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Q3517259 Português
Texto 1 


Dinossauro na internet


Walcyr Carrasco


    Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. À máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas para digitar textos foram se tornando mais fáceis. Ainda me considerava uma sumidade em tecnologia, até ver um garotinho de 8 anos baixar programas de celular. Que vergonha! Eu sou do tipo que quase consegue baixar um programa. Mas no último segundo vem uma pergunta a que não sei responder. Uma vez o celular travou. Muitas, o proprio computador. Mas o menininho teclava como se não tivesse feito outra coisa na vida.

    Tudo está se tornando complicado demais. Eu me confundo até com o controle remoto da televisdo e do DVD. Não é brincadeira: se coloco um filme, vem a imagem, mas não o som. Ou consigo ouvir os diálogos, mas a tela fica preta. No carro, quase enlouqueço se alguém tira da minha estação predileta. Escapei de bater tentando captar musica cléssica. Já consigo falar no meu celular, mandar torpedos e fotografar. Só me atrapalho para achar um endereço no Google em menos de dez minutos! 

    Entrei com cautela no universo das redes de relacionamento. Logo fiquei fascinado. Há alguns anos era louco pelo Orkut. Criei um grupo de amigos. Todas as noites nos encontrávamos virtualmente. A relação se tornou tão próxima que certa vez convidei dez amigos virtuais para jantar em casa. De sobremesa, servi bolo com uma miniatura de mim mesmo e morcegos de glacê - como só entrava de madrugada, chamavam-me carinhosamente de Morcegão. Algumas dessas pessoas permanecem na minha vida até hoje. Do Orkut, eu me distanciei. Não fui o único. Passei a ouvir com frequência o termo "orkuticidio". Isso acontece quando a pessoa elimina sua página e abandona seus contatos. Isso eu não cheguei a fazer. Já não entro todos os dias.

    Surgiram novos sites de relacionamento, com mais ferramentas, como o Facebook e o Twitter. O Orkut reagiu: transformou-se, abrindo novas possibilidades de interação. Imagino os milhões de dólares gastos para reprogramar o site. Tentei, mas não consegui me adaptar ao novo Orkut. Voltei ao antigo. Muita gente que conheço fez o mesmo. Ou abandonou de vez. "Ficou muito complicado"- foi a frase que mais ouvi. Embora, na prática, seu nível de dificuldade tenha se tornado semelhante ao do Facebook, para onde essas pessoas migraram. E o Second Life? Foi uma febre! Havia até disputa para "comprar" avenidas, anunciar nas ruas do universo virtual. Imagino que muita gente ainda se divirta com ele, mas não conheço ninguém.

    Agora o Twitter lançou uma nova versão. Tentei incorporá-la. Duas horas depois, irritado, voltei à anterior. Muitas pessoas que me seguem também não se adaptaram. Melhor dizendo: assustam-se somente os mais velhos. Crianças e jovens adaptam-se facilmente. A cada complicação, eu me sinto mais excluído. "Ah, eu não sabia" tornou-se uma frase comum no meu vocabulário. Sou louco pela internet. Como não ficar para trás? Daqui a pouco vou ter de tomar aulas para entender as novidades! Talvez meu "professor" tenha 8 ou 9 anos de idade! É um mistério: como crianças que mal sabem ler e escrever são capazes de entender programas complexos? E uma nova evolução da espécie, que desembarca no mundo com cérebro cibernético? E eu, sou um dinossauro em extinção?


Disponivel em: <<https://vejasp.abril.com.br/cidades/dinossaurona-internet>>. Acesso em: 18 de outubro de 2024.

No inicio do terceiro, do quarto e do quinto parágrafos, constata-se:
Alternativas
Q3517258 Português
Texto 1 


Dinossauro na internet


Walcyr Carrasco


    Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. À máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas para digitar textos foram se tornando mais fáceis. Ainda me considerava uma sumidade em tecnologia, até ver um garotinho de 8 anos baixar programas de celular. Que vergonha! Eu sou do tipo que quase consegue baixar um programa. Mas no último segundo vem uma pergunta a que não sei responder. Uma vez o celular travou. Muitas, o proprio computador. Mas o menininho teclava como se não tivesse feito outra coisa na vida.

    Tudo está se tornando complicado demais. Eu me confundo até com o controle remoto da televisdo e do DVD. Não é brincadeira: se coloco um filme, vem a imagem, mas não o som. Ou consigo ouvir os diálogos, mas a tela fica preta. No carro, quase enlouqueço se alguém tira da minha estação predileta. Escapei de bater tentando captar musica cléssica. Já consigo falar no meu celular, mandar torpedos e fotografar. Só me atrapalho para achar um endereço no Google em menos de dez minutos! 

    Entrei com cautela no universo das redes de relacionamento. Logo fiquei fascinado. Há alguns anos era louco pelo Orkut. Criei um grupo de amigos. Todas as noites nos encontrávamos virtualmente. A relação se tornou tão próxima que certa vez convidei dez amigos virtuais para jantar em casa. De sobremesa, servi bolo com uma miniatura de mim mesmo e morcegos de glacê - como só entrava de madrugada, chamavam-me carinhosamente de Morcegão. Algumas dessas pessoas permanecem na minha vida até hoje. Do Orkut, eu me distanciei. Não fui o único. Passei a ouvir com frequência o termo "orkuticidio". Isso acontece quando a pessoa elimina sua página e abandona seus contatos. Isso eu não cheguei a fazer. Já não entro todos os dias.

    Surgiram novos sites de relacionamento, com mais ferramentas, como o Facebook e o Twitter. O Orkut reagiu: transformou-se, abrindo novas possibilidades de interação. Imagino os milhões de dólares gastos para reprogramar o site. Tentei, mas não consegui me adaptar ao novo Orkut. Voltei ao antigo. Muita gente que conheço fez o mesmo. Ou abandonou de vez. "Ficou muito complicado"- foi a frase que mais ouvi. Embora, na prática, seu nível de dificuldade tenha se tornado semelhante ao do Facebook, para onde essas pessoas migraram. E o Second Life? Foi uma febre! Havia até disputa para "comprar" avenidas, anunciar nas ruas do universo virtual. Imagino que muita gente ainda se divirta com ele, mas não conheço ninguém.

    Agora o Twitter lançou uma nova versão. Tentei incorporá-la. Duas horas depois, irritado, voltei à anterior. Muitas pessoas que me seguem também não se adaptaram. Melhor dizendo: assustam-se somente os mais velhos. Crianças e jovens adaptam-se facilmente. A cada complicação, eu me sinto mais excluído. "Ah, eu não sabia" tornou-se uma frase comum no meu vocabulário. Sou louco pela internet. Como não ficar para trás? Daqui a pouco vou ter de tomar aulas para entender as novidades! Talvez meu "professor" tenha 8 ou 9 anos de idade! É um mistério: como crianças que mal sabem ler e escrever são capazes de entender programas complexos? E uma nova evolução da espécie, que desembarca no mundo com cérebro cibernético? E eu, sou um dinossauro em extinção?


Disponivel em: <<https://vejasp.abril.com.br/cidades/dinossaurona-internet>>. Acesso em: 18 de outubro de 2024.

Observe os termos destacados nos dois fragmentos abaixo.

I- "(...) fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal." 1° §.
II- "A máquina era um trambolho com programas complicados." 1° §.

Assinale a opção em que as expressões sublinhadas têm a mesma relação lexical observada nos fragmentos acima.
Alternativas
Q3517257 Português
Texto 1 


Dinossauro na internet


Walcyr Carrasco


    Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. À máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas para digitar textos foram se tornando mais fáceis. Ainda me considerava uma sumidade em tecnologia, até ver um garotinho de 8 anos baixar programas de celular. Que vergonha! Eu sou do tipo que quase consegue baixar um programa. Mas no último segundo vem uma pergunta a que não sei responder. Uma vez o celular travou. Muitas, o proprio computador. Mas o menininho teclava como se não tivesse feito outra coisa na vida.

    Tudo está se tornando complicado demais. Eu me confundo até com o controle remoto da televisdo e do DVD. Não é brincadeira: se coloco um filme, vem a imagem, mas não o som. Ou consigo ouvir os diálogos, mas a tela fica preta. No carro, quase enlouqueço se alguém tira da minha estação predileta. Escapei de bater tentando captar musica cléssica. Já consigo falar no meu celular, mandar torpedos e fotografar. Só me atrapalho para achar um endereço no Google em menos de dez minutos! 

    Entrei com cautela no universo das redes de relacionamento. Logo fiquei fascinado. Há alguns anos era louco pelo Orkut. Criei um grupo de amigos. Todas as noites nos encontrávamos virtualmente. A relação se tornou tão próxima que certa vez convidei dez amigos virtuais para jantar em casa. De sobremesa, servi bolo com uma miniatura de mim mesmo e morcegos de glacê - como só entrava de madrugada, chamavam-me carinhosamente de Morcegão. Algumas dessas pessoas permanecem na minha vida até hoje. Do Orkut, eu me distanciei. Não fui o único. Passei a ouvir com frequência o termo "orkuticidio". Isso acontece quando a pessoa elimina sua página e abandona seus contatos. Isso eu não cheguei a fazer. Já não entro todos os dias.

    Surgiram novos sites de relacionamento, com mais ferramentas, como o Facebook e o Twitter. O Orkut reagiu: transformou-se, abrindo novas possibilidades de interação. Imagino os milhões de dólares gastos para reprogramar o site. Tentei, mas não consegui me adaptar ao novo Orkut. Voltei ao antigo. Muita gente que conheço fez o mesmo. Ou abandonou de vez. "Ficou muito complicado"- foi a frase que mais ouvi. Embora, na prática, seu nível de dificuldade tenha se tornado semelhante ao do Facebook, para onde essas pessoas migraram. E o Second Life? Foi uma febre! Havia até disputa para "comprar" avenidas, anunciar nas ruas do universo virtual. Imagino que muita gente ainda se divirta com ele, mas não conheço ninguém.

    Agora o Twitter lançou uma nova versão. Tentei incorporá-la. Duas horas depois, irritado, voltei à anterior. Muitas pessoas que me seguem também não se adaptaram. Melhor dizendo: assustam-se somente os mais velhos. Crianças e jovens adaptam-se facilmente. A cada complicação, eu me sinto mais excluído. "Ah, eu não sabia" tornou-se uma frase comum no meu vocabulário. Sou louco pela internet. Como não ficar para trás? Daqui a pouco vou ter de tomar aulas para entender as novidades! Talvez meu "professor" tenha 8 ou 9 anos de idade! É um mistério: como crianças que mal sabem ler e escrever são capazes de entender programas complexos? E uma nova evolução da espécie, que desembarca no mundo com cérebro cibernético? E eu, sou um dinossauro em extinção?


Disponivel em: <<https://vejasp.abril.com.br/cidades/dinossaurona-internet>>. Acesso em: 18 de outubro de 2024.

No período: "Tudo está se tornando complicado demais." 2° §, a palavra destacada é um pronome:
Alternativas
Q3517256 Português
Texto 1 


Dinossauro na internet


Walcyr Carrasco


    Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. À máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas para digitar textos foram se tornando mais fáceis. Ainda me considerava uma sumidade em tecnologia, até ver um garotinho de 8 anos baixar programas de celular. Que vergonha! Eu sou do tipo que quase consegue baixar um programa. Mas no último segundo vem uma pergunta a que não sei responder. Uma vez o celular travou. Muitas, o proprio computador. Mas o menininho teclava como se não tivesse feito outra coisa na vida.

    Tudo está se tornando complicado demais. Eu me confundo até com o controle remoto da televisdo e do DVD. Não é brincadeira: se coloco um filme, vem a imagem, mas não o som. Ou consigo ouvir os diálogos, mas a tela fica preta. No carro, quase enlouqueço se alguém tira da minha estação predileta. Escapei de bater tentando captar musica cléssica. Já consigo falar no meu celular, mandar torpedos e fotografar. Só me atrapalho para achar um endereço no Google em menos de dez minutos! 

    Entrei com cautela no universo das redes de relacionamento. Logo fiquei fascinado. Há alguns anos era louco pelo Orkut. Criei um grupo de amigos. Todas as noites nos encontrávamos virtualmente. A relação se tornou tão próxima que certa vez convidei dez amigos virtuais para jantar em casa. De sobremesa, servi bolo com uma miniatura de mim mesmo e morcegos de glacê - como só entrava de madrugada, chamavam-me carinhosamente de Morcegão. Algumas dessas pessoas permanecem na minha vida até hoje. Do Orkut, eu me distanciei. Não fui o único. Passei a ouvir com frequência o termo "orkuticidio". Isso acontece quando a pessoa elimina sua página e abandona seus contatos. Isso eu não cheguei a fazer. Já não entro todos os dias.

    Surgiram novos sites de relacionamento, com mais ferramentas, como o Facebook e o Twitter. O Orkut reagiu: transformou-se, abrindo novas possibilidades de interação. Imagino os milhões de dólares gastos para reprogramar o site. Tentei, mas não consegui me adaptar ao novo Orkut. Voltei ao antigo. Muita gente que conheço fez o mesmo. Ou abandonou de vez. "Ficou muito complicado"- foi a frase que mais ouvi. Embora, na prática, seu nível de dificuldade tenha se tornado semelhante ao do Facebook, para onde essas pessoas migraram. E o Second Life? Foi uma febre! Havia até disputa para "comprar" avenidas, anunciar nas ruas do universo virtual. Imagino que muita gente ainda se divirta com ele, mas não conheço ninguém.

    Agora o Twitter lançou uma nova versão. Tentei incorporá-la. Duas horas depois, irritado, voltei à anterior. Muitas pessoas que me seguem também não se adaptaram. Melhor dizendo: assustam-se somente os mais velhos. Crianças e jovens adaptam-se facilmente. A cada complicação, eu me sinto mais excluído. "Ah, eu não sabia" tornou-se uma frase comum no meu vocabulário. Sou louco pela internet. Como não ficar para trás? Daqui a pouco vou ter de tomar aulas para entender as novidades! Talvez meu "professor" tenha 8 ou 9 anos de idade! É um mistério: como crianças que mal sabem ler e escrever são capazes de entender programas complexos? E uma nova evolução da espécie, que desembarca no mundo com cérebro cibernético? E eu, sou um dinossauro em extinção?


Disponivel em: <<https://vejasp.abril.com.br/cidades/dinossaurona-internet>>. Acesso em: 18 de outubro de 2024.

Assinale a opção que apresenta oração com a mesma classificação sintática que no trecho destacado do fragmento: "Imagino que muita gente ainda se divirta com ele (...)" 4° §.
Alternativas
Q3517255 Português
Texto 1 


Dinossauro na internet


Walcyr Carrasco


    Sempre me orgulhei: fui o primeiro de meus amigos a possuir computador pessoal. Haja tempo! Aconteceu há cerca de duas décadas. À máquina era um trambolho com programas complicados. E lentíssima! Nas redações de revistas e jornais usava-se máquina de escrever. Orgulhoso, eu me considerava adaptado aos novos tempos cibernéticos. Os programas para digitar textos foram se tornando mais fáceis. Ainda me considerava uma sumidade em tecnologia, até ver um garotinho de 8 anos baixar programas de celular. Que vergonha! Eu sou do tipo que quase consegue baixar um programa. Mas no último segundo vem uma pergunta a que não sei responder. Uma vez o celular travou. Muitas, o proprio computador. Mas o menininho teclava como se não tivesse feito outra coisa na vida.

    Tudo está se tornando complicado demais. Eu me confundo até com o controle remoto da televisdo e do DVD. Não é brincadeira: se coloco um filme, vem a imagem, mas não o som. Ou consigo ouvir os diálogos, mas a tela fica preta. No carro, quase enlouqueço se alguém tira da minha estação predileta. Escapei de bater tentando captar musica cléssica. Já consigo falar no meu celular, mandar torpedos e fotografar. Só me atrapalho para achar um endereço no Google em menos de dez minutos! 

    Entrei com cautela no universo das redes de relacionamento. Logo fiquei fascinado. Há alguns anos era louco pelo Orkut. Criei um grupo de amigos. Todas as noites nos encontrávamos virtualmente. A relação se tornou tão próxima que certa vez convidei dez amigos virtuais para jantar em casa. De sobremesa, servi bolo com uma miniatura de mim mesmo e morcegos de glacê - como só entrava de madrugada, chamavam-me carinhosamente de Morcegão. Algumas dessas pessoas permanecem na minha vida até hoje. Do Orkut, eu me distanciei. Não fui o único. Passei a ouvir com frequência o termo "orkuticidio". Isso acontece quando a pessoa elimina sua página e abandona seus contatos. Isso eu não cheguei a fazer. Já não entro todos os dias.

    Surgiram novos sites de relacionamento, com mais ferramentas, como o Facebook e o Twitter. O Orkut reagiu: transformou-se, abrindo novas possibilidades de interação. Imagino os milhões de dólares gastos para reprogramar o site. Tentei, mas não consegui me adaptar ao novo Orkut. Voltei ao antigo. Muita gente que conheço fez o mesmo. Ou abandonou de vez. "Ficou muito complicado"- foi a frase que mais ouvi. Embora, na prática, seu nível de dificuldade tenha se tornado semelhante ao do Facebook, para onde essas pessoas migraram. E o Second Life? Foi uma febre! Havia até disputa para "comprar" avenidas, anunciar nas ruas do universo virtual. Imagino que muita gente ainda se divirta com ele, mas não conheço ninguém.

    Agora o Twitter lançou uma nova versão. Tentei incorporá-la. Duas horas depois, irritado, voltei à anterior. Muitas pessoas que me seguem também não se adaptaram. Melhor dizendo: assustam-se somente os mais velhos. Crianças e jovens adaptam-se facilmente. A cada complicação, eu me sinto mais excluído. "Ah, eu não sabia" tornou-se uma frase comum no meu vocabulário. Sou louco pela internet. Como não ficar para trás? Daqui a pouco vou ter de tomar aulas para entender as novidades! Talvez meu "professor" tenha 8 ou 9 anos de idade! É um mistério: como crianças que mal sabem ler e escrever são capazes de entender programas complexos? E uma nova evolução da espécie, que desembarca no mundo com cérebro cibernético? E eu, sou um dinossauro em extinção?


Disponivel em: <<https://vejasp.abril.com.br/cidades/dinossaurona-internet>>. Acesso em: 18 de outubro de 2024.

O trecho "Todas as noites nos encontrávamos virtualmente." 3° § não tem sinal indicativo de crase. Assim, quanto a esse sinal, assinale a opção em que o termo sublinhado também está corretamente grafado.
Alternativas
Q3517014 Inglês
Choose  the  alternative  with  the  correct  plural  form  of  the  sentence below: 

“This man really enjoys that aircraft.”
Alternativas
Q3517013 Inglês
Choose  the  alternative  which  best  fills  in  the  sentence  below. 

“If  I  had  taken  the  right  path,  we  ____________  earlier  yesterday.” 
Alternativas
Q3517012 Inglês
Choose  the  alternative  that  represents  the  idea  of  the  words in bold. 

“If the engine is rusty, we aren’t likely to fly tomorrow.” 
Alternativas
Q3517011 Inglês
Choose  the  alternative  which  best  fills  in  the  sentence  below. 

“Aircraft safety manuals are ______ to understand.”
Alternativas
Q3517010 Inglês
Choose  the  alternative  which  best  replaces  the  words had  better in the sentence below: 

“Candidates had better work harder this semester.”
Alternativas
Q3517009 Inglês
Choose  the  alternative  which  best  fills  in  the  sentence  below. 

“As we were flying above the canal, we faced a heavy storm.  ________, we landed safely.” 
Alternativas
Q3517008 Inglês
Choose  the  alternative  which  best  replaces  the  word  mustn’t in the sentence below: 

“Passengers  mustn’t  fiddle  with  their  mobiles  while  the  aircraft is preparing for landing.” 
Alternativas
Q3517007 Inglês
Choose  the altervative with  the  correct  passive  voice  form  of the sentence below:  

“The pilot has flown the jet for hours.”
Alternativas
Q3517006 Inglês
Read the text and answer question.


Gulfstream Delivers First Two G700s to Customers 


Adapted from Chad Trautvetter  


    Gulfstream Aerospace has delivered the first two $75 million  G700s to customers, the Georgia‐based aircraft manufacturer said  yesterday  afternoon.  Both  are  now  in  service  with  undisclosed  customers  in  the  U.S.  The  company’s  7,750‐nm  flagship  aircraft  received  FAA  approval  on  March  29,  followed  by  production  certification and cabin interior approval on April 8.

    “Beginning  G700  customer  deliveries  less  than  one  month  after  achieving  FAA  type  certification  marks  an  incredible  milestone  in  Gulfstream’s  history  of  raising  the  bar  for  the  business  aviation  industry,”  said  Gulfstream  president  Mark  Burns.  “We  look  forward  to  continuing  these  deliveries  in  the  weeks ahead.”

    Gulfstream had hoped for certification by the end of last year  and anticipated delivering as many as 15 before 2023 ended, but the  prolonged approval  process  has  shifted  those  deliveries  into  this year. As a result, Gulfstream anticipates a 44 percent bump in  deliveries  this  year  to  160  jets,  including  50  to  52  G700s  and  fewer G280s due to the crisis in the Middle East. 

    Meanwhile,  FlightSafety  International  has  two  level‐D  simulators and three flight training devices for the G700 online at  its  Savannah  training  center,  with  two  more  G700  sims  under  construction. EASA and UK CAA conducted their final evaluations of  these  devices  two  weeks  ago.  G700  pilot  training  started  on  March 21, according to FlightSafety.


Adapted from:https://www.ainonline.com/aviation‐news/business‐aviation/2024‐ 04‐24/gulfstream‐delivers‐first‐two‐g700s‐customers. 
Choose  the  correct  synonym  for  the  expression  due  to,  in  bold in the text. 
Alternativas
Q3517005 Inglês
Read the text and answer question.


Gulfstream Delivers First Two G700s to Customers 


Adapted from Chad Trautvetter  


    Gulfstream Aerospace has delivered the first two $75 million  G700s to customers, the Georgia‐based aircraft manufacturer said  yesterday  afternoon.  Both  are  now  in  service  with  undisclosed  customers  in  the  U.S.  The  company’s  7,750‐nm  flagship  aircraft  received  FAA  approval  on  March  29,  followed  by  production  certification and cabin interior approval on April 8.

    “Beginning  G700  customer  deliveries  less  than  one  month  after  achieving  FAA  type  certification  marks  an  incredible  milestone  in  Gulfstream’s  history  of  raising  the  bar  for  the  business  aviation  industry,”  said  Gulfstream  president  Mark  Burns.  “We  look  forward  to  continuing  these  deliveries  in  the  weeks ahead.”

    Gulfstream had hoped for certification by the end of last year  and anticipated delivering as many as 15 before 2023 ended, but the  prolonged approval  process  has  shifted  those  deliveries  into  this year. As a result, Gulfstream anticipates a 44 percent bump in  deliveries  this  year  to  160  jets,  including  50  to  52  G700s  and  fewer G280s due to the crisis in the Middle East. 

    Meanwhile,  FlightSafety  International  has  two  level‐D  simulators and three flight training devices for the G700 online at  its  Savannah  training  center,  with  two  more  G700  sims  under  construction. EASA and UK CAA conducted their final evaluations of  these  devices  two  weeks  ago.  G700  pilot  training  started  on  March 21, according to FlightSafety.


Adapted from:https://www.ainonline.com/aviation‐news/business‐aviation/2024‐ 04‐24/gulfstream‐delivers‐first‐two‐g700s‐customers. 
The word Meanwhile, in bold in the text, best refers to 
Alternativas
Q3517004 Inglês
Read the text and answer question.


Gulfstream Delivers First Two G700s to Customers 


Adapted from Chad Trautvetter  


    Gulfstream Aerospace has delivered the first two $75 million  G700s to customers, the Georgia‐based aircraft manufacturer said  yesterday  afternoon.  Both  are  now  in  service  with  undisclosed  customers  in  the  U.S.  The  company’s  7,750‐nm  flagship  aircraft  received  FAA  approval  on  March  29,  followed  by  production  certification and cabin interior approval on April 8.

    “Beginning  G700  customer  deliveries  less  than  one  month  after  achieving  FAA  type  certification  marks  an  incredible  milestone  in  Gulfstream’s  history  of  raising  the  bar  for  the  business  aviation  industry,”  said  Gulfstream  president  Mark  Burns.  “We  look  forward  to  continuing  these  deliveries  in  the  weeks ahead.”

    Gulfstream had hoped for certification by the end of last year  and anticipated delivering as many as 15 before 2023 ended, but the  prolonged approval  process  has  shifted  those  deliveries  into  this year. As a result, Gulfstream anticipates a 44 percent bump in  deliveries  this  year  to  160  jets,  including  50  to  52  G700s  and  fewer G280s due to the crisis in the Middle East. 

    Meanwhile,  FlightSafety  International  has  two  level‐D  simulators and three flight training devices for the G700 online at  its  Savannah  training  center,  with  two  more  G700  sims  under  construction. EASA and UK CAA conducted their final evaluations of  these  devices  two  weeks  ago.  G700  pilot  training  started  on  March 21, according to FlightSafety.


Adapted from:https://www.ainonline.com/aviation‐news/business‐aviation/2024‐ 04‐24/gulfstream‐delivers‐first‐two‐g700s‐customers. 
Choose the best alternative according to the text. 
Alternativas
Q3517003 Inglês
Read the text and answer question.


Gulfstream Delivers First Two G700s to Customers 


Adapted from Chad Trautvetter  


    Gulfstream Aerospace has delivered the first two $75 million  G700s to customers, the Georgia‐based aircraft manufacturer said  yesterday  afternoon.  Both  are  now  in  service  with  undisclosed  customers  in  the  U.S.  The  company’s  7,750‐nm  flagship  aircraft  received  FAA  approval  on  March  29,  followed  by  production  certification and cabin interior approval on April 8.

    “Beginning  G700  customer  deliveries  less  than  one  month  after  achieving  FAA  type  certification  marks  an  incredible  milestone  in  Gulfstream’s  history  of  raising  the  bar  for  the  business  aviation  industry,”  said  Gulfstream  president  Mark  Burns.  “We  look  forward  to  continuing  these  deliveries  in  the  weeks ahead.”

    Gulfstream had hoped for certification by the end of last year  and anticipated delivering as many as 15 before 2023 ended, but the  prolonged approval  process  has  shifted  those  deliveries  into  this year. As a result, Gulfstream anticipates a 44 percent bump in  deliveries  this  year  to  160  jets,  including  50  to  52  G700s  and  fewer G280s due to the crisis in the Middle East. 

    Meanwhile,  FlightSafety  International  has  two  level‐D  simulators and three flight training devices for the G700 online at  its  Savannah  training  center,  with  two  more  G700  sims  under  construction. EASA and UK CAA conducted their final evaluations of  these  devices  two  weeks  ago.  G700  pilot  training  started  on  March 21, according to FlightSafety.


Adapted from:https://www.ainonline.com/aviation‐news/business‐aviation/2024‐ 04‐24/gulfstream‐delivers‐first‐two‐g700s‐customers. 
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Q3517002 Inglês
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Earthquake levels city of Antakya in southern Turkey 


    The Turkish city of Antakya, one of  the hardest‐hit  towns in  the earthquake  zone,  has  been  nearly  destroyed  by  the massive  7.8  quake  that  struck  on  6th  February.  Tall  apartment  buildings were  flattened,  trapping  residents  who  were  sleeping  when  the  quake  struck  in  the  early  morning  hours.  Thousands  are  __________  to  be  buried  in  their  homes.  Most  of  the  city  was  heavily  damaged  and  rescuers  have  been  working  around  the  clock to pull survivors from under the rubble, racing against time  in  cold  weather. Many  residents  were  left  homeless  and  had  to  spend nights outdoors, burning debris to keep warm as overnight temperatures  dropped  below  freezing. Workers  pulled  a man  in  his 30s out of the ruins as a jubilant crowd burst into cheers and  tears. Not  long after,  they  found an elderly woman. Then, a  10‐ year‐old girl was also rescued: the child was under the rubble for  90  hours.  These moments  of  hope  among  the  devastation  keep  them going as darkness falls. More than 80 hours after the quake,  rescuers using pails along with other equipment, found a man and  his mother, and pulled  them out alive. Amid  the  rubble, a group of rescuers were able to pull out lost family members alive. 


    Even  as  more  help  arrives,  hope  for  finding  survivors  dwindles.  Family  members  wait  in  the  cold  to  see  if  their  loved ones will be found, alive or dead. There are more than 100 bodies  waiting  for  identification  in  a  makeshift  morgue  outside  the  Antakya hospital. More than 600 aftershocks are slowing recovery  efforts  and  make  the  task  more  dangerous.  Little  aid  from  the  government has reached  the city and  the need is overwhelming.  People walk  the  streets  in  tears,  dazed. There  is  no  place  to go.  Everything  is  covered  in  dust.  Even  with  some  120,000  rescuers  across Turkey and Syria now  taking part in  the effort,  the  task is  daunting.  With  every  passing  hour,  the  likelihood  of  finding  survivors diminishes. 


Adapted. Internet: www.abcnews.go.com/International.  
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Q3517001 Inglês
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Earthquake levels city of Antakya in southern Turkey 


    The Turkish city of Antakya, one of  the hardest‐hit  towns in  the earthquake  zone,  has  been  nearly  destroyed  by  the massive  7.8  quake  that  struck  on  6th  February.  Tall  apartment  buildings were  flattened,  trapping  residents  who  were  sleeping  when  the  quake  struck  in  the  early  morning  hours.  Thousands  are  __________  to  be  buried  in  their  homes.  Most  of  the  city  was  heavily  damaged  and  rescuers  have  been  working  around  the  clock to pull survivors from under the rubble, racing against time  in  cold  weather. Many  residents  were  left  homeless  and  had  to  spend nights outdoors, burning debris to keep warm as overnight temperatures  dropped  below  freezing. Workers  pulled  a man  in  his 30s out of the ruins as a jubilant crowd burst into cheers and  tears. Not  long after,  they  found an elderly woman. Then, a  10‐ year‐old girl was also rescued: the child was under the rubble for  90  hours.  These moments  of  hope  among  the  devastation  keep  them going as darkness falls. More than 80 hours after the quake,  rescuers using pails along with other equipment, found a man and  his mother, and pulled  them out alive. Amid  the  rubble, a group of rescuers were able to pull out lost family members alive. 


    Even  as  more  help  arrives,  hope  for  finding  survivors  dwindles.  Family  members  wait  in  the  cold  to  see  if  their  loved ones will be found, alive or dead. There are more than 100 bodies  waiting  for  identification  in  a  makeshift  morgue  outside  the  Antakya hospital. More than 600 aftershocks are slowing recovery  efforts  and  make  the  task  more  dangerous.  Little  aid  from  the  government has reached  the city and  the need is overwhelming.  People walk  the  streets  in  tears,  dazed. There  is  no  place  to go.  Everything  is  covered  in  dust.  Even  with  some  120,000  rescuers  across Turkey and Syria now  taking part in  the effort,  the  task is  daunting.  With  every  passing  hour,  the  likelihood  of  finding  survivors diminishes. 


Adapted. Internet: www.abcnews.go.com/International.  
Read the sentences and choose the best alternative. 

I‐ People  were  walking  the  streets  because  they  had  no  place  else to go. 
II‐ The  earthquake  happened  as  the  sun  was  setting  in  the  Turkish horizon. 
III‐ Some buildings collapsed to the ground, burying thousands of  potential victims.
IV‐ The task of finding people alive was made easy because there  were over 100,000 rescuers. 
V‐ Even after  the big earthquake had happened, rescuers could  still feel smaller vibrations of the Earth’s surface. 

According to the text, 
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Q3517000 Inglês
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Earthquake levels city of Antakya in southern Turkey 


    The Turkish city of Antakya, one of  the hardest‐hit  towns in  the earthquake  zone,  has  been  nearly  destroyed  by  the massive  7.8  quake  that  struck  on  6th  February.  Tall  apartment  buildings were  flattened,  trapping  residents  who  were  sleeping  when  the  quake  struck  in  the  early  morning  hours.  Thousands  are  __________  to  be  buried  in  their  homes.  Most  of  the  city  was  heavily  damaged  and  rescuers  have  been  working  around  the  clock to pull survivors from under the rubble, racing against time  in  cold  weather. Many  residents  were  left  homeless  and  had  to  spend nights outdoors, burning debris to keep warm as overnight temperatures  dropped  below  freezing. Workers  pulled  a man  in  his 30s out of the ruins as a jubilant crowd burst into cheers and  tears. Not  long after,  they  found an elderly woman. Then, a  10‐ year‐old girl was also rescued: the child was under the rubble for  90  hours.  These moments  of  hope  among  the  devastation  keep  them going as darkness falls. More than 80 hours after the quake,  rescuers using pails along with other equipment, found a man and  his mother, and pulled  them out alive. Amid  the  rubble, a group of rescuers were able to pull out lost family members alive. 


    Even  as  more  help  arrives,  hope  for  finding  survivors  dwindles.  Family  members  wait  in  the  cold  to  see  if  their  loved ones will be found, alive or dead. There are more than 100 bodies  waiting  for  identification  in  a  makeshift  morgue  outside  the  Antakya hospital. More than 600 aftershocks are slowing recovery  efforts  and  make  the  task  more  dangerous.  Little  aid  from  the  government has reached  the city and  the need is overwhelming.  People walk  the  streets  in  tears,  dazed. There  is  no  place  to go.  Everything  is  covered  in  dust.  Even  with  some  120,000  rescuers  across Turkey and Syria now  taking part in  the effort,  the  task is  daunting.  With  every  passing  hour,  the  likelihood  of  finding  survivors diminishes. 


Adapted. Internet: www.abcnews.go.com/International.  
The word levels, in the title of the text, is being used as  
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3761: E
3762: C
3763: E
3764: A
3765: E
3766: D
3767: D
3768: A
3769: A
3770: B
3771: C
3772: D
3773: B
3774: C
3775: A
3776: A
3777: D
3778: D
3779: B
3780: D