Questões de Concurso
Sobre linguagens artísticas em educação artística
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PALLOTTINI, Renata. O que é dramaturgia. São Paulo: Brasiliense, 2005. p. 14-15 (Adaptação).
Com o advento de uma nova dramaturgia, surgiu uma nova figura na feitura do ato teatral. A figura a que se faz referência é a
Segundo Martins, Picosque e Guerra (2009), as gramáticas das diferentes linguagens da arte podem ser abordadas separadamente, mas muitas vezes elas são imbricadas em inventivas formas poéticas que dão novas feições a cada uma delas.
Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, relacionando adequadamente as descrições das linguagens artísticas com os recursos das suas realizações.
COLUNA I
1. Teatro, dança, música, artes visuais
2. Artes cênicas
3. Novas estéticas em teatro
COLUNA II
( ) Cenografia, ambientação, figurino
( ) Recursos tecnológicos, projeções, luz
( ) Instalação, videoclipe, performance
Assinale a sequência correta.
A respeito das duas bases teóricas citadas no texto que informam os PCNs para o ensino de Música, assinale a afirmativa correta.

RUGENDAS, J. M., Lundu, 1835.
Os testemunhos a seguir atribuem a proveniência do lundu à combinação de elementos afro-ibéricos, à exceção de um. Assinale-o.
As afirmativas a seguir identificam corretamente influências que contribuíram para o desenvolvimento e posterior fixação da forma do samba urbano, à exceção de uma. Assinale-a.

São características das partituras gráficas, como as exemplificadas, à exceção de uma. Assinale-a.
No início do século XIX, o Romantismo repensa o estatuto da música ocidental, afirmando que

Wassily Kandinsky, Impressão III (concerto), 1911.
Na música e na pintura, o abstracionismo
Dessa posição decorre que, para os autores, a escuta ativa, própria da apreciação musical,
Uma cidade de cultura própria desenvolve-se dentro do Rio. Uma cidade que cresce e assume características muito específicas. Cidade que o Rio, de modo geral, desconhece ou ignora. Ou porque o Rio só sabe reconhecer os uniformes e os clichês, as gírias e os modismos da Zona Sul; ou porque prefere ignorar ou minimizar essa cidade absolutamente singular e destacada, classificando-a no arquivo descompromissado do modismo; ou porque considera mais prudente ignorá-la na sua inquietante realidade. A essa população que não tem samba e feijoada entre as suas manifestações cotidianas e folclóricas. Embora possa até gostar de samba e feijoada como qualquer estrangeiro gosta. Uma população cujos olhos e cujos interesses voltam-se para modelos nada brasileiros. População que forma uma cidade móvel, cujo centro se desloca permanentemente – ora está em Colégio, onde fica o clube Coleginho, considerado um dos primeiros templos do soul, ora em Irajá, ora em Marechal Hermes ou em Rocha Miranda, ora em Nilópolis ou na Pavuna. Cujos pontos de encontro e de decisão são as calçadas do Grande Rio, em Madureira ou no Calçadão, em Caxias; em Vilar dos Teles ou na Rua Sete de Setembro, no Centro do Rio. Uma cidade cujos habitantes se intitulam a si mesmos de blacks ou de browns; cujo hino é uma canção de James Brown ou uma música dos Blackbyrds; cuja bíblia é Wattstax, a contrapartida negra de Woodstock; cuja linguagem incorporou palavras como brother e white; cuja bandeira traz estampada a figura de James Brown ou de Ruff Thomas; cujo lema é I am somebody; cujo modelo é o negro americano, embora sobre a cópia já se criem originalidades.
FRIAS, L. Jornal do Brasil, 17 jul. 1976 (fragmento).
Esse texto é parte de uma reportagem publicada em 17 de julho de 1976 no Caderno B do Jornal do Brasil e que ocupou mais de três páginas inteiras daquele periódico. Ela foi um marco para a black music no Brasil, vinculando o nome Black Rio ao movimento carioca que, em 2018, foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio de Janeiro.
Sobre o movimento Black Rio, é correto afirmar que
As pesquisas empreendidas pelos músicos ao longo do século XX provocaram, de fato, uma verdadeira revolução, tanto na maneira de ouvir música quanto na forma de compor, ao