Questões de Concurso
Sobre urbanismo em arquitetura
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Qualquer terreno com declividade está exposto aos efeitos das chuvas e da erosão, dependendo da natureza do material, do ângulo da inclinação e da cobertura vegetal. Com relação a terrenos com pouca declividade, em função de sua cobertura, marcar C para as afirmativas Corretas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Declividade < 0,5%: o escoamento da chuva ocorrerá se o terreno possuir área pavimentada ou adequadamente drenada.
( ) Declividade < 0,5 a 1,9%: terreno com bom escoamento, podendo ser utilizado um gramado, não sendo conveniente colocar árvores.
( ) Declividade > 2%: a água da chuva não escoa, devendo ser usada como reserva ecológica ou drenada, sendo essa a solução geralmente mais cara.
( ) Considera-se loteamento a subdivisão de gleba em lotes destinados à edificação, com aproveitamento do sistema viário existente, desde que não implique na abertura de novas vias e logradouros públicos, nem no prolongamento, modificação ou ampliação dos já existentes. ( ) Considera-se lote o terreno servido de infraestrutura básica cujas dimensões atendam aos índices urbanísticos definidos pelo plano diretor ou lei municipal para a zona em que se situe. ( ) A infraestrutura básica dos parcelamentos situados nas zonas habitacionais declaradas por lei como de interesse social (ZHIS) consistirá, no mínimo, de: vias de circulação; escoamento das águas pluviais; rede para o abastecimento de água potável; e soluções para o esgotamento sanitário e para a energia elétrica domiciliar. ( ) Um dos requisitos urbanísticos a ser atendido nos loteamentos é de que ao longo das águas correntes e dormentes e das faixas de domínio público das rodovias e ferrovias será obrigatória a reserva de uma faixa não edificável de 15 (quinze) metros de cada lado, salvo maiores exigências da legislação específica.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
A lei de zoneamento municipal divide a cidade em áreas e determina o que pode ser construído em cada uma delas. As exigências mais comuns das prefeituras estão relacionadas na coluna A e na B as definições. Relacione a coluna B com a coluna A.
COLUNA A
I. Recuos laterias e frontais.
II. Taxa de ocupação.
III. Coeficiente de aproveitamento.
IV. Altura máxima.
COLUNA B
( ) Determina o gabarito máximo da edificação.
( ) Distância a ser respeitada entre a construção e os limites
dos terrenos.
( ) Quantidade máxima de área construída, somando todos os
pavimentos.
( ) Percentual do terreno em que poderá ser construído.
Marque a opção que indica a sequência CORRETA.
A irregularidade fundiária coloca-se como problema histórico na ocupação do território brasileiro. O mero apossamento de fato da terra nos períodos colonial, imperial e republicano é continuamente rejeitado para receber uma tutela normativamente rígida e executivamente negligente por parte do Estado. [...] Séculos mais tarde, a transição do Brasil de um país rural para urbano até o final dos anos 60 não alterou essa realidade, mantendo-se a segregação socioespacial e os óbices ao exercício da cidadania. [...] Em 2002, o Banco Mundial indicava que 70% dentre um milhão de moradias construídas no país eram ilegais [...]. O país até hoje tem dificuldades em estimar a população residente em assentamentos irregulares urbanos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) subdimensiona a situação fundiária da moradia nas informações censitárias, “uma vez que moradores de favelas e loteamentos irregulares se autodeclaram proprietários” [...]. Tampouco são suficientemente publicizados dados dos cadastros imobiliários municipais ou federais, bem como dados registrais. Além disso, o problema extrapola as metrópoles do país, ocorrendo também nas médias e pequenas cidades. [...] A irregularidade fundiária e sua escala – ainda que desconhecida com precisão – indicam não ser “mero sintoma de modelo de desenvolvimento, mas o modelo ele mesmo.”
(ALMEIDA, Guadalupe M. J. Abib de et al. A política nacional de regularização fundiária: capacidades institucionais dos municípios na implementação do Programa Federal Papel Passado e suas implicações na gestão do território. v. 17 n. 1 (2017): Anais do XVII ENANPUR)
Com relação ao texto, é correto afirmar que os autores
O Brasil é um país de cidades novas. A maior parte de seus núcleos urbanos surgiu no século passado. Há cidades, entretanto, que já existem há bastante tempo. Coevas dos primeiros tempos da colonização, algumas delas já ultrapassaram inclusive a marca do quarto centenário. Poucas são as cidades brasileiras, entretanto, que ainda apresentam vestígios materiais consideráveis do passado. [...] Há, entretanto, algo novo acontecendo em todas elas. Independente de qual tenha sido o estoque de materialidades históricas que tenham conseguido salvar da destruição, as cidades do país vêm hoje engajando-se decisivamente num movimento de preservação do que sobrou de seu passado, numa indicação flagrante de que muita coisa mudou na forma como a sociedade brasileira se relaciona com suas memórias.
(ABREU, Maurício. Sobre a memória das cidades. In: CARLOS, Ana Fani A. et al (orgs). A Produção do Espaço Urbano. Agentes e processos, escalas e desafios. São Paulo: Contexto, 2012. P. 21 e 22)
Depreende-se do texto que o autor
SÃO PAULO (ESTADO). Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU).
Com base nestas informações, tem-se que o lado da quadrícula mede