Questões de Concurso
Sobre balanço patrimonial em contabilidade geral
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A seguir, são apresentados o balancete de verificação e a DRE (ajustes) relativos a demonstrações contábeis de determinada empresa, para os três últimos exercícios (X1, X2 e X3), em ordem ascendente e em ordem alfabética das contas.

Considere as seguintes observações, pertinentes para a resolução das questões. • O ciclo operacional e financeiro da empresa é de 365 dias.
• A conta “contas a pagar” é para fornecedores.
• Na análise horizontal (AH), quando não destacado, o ano-padrão (início) é tomado como data base, conforme pacificado pelo mercado.
• Nos cálculos da AH, da análise vertical (AV) e dos indicadores, é recomendado o levantamento do balanço patrimonial na ordem ascendente: do ano 1 (X1) para o ano 3 (X3).
• Todos os cálculos finais devem apresentar os resultados com duas casas decimais.
• Os indicadores devem ser calculados com a utilização de fórmulas-padrão pacificadas no mercado. Por exemplo, no caso de indicadores de rentabilidade, não é necessário levantar o lucro operacional líquido ajustado com a retirada da despesa financeira e dos efeitos do imposto de renda (economia financeira).
• Para o cálculo de investimentos, não é necessária a retirada do passivo de funcionamento (não oneroso).
• Não é exigido cálculo para apurar a eficiência requerida na
análise avançada, ou seja, não é necessário levantar as médias
(ativo médio, patrimônio líquido médio etc.), salvo quando a
fórmula-padrão original assim o exigir (por
exemplo,
= 365, em que PME representa o
prazo médio de estocagem, EMMP, o estoque médio de
matéria-prima, e CA, o consumo anual).
Considerando-se essa situação hipotética e os devidos ajustes para eliminar a desconformidade das demonstrações contábeis da empresa, é correto afirmar que
As despesas de caráter continuado deverão ter uma estimativa do impacto econômico‑financeiro e demonstrar a origem dos recursos, inclusive para os juros e para a amortização da dívida.
O balanço patrimonial e a demonstração das variações patrimoniais são os principais instrumentos que refletem o reconhecimento, a mensuração e a evidenciação dos ativos e passivos e de suas variações patrimoniais.
A depreciação e a amortização não se aplicam a partir de quando o ativo se torna obsoleto ou é retirado temporariamente de operação.
Suponha‑se que a relação entre o exigível em longo prazo e o patrimônio de uma empresa seja de 1,2. Nesse caso, é correto afirmar que essa empresa terá um passivo a descoberto que corresponde a 20% de seus recursos próprios.
Considerando‑se o quociente (lucro antes dos juros e impostos + depreciação) / (juros + amortização), conclui‑se que, quanto menor, maior a capacidade financeira da empresa de quitar suas dívidas com os resultados operacionais.
As obrigações pelo valor atualizado até a data do balanço obedecem ao critério de avaliação pelo custo histórico do passivo.
O critério para determinar a relevância de um investimento é a relação entre seu valor contábil e o patrimônio líquido da investidora: a partir de 10% para cada coligada ou controlada; ou de 15% para o conjunto das coligadas e controladas.
Resultados abrangentes são mutações que não afetam o patrimônio líquido, mas serão, obrigatoriamente, reconhecidos no resultado do exercício.
Entre as mutações do patrimônio líquido que decorrem de transações de capital com os sócios, cita‑se a venda de ações ou quotas de capital em tesouraria.
Um dos critérios para classificar um ativo circulante é a expectativa de que seja realizado ou a pretensão de que seja vendido ou consumido no decurso normal do ciclo operacional da entidade.
No método direto de apuração do caixa das atividades operacionais, um acréscimo no saldo das contas do passivo circulante vinculadas às operações diminui o caixa, e uma diminuição provoca um aumento no caixa.
Segundo o CPC, o conjunto obrigatório completo de demonstrações contábeis inclui, pelo menos: o balanço patrimonial no início do período; a demonstração de lucros e perdas; a demonstração de lucros ou prejuízos acumulados; e a demonstração das origens e das aplicações de recursos.
Por meio do método da equivalência patrimonial, o valor contábil do investimento em coligada deve ser aumentado ou diminuído pelo reconhecimento da participação do investidor nos lucros ou nos prejuízos do período.