterne, iniciativa que contribui para a inserção de pessoas com autismo no mercado de trabalho. Aquele encontro seria o ponto-chave para seu tão sonhado processo de autoconhecimento. Luiza já não estava tão satisfeita com a música e, quando começou a ouvir Ramon falar, seus olhos brilharam.


O empresário abriu seu negócio por conta de seu filho autista e, com a Specialisterne, conheceu empresas que trabalham com a neurodiversidade – o conceito se refere a pessoas que possuem algum tipo de deficiência intelectual, como autismo, esquizofrenia, síndrome de Asperger e dislexia. Naquela noite, ele falou sobre uma agência de design de um amigo em Barcelona, La Casa de Carlota & Friends, que tinha funcionários com essas condições. Luiza foi se encantando por aquele universo.

“Já no nosso primeiro papo, eu me desinteressei totalmente pela música. Queria aprender algo novo, como design, ainda mais em uma agência neurodiversa”, lembra-se.


Vendo o entusiasmo da jovem, Ramon a chamou para conhecer a empresa do colega. “Queria descobrir o quanto era verdadeiro aquele discurso, como era trabalhar com aquelas pessoas, que, até então, para mim, eram tão diferentes, e como isso iria impactar meu trabalho”, diz Luiza, hoje com 27 anos.


O termo “neurodiversidade” foi criado por Judy Singer, socióloga australiana que tem síndrome de Asperger. A pesquisadora defende que esses estados não são anormalidades, mas, sim, condições que devem ser consideradas. No entanto, por vivermos em uma sociedade neurotípica – em que o “normal” é quem não tem nenhuma limitação intelectual –, criamos padrões comportamentais que não deixam que esses indivíduos tenham oportunidades.


Aquele encontro entre Luiza e Ramon deu tão certo que ela foi contratada pela Casa de Carlota. Mudou de cidade e, no novo trabalho, conheceu o Barcelona Outsider Art Lab (Beau), projeto da agência que cataloga 1,5 mil obras de artes feitas pelos funcionários e as exibe ao público. O objetivo é mostrar o poder transformador da arte e da tecnologia como ferramentas para melhorar a vida dessas pessoas. “Achei incrível e comecei a pensar em trazer isso para o Brasil”, conta.


Foram seis meses para que Luiza conseguisse negociar esse sonho, realizado em agosto do ano passado, quando foi aberta a filial da agência em São Paulo – além de Brasil e Espanha, a agência está em outros dois países. Hoje, Luiza é diretora de operações da Casa de Carlota paulistana, que conta com oito funcionários – há seis designers e um artista plástico com condições como síndrome de Down e autismo, além de uma arquiteta.


“Pensando que não temos nenhum funcionário negro, e eles são maioria no Brasil, o próximo passo é essa contratação”, diz ela. “Busco, claro, negros neurodiversos, mas a diversidade racial e de gênero é uma ponta para que as pessoas comecem a enxergar outros tipos de diversidade ainda pouco observadas por gestores no mundo todo.”


“Hoje, quando saio na rua, penso: ‘Por que não tem alguém com síndrome de Down trabalhando nessa função?’”



ABREU, Amanda. Revista da GOL. São Paulo: Trip propaganda e publi cidade, n. 2016, 2020, p. 88-94. (adaptado)

A ampliação dos ideais de diversidade que sustentam as práticas de Luíza Laloni é pressuposta na seguinte frase:
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Q4152882 Sociologia

Observe o gráfico a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://www.nexojornal.com.br/grafico/2017/01/18/Qual-operfil-da-popula%C3%A7%C3%A3o-carcer%C3%A1ria-brasileira>. Acesso

em: 23 mar. 2022.



Comparando os gráficos, conclui-se que os dados sobre a população carcerária no Brasil indicam o seguinte problema:

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Q4152716 Sociologia
Marx e Engels (1847) afirmaram que a história de todas as sociedades, até os nossos dias, tem sido a história da luta de classes. As lutas engendradas no interior da sociedade capitalista são fruto das próprias contradições produzidas por esse modo de produção atroz que é o capitalismo, visto que coloca as classes fundamentais em permanentes antagonismos e tensões. Para o pensamento marxiano, as classes sociais são constituídas a partir 
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Q4138273 Sociologia
Quais as principais razões para a desproporcionalidade entre Estado e iniciativa privada sobre a oferta de educação superior no Brasil, de acordo com o autor Adriano Senkevics (2021)? 
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Q4137088 Sociologia
No princípio, os seres humanos se cobriam com peles de animais para a proteção do frio e de intempéries da natureza. Com o passar dos séculos, a “roupa” foi ganhando diferentes status e relações com o sujeito. No contexto atual, é errado dizer que a roupa serve só, e somente só, para “a proteção do frio”, ou, ainda, só, e somente só, como adorno. O papel das roupas, no contexto da Moda, se expandiu no período contemporâneo e é entendido como:
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Ano: 2022 Banca: FCM Órgão: IF-BA Prova: FCM - 2022 - IF-BA - Professor PEBTT - História |
Q4118508 Sociologia

Analise o excerto a seguir.



“A venda de uma esposa não era de modo algum um caso fortuito, sendo raramente um evento cômico. Era altamente ritualizada: devia ser realizada em público e com cerimonial estabelecido. É possível que houvesse duas formas de venda de esposa, preferidas em regiões diferentes do país e coincidentes em certos pontos: 1) a forma que requer a publicidade na praça do mercado e o uso da corda amarrando o pescoço ou a cintura da esposa e; 2) a forma que envolve um contrato de venda, firmado na presença de testemunhas, e um ritual abreviado de ‘entrega’ num bar público.”



(THOMPSON, Edward Palmer. Costumes em comum. Trad. São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p. 315 - Adaptado)



É reconhecida a contribuição do historiador britânico Edward P. Thompson para a compreensão da formação da classe operária inglesa e, consequentemente, do próprio conceito de classe social de forma mais abrangente.



Considerando-se essa contribuição, é correto afirmar que o texto de Thompson

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Q4103871 Sociologia

Leia o texto a seguir.



[…] envolve todas as formas de construção social, cultural e linguística implicadas com os processos que diferenciam mulheres e homens. Esse conceito tem o objetivo de distinguir as diferenças sociais e culturais do homem e da mulher, de modo a enfatizar as suas características.



Disponível em:

<https://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/1083/pdf>.

Acesso em: 12 set. 2022. 



O texto trata do conceito de 

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Q4097485 Sociologia

Veja a imagem a seguir. 


Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <https://veja.abril.com.br/wpcontent/uploads/2021/04/FOTO-HISTORICA-CAPA-LIVRO-TORTOARADO.jpg.jpg?quality=70&strip=info&resize=850,567>. Acesso em: 7 set. 22. 



Na imagem, vê-se a capa colorida do premiado livro de Itamar Vieira Junior, Torto Arado (2018), ao lado da também icônica e premiada foto preto-e-branco original do italiano Giovanni Marrozzini (2010), que serviu como inspiração para a capa do livro do autor brasileiro. A partir dessas informações, a imagem do livro de Vieira Júnior representa 

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Q4097483 Sociologia

Leia a tirinha a seguir. 



Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: <http://www.blogdealtaneira.com.br/2018/07/meritocracia-e-igualdadede-condicoes-e.html>. Acesso em: 27 ago. 2022.



Na tirinha apresentada, o cartunista usa da ironia para  

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Respostas
881: E
882: C
883: A
884: C
885: D
886: D
887: D
888: C
889: D
890: A
891: A
892: D
893: A
894: A
895: A
896: C
897: C
898: C
899: C
900: C