Questões de Concurso
Sobre conceitos fundamentais em arquivologia
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A análise tipológica permite ao arquivista verificar se o conjunto homogêneo de atos está expresso em um conjunto homogêneo de documentos.
Para fazer análise tipológica a partir da diplomática, inicia-se pelo princípio da proveniência.
Quando se realiza análise tipológica na arquivística, para cada tipo documental é necessário ter a sua definição, os caracteres externos, o gênero, o suporte e a forma.
Não é necessário fazer a identificação das funções atípicas circunstanciais das entidades produtoras acumuladoras de documentos em análise tipológica na arquivística.
O item atribuições da entidade produtora acumuladora faz parte do elenco de elementos necessários para se fazer análise tipológica na arquivística.
A vantagem de se conhecer a espécie documental em trabalho arquivístico é que, com esse conhecimento, pode-se identificar o veículo que tenha servido como base jurídica para validar o conteúdo do documento, tornando-o legítimo, fidedigno e credível.
Ingresso, índice, expediente, fluxograma e resumo são diplomas e, portanto, tipos documentais.
Relatório de atividades, ata de reunião e boletim informativo são exemplos de tipos documentais que podem ser encontrados nas instituições públicas brasileiras.
A junção de uma espécie documental com a função que lhe deu origem caracteriza o gênero documental.
Os instrumentos de pesquisa nos arquivos seguiram, durante muito tempo, os caminhos impostos pela historiografia.
A criação de documentos de arquivos visa adequar a espécie documental ao conteúdo que se pretende divulgar.
O princípio da ordem original pode ser entendido como um princípio de classificação de documentos de arquivo.
A destinação final de documentos estabelecida na tabela de temporalidade — que é atribuída à série documental — é uma das possibilidades apresentadas na literatura arquivística.
O principal objetivo da Norma Internacional para Descrição de Instituições com Acervo Arquivístico (ISDIAH) é proporcionar a descrição de instituições arquivísticas. Apesar de sua aplicação ocorrer apenas no âmbito de instituições de arquivo, é possível também, pelo uso da norma, fazer-se o estabelecimento de relações com listas de autoridades de bibliotecas e museus.
Os documentos intermediários são aqueles que não possuem uso corrente nas entidades produtoras e aguardam a eliminação ou a transferência para guarda permanente.
O segundo grau do princípio da proveniência, plenamente reconhecido na arquivologia, é indispensável para a existência do fundo de arquivo.
A condição de documento de arquivo é determinada, também, pelo suporte por meio do qual a informação é apresentada.
O princípio da unicidade indica que o documento de arquivo é único. Dessa forma, o documento original se opõe as suas cópias.
Um fundo fechado pode receber documentos, ainda que as atividades da sua instituição de origem tenham se encerrado.
Os processos administrativos são os tipos documentais mais comuns nos arquivos permanentes.