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"ChatGPT X builds _____ the foundations"



Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
Texto 2
COMO A CIÊNCIA DEFINE O QUE E´ TEMPO?



LAPOLA, Marcelo. Como a ciência define o que é tempo?, 2024. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/colunistas/quanticas/coluna/2024/06 /como-a-ciencia-define-o-que-e-tempo-fisico-explica-entenda.ghtml. Acesso em: 27 de ago. de 2024. (texto adaptado)
I. No texto 1, o personagem que relata a história do pai quis, com tal relato fantástico em relação ao tempo, mostrar seus dotes de contador de história, visto não confiar nas próprias habilidades como homeopata.
II. No texto 2, o tempo, à luz da ciência, é definido como uma dimensão determinada da natureza por diversas mentes brilhantes no decorrer da história.
III. Os textos 1 e 2 tratam a percepção da relatividade do tempo, valendo-se de tipologias textuais distintas.
Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):



“O tempo também tem uma dimensão psicológica. Nossa percepção dele pode variar dependendo de nossas experiências e estados mentais.” (linhas 28 e 29)
Uma estratégia do gênero narrativo é o uso de tempo psicológico, quando a medição temporal não é feita simplesmente pelo relógio ou pelo calendário, mas sim pelas emoções expostas de forma relativa pelo narrador ou pelos personagens. O fragmento do texto 1 que pode servir de exemplo ao que foi dito de forma teórica no fragmento destacado do texto 2 é:



O trecho destacado estabelece com um termo da oração anterior o sentido de:






Para Santo Agostinho, o tempo apresentava uma “natureza paradoxal”. Os elementos que compõem esse paradoxo, segundo o pensador, são:






“Contudo, temos uma pergunta a responder antes disso: afinal, o que é tempo?” (linhas 4 e 5)
A alternativa em que o conectivo destacado foi alterado preservando o sentido do texto original é:



I. Em “Vamos explorar as várias perspectivas que têm moldado nossa compreensão dessa dimensão misteriosa” (linhas 7 e 8), o termo em destaque é um pronome relativo que exerce função de sujeito.
II. Em “Se ninguém me perguntar, eu sei [...]” (linhas 14 e 15), o pronome em destaque exerce a função de objeto indireto.
III. Em “Nessa visão, o tempo é tratado como uma dimensão semelhante às três dimensões espaciais [...]” (linhas 24 e 25), o termo em destaque é um adjunto adverbial que indica assunto.
Está(ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):



A alternativa em que a palavra em negrito mantém o valor morfossintático e semântico do vocábulo destacado no trecho acima é:



Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
“Bebera o resto do elixir, e assim como a primeira metade lhe dera a vida, a segunda dava-lhe a morte. E, dito isto, expirou.” (linhas 95 e 96, texto 1)
No excerto apresentado, temos as seguintes figuras de linguagem:
Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
“— Não, disse ele. Pirajuá não bebe. Pirajuá quer morrer. Está cansado, viu muita lua, muita lua. Pirajuá quer descansar na terra, está aborrecido.” (linhas 56 e 57)
As palavras podem ser usadas com sentidos vários a depender do contexto empregado. O sentido a que se quer alcançar com a reiteração do termo “muita lua” é:
Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
I. A quebra de um princípio lógico das leis naturais, característica marcante nas obras machadianas, é apresentada no conto por um narrador onisciente.
II. Com linguagem culta e direta, detalhando com precisão cenas e personagens, a obra de Machado de Assis pode ser inserida na escola literária realista, assim como, a narrativa concisa representa a oposição dentre os dois planos: real e irreal com elementos inverossímeis, característicos da literatura fantástica.
III. A dificuldade inicial da descrença dos interlocutores é exemplificada em “— Logo, não era imortal, concluiu o tabelia˜ o triunfante. Imortal se diz quando uma pessoa não morre, mas seu pai morreu.” (linhas 20 e 21) e perdura até o encerramento da narrativa, exemplificando assim um recurso retórico utilizado pelo autor na tentativa de convencimento dos personagens.
Está (ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):
Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
“Tinha provado tudo, esgotado tudo; agora era a repetição, a monotonia, sem esperanças, sem nada. Tinha de relatar a outros filhos, vinte ou trinta séculos mais tarde, o que me estava agora dizendo; e depois a outros, e outros, e outros, um não acabar mais nunca.” (texto 1, linhas 89 a 91)
Assinale a alternativa que apresenta a mesma classificação do elemento coesivo em destaque:
Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
I. Em “[...] chegara a` vila, dez ou doze dias antes” (linha 9), a ocorrência do acento crase justifica-se, pois o verbo anterior, regente, exige a preposição “a” e o termo posterior exige o artigo “a”.
II. O segmento “[...] foi à rede de meu pai” (linha 37) pode ser adaptado para “[...] foi até a rede de meu pai” sem prejudicar a correção e o sentido original, visto que exemplifica o emprego facultativo da crase.
III. O sinal indicativo de crase, em “E pensando assim, resolveu transportar-se ao lugar, à margem do arroio, tirou o boião, e bebeu a metade do conteúdo.” (linhas 69 e 70) é um caso obrigatório em razão da locução prepositiva presente no segmento e apresenta um verbo bitransitivo.
Está (ão) CORRETA(S) apenas a(s) assertiva(s):
Texto 1
O IMORTAL





ASSIS, Machado. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994 (texto adaptado).
“Estupefação dos ouvintes, que eram dois, o coronel Bertioga, e o tabelião da vila, João Linhares.” (linha 4)
O vocábulo afim ao campo semântico da palavra “estupefação” e´ :