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Q670876 Literatura

                                                           Texto IV

                                         JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE

      O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.

      Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.

      Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.

      Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.

      O Guesa (fragmento)

O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio

Em pedras estendido, em seus soluços

Desmaia o céu d'estrelas arenoso

E o lago anila seus lençóis d'espelho...

Era a Ilha do Sol, sempre florida

Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza

E as vias-lácteas sendas odorantes

Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda

d'esmeralda

Pelo areal rolando luminosa...

As velas todas-chamas aclaram todo o ar.


GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br> (Texto adaptado). Acesso em: 14 jun. 2010.

Qual dos versos abaixo destacado ilustra com propriedade a afirmação da crítica de que a linguagem do engenheiro e poeta Sousa Andrade é “dominada pela elipse e pelas fusões vocabulares”?
Alternativas
Q670875 Português

                                                           Texto IV

                                         JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE

      O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.

      Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.

      Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.

      Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.

      O Guesa (fragmento)

O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio

Em pedras estendido, em seus soluços

Desmaia o céu d'estrelas arenoso

E o lago anila seus lençóis d'espelho...

Era a Ilha do Sol, sempre florida

Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza

E as vias-lácteas sendas odorantes

Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda

d'esmeralda

Pelo areal rolando luminosa...

As velas todas-chamas aclaram todo o ar.


GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br> (Texto adaptado). Acesso em: 14 jun. 2010.

Em qual das opções abaixo todas as palavras remetem ao mesmo campo semântico?
Alternativas
Q670874 Português

                                                           Texto IV

                                         JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE

      O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.

      Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.

      Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.

      Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.

      O Guesa (fragmento)

O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio

Em pedras estendido, em seus soluços

Desmaia o céu d'estrelas arenoso

E o lago anila seus lençóis d'espelho...

Era a Ilha do Sol, sempre florida

Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza

E as vias-lácteas sendas odorantes

Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda

d'esmeralda

Pelo areal rolando luminosa...

As velas todas-chamas aclaram todo o ar.


GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br> (Texto adaptado). Acesso em: 14 jun. 2010.

Assinale a alternativa correta em relação aos versos transcritos de O Guesa.
Alternativas
Q670873 Português

                                                           Texto IV

                                         JOAQUIM DE SOUSA ANDRADE

      O poeta e engenheiro Joaquim de Sousa Andrade nasceu em Alcântara, Maranhão, em 1833. De família abonada, viajou muito desde jovem, percorrendo inúmeros países europeus. Formou-se em Engenharia de Minas e em Letras pela Sorbonne. Em 1884, lançou a versão definitiva de seu O Guesa, obra radical e renovadora. Morreu abandonado e com fama de louco.

      Considerado em sua época um escritor extravagante, Sousândrade, como preferia ser identificado, acaba reabilitado pela vanguarda paulistana (os concretistas) como um caso de "antecipação genial" da livre expressão modernista. Criador de uma linguagem dominada pela elipse, por orações reduzidas e fusões vocabulares, foge do discurso derramado dos românticos. Cosmopolita, o escritor deixou quadros curiosos como a descrição do Inferno de Wall Street, no qual vê o capitalismo como doença.

      Sua obra mais perturbadora é O Guesa, poema em treze cantos, dos quais quatro ficaram inacabados. A base do poema é a lenda indígena do Guesa Errante. O personagem Guesa é uma criança roubada aos pais pelo deus do Sol e educado no templo da divindade até os 10 anos, sendo sacrificado aos 15 anos.

      Na condição de poeta maldito, Sousândrade identifica seu destino pessoal com o do jovem índio. Porém, no plano histórico-social, o poeta vê no drama de Guesa o mesmo dos povos aborígenes da América, condenando as formas de opressão dos colonialistas e defendendo uma república utópica.

      O Guesa (fragmento)

O sol ao pôr-do-sol (triste soslaio!)...o arroio

Em pedras estendido, em seus soluços

Desmaia o céu d'estrelas arenoso

E o lago anila seus lençóis d'espelho...

Era a Ilha do Sol, sempre florida

Ferrete-azul, o céu, brando o ar pureza

E as vias-lácteas sendas odorantes

Alvas, tão alvas!... Sonoros mares, a onda

d'esmeralda

Pelo areal rolando luminosa...

As velas todas-chamas aclaram todo o ar.


GONZAGA, S. Literatura Brasileira. Disp. em: <http://www.educaterra.terra.com.br> (Texto adaptado). Acesso em: 14 jun. 2010.

Dos versos de O Guesa é correto afirmar que
Alternativas
Q670871 Português

                                                        Texto III

                                          O AÇÚCAR (Ferreira Gullar)

O branco açúcar que adoçará meu café

nesta manhã de Ipanema

não foi produzido por mim

nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.


Vejo-o puro

e afável ao paladar

como beijo de moça, água

na pele, flor

que se dissolve na boca. Mas este açúcar

não foi feito por mim.


Este açúcar veio

da mercearia da esquina e tampouco o fez o Oliveira, dono da mercearia.

Este açúcar veio

de uma usina de açúcar em Pernambuco

ou no Estado do Rio

e tampouco o fez o dono da usina.


Este açúcar era cana

e veio dos canaviais extensos

que não nascem por acaso

no regaço do vale.


Em lugares distantes, onde não há hospital

nem escola, 

homens que não sabem ler e morrem de fome

aos 27 anos

plantaram e colheram a cana

que viraria açúcar.


Em usinas escuras,

homens de vida amarga

e dura

produziram este açúcar

branco e puro

com que adoço meu café esta manhã em Ipanema.


Disponível em: <http://acd.ufrj.br/~pead/tema04/valorizacaodaforma.htm> . Acesso em: 07 jun. 2010.

A respeito da figura de linguagem utilizada na última estrofe do texto III, podemos afirmar que
Alternativas
Q670869 Português

                                                          Texto II

                             “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)

Onde estou? Este sítio desconheço:

Quem fez tão diferente aquele prado?

Tudo outra natureza tem tomado;

E em contemplá-lo tímido esmoreço.


Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

De estar a ela um dia reclinado:

Ali em vale um monte está mudado:

Quanto pode dos anos o progresso!


Árvores aqui vi tão florescentes,

Que faziam perpétua a primavera:

Nem troncos vejo agora decadentes.


Eu me engano: a região esta não era:

Mas que venho a estranhar, se estão presentes

Meus males, com que tudo degenera!                                                                           (Obras, 1768)



SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de 2004.

A respeito da 2ª estrofe, podemos afirmar que
Alternativas
Q670868 Português

                                                          Texto II

                             “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)

Onde estou? Este sítio desconheço:

Quem fez tão diferente aquele prado?

Tudo outra natureza tem tomado;

E em contemplá-lo tímido esmoreço.


Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

De estar a ela um dia reclinado:

Ali em vale um monte está mudado:

Quanto pode dos anos o progresso!


Árvores aqui vi tão florescentes,

Que faziam perpétua a primavera:

Nem troncos vejo agora decadentes.


Eu me engano: a região esta não era:

Mas que venho a estranhar, se estão presentes

Meus males, com que tudo degenera!                                                                           (Obras, 1768)



SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de 2004.

O lugar a que se refere o autor na primeira estrofe é definido e referenciado pelos elementos sublinhados em
Alternativas
Q670867 Português

                                                          Texto II

                             “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)

Onde estou? Este sítio desconheço:

Quem fez tão diferente aquele prado?

Tudo outra natureza tem tomado;

E em contemplá-lo tímido esmoreço.


Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

De estar a ela um dia reclinado:

Ali em vale um monte está mudado:

Quanto pode dos anos o progresso!


Árvores aqui vi tão florescentes,

Que faziam perpétua a primavera:

Nem troncos vejo agora decadentes.


Eu me engano: a região esta não era:

Mas que venho a estranhar, se estão presentes

Meus males, com que tudo degenera!                                                                           (Obras, 1768)



SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de 2004.

A respeito do texto podemos afirmar que
Alternativas
Q670866 Português

                                                          Texto II

                             “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)

Onde estou? Este sítio desconheço:

Quem fez tão diferente aquele prado?

Tudo outra natureza tem tomado;

E em contemplá-lo tímido esmoreço.


Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

De estar a ela um dia reclinado:

Ali em vale um monte está mudado:

Quanto pode dos anos o progresso!


Árvores aqui vi tão florescentes,

Que faziam perpétua a primavera:

Nem troncos vejo agora decadentes.


Eu me engano: a região esta não era:

Mas que venho a estranhar, se estão presentes

Meus males, com que tudo degenera!                                                                           (Obras, 1768)



SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de 2004.

Assinale a opção que apresenta afirmação incorreta quanto aos versos de Cláudio Manuel da Costa:
Alternativas
Q670865 Português

                                                          Texto II

                             “ONDE ESTOU?” (Cláudio Manuel da Costa)

Onde estou? Este sítio desconheço:

Quem fez tão diferente aquele prado?

Tudo outra natureza tem tomado;

E em contemplá-lo tímido esmoreço.


Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço

De estar a ela um dia reclinado:

Ali em vale um monte está mudado:

Quanto pode dos anos o progresso!


Árvores aqui vi tão florescentes,

Que faziam perpétua a primavera:

Nem troncos vejo agora decadentes.


Eu me engano: a região esta não era:

Mas que venho a estranhar, se estão presentes

Meus males, com que tudo degenera!                                                                           (Obras, 1768)



SECCHIN , Antônio Carlos. ANTOLOGIA TEMÁTICA DA POESIA BRASILEIRA – Faculdade de Letras, UFRJ, 1° semestre de 2004.

As mudanças descritas no soneto causam ao eu lírico as seguintes reações, exceto:
Alternativas
Q670864 Português

“O ano sequer chegou à metade (...)” (3° parágrafo).

O vocábulo em destaque na frase acima, do ponto de vista morfológico, é:

Alternativas
Q678234 Química
Um sistema fechado e sem fronteiras móveis contém uma determinada massa gasosa inerte. Sabe-se que, após aquecimento, o sistema registra um aumento de 5% na pressão e de 15 ºC na temperatura (considere que o gás se comporta idealmente). A respeito do valor da temperatura inicial, pode-se dizer que:
Alternativas
Q678229 Química
Assinale a alternativa que indica o número de isômeros ópticos e o número de racematos (misturas racêmicas) do 2-cloro-5-vinilciclopent-3-en-1-ol.
Alternativas
Q678228 Química

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q678227 Química

CrI3 + Cl2 + NaOH → NaIO4 + Na2CrO4 + NaCl + H2O

Assinale a alternativa que indica a soma dos menores coeficientes inteiros capazes de balancear a equação química acima:

Alternativas
Q678226 Química

Em um recipiente fechado queima-se propano com 80% da quantidade estequiométrica de ar. Admitindo que não haja hidrocarbonetos após a combustão, que todos os produtos da reação estejam na fase gasosa e que a composição volumétrica do ar seja de uma parte de O2 para quatro partes de N2, calcule a porcentagem molar de CO2 no recipiente após a combustão (considere comportamento ideal para os gases).

Alternativas
Q677524 Inglês

Billions of dollars spent on defeating improvised explosive devices (IED) are beginning to show what technology can and cannot do for the evolving struggle.

Two platoons of U.S. Army scouts are in a field deep in the notorious “Triangle of Death” south of Baghdad, a region of countless clashes between Sunni insurgents and Shia militias. The platoons are guided by a local man who’s warned them of pressure-plate improvised explosive devices, designed to explode when stepped on. He has assured them that he knows where the IED’s are, which means he is almost certainly a former Sunni insurgent.

The platoons come under harassing fire. It stops, but later the tension mounts again as they maneuver near an abandoned house known to shelter al-Qaeda fighters. A shot rings out; the scouts take cover. They don’t realize it’s just their local guide, with an itchy trigger finger, taking the potshot at the house. The lieutenant leading the patrol summons three riflemen to cover the abandoned house.

Then all hell breaks loose. One of the riflemen, a sergeant, steps on a pressure-plate IED. The blast badly injures him, the two other riflemen, and the lieutenant. A Navy explosives specialist along on the mission immediately springs into action, using classified gear to comb the area for more bombs. Until he gives the all clear, no one can move, not even to tend the bleeding men. Meanwhile, one of the frozen-inspace scouts notices another IED right next to him and gives a shout, provoking more combing in his area. Then a big area has to be cleared so that the medevac helicopter already on the way can land.

That incident, which took place on 7 November 2007, exhibits many of the hallmarks of the missions in Iraq and Afghanistan – a small patrol; a local man of dubious background; Navy specialists working with soldiers on dry land; and costly technologies pressed into service against cheap and crude weapons. And, most of all, death by IED.  

The word underlined in the sentence “That incident, which took place on 7 November 2007, exhibits many of the hallmarks of the missions in Iraq and Afghanistan ...” can be replaced by which of the following expressions, still keeping the same meaning?
Alternativas
Q677523 Inglês

Billions of dollars spent on defeating improvised explosive devices (IED) are beginning to show what technology can and cannot do for the evolving struggle.

Two platoons of U.S. Army scouts are in a field deep in the notorious “Triangle of Death” south of Baghdad, a region of countless clashes between Sunni insurgents and Shia militias. The platoons are guided by a local man who’s warned them of pressure-plate improvised explosive devices, designed to explode when stepped on. He has assured them that he knows where the IED’s are, which means he is almost certainly a former Sunni insurgent.

The platoons come under harassing fire. It stops, but later the tension mounts again as they maneuver near an abandoned house known to shelter al-Qaeda fighters. A shot rings out; the scouts take cover. They don’t realize it’s just their local guide, with an itchy trigger finger, taking the potshot at the house. The lieutenant leading the patrol summons three riflemen to cover the abandoned house.

Then all hell breaks loose. One of the riflemen, a sergeant, steps on a pressure-plate IED. The blast badly injures him, the two other riflemen, and the lieutenant. A Navy explosives specialist along on the mission immediately springs into action, using classified gear to comb the area for more bombs. Until he gives the all clear, no one can move, not even to tend the bleeding men. Meanwhile, one of the frozen-inspace scouts notices another IED right next to him and gives a shout, provoking more combing in his area. Then a big area has to be cleared so that the medevac helicopter already on the way can land.

That incident, which took place on 7 November 2007, exhibits many of the hallmarks of the missions in Iraq and Afghanistan – a small patrol; a local man of dubious background; Navy specialists working with soldiers on dry land; and costly technologies pressed into service against cheap and crude weapons. And, most of all, death by IED.  

The sentence “Then all hell breaks loose.” means that ...
Alternativas
Q677522 Inglês

Billions of dollars spent on defeating improvised explosive devices (IED) are beginning to show what technology can and cannot do for the evolving struggle.

Two platoons of U.S. Army scouts are in a field deep in the notorious “Triangle of Death” south of Baghdad, a region of countless clashes between Sunni insurgents and Shia militias. The platoons are guided by a local man who’s warned them of pressure-plate improvised explosive devices, designed to explode when stepped on. He has assured them that he knows where the IED’s are, which means he is almost certainly a former Sunni insurgent.

The platoons come under harassing fire. It stops, but later the tension mounts again as they maneuver near an abandoned house known to shelter al-Qaeda fighters. A shot rings out; the scouts take cover. They don’t realize it’s just their local guide, with an itchy trigger finger, taking the potshot at the house. The lieutenant leading the patrol summons three riflemen to cover the abandoned house.

Then all hell breaks loose. One of the riflemen, a sergeant, steps on a pressure-plate IED. The blast badly injures him, the two other riflemen, and the lieutenant. A Navy explosives specialist along on the mission immediately springs into action, using classified gear to comb the area for more bombs. Until he gives the all clear, no one can move, not even to tend the bleeding men. Meanwhile, one of the frozen-inspace scouts notices another IED right next to him and gives a shout, provoking more combing in his area. Then a big area has to be cleared so that the medevac helicopter already on the way can land.

That incident, which took place on 7 November 2007, exhibits many of the hallmarks of the missions in Iraq and Afghanistan – a small patrol; a local man of dubious background; Navy specialists working with soldiers on dry land; and costly technologies pressed into service against cheap and crude weapons. And, most of all, death by IED.  

According to the text, it is correct to say that improvised explosive devices ...
Alternativas
Q677521 Inglês

Billions of dollars spent on defeating improvised explosive devices (IED) are beginning to show what technology can and cannot do for the evolving struggle.

Two platoons of U.S. Army scouts are in a field deep in the notorious “Triangle of Death” south of Baghdad, a region of countless clashes between Sunni insurgents and Shia militias. The platoons are guided by a local man who’s warned them of pressure-plate improvised explosive devices, designed to explode when stepped on. He has assured them that he knows where the IED’s are, which means he is almost certainly a former Sunni insurgent.

The platoons come under harassing fire. It stops, but later the tension mounts again as they maneuver near an abandoned house known to shelter al-Qaeda fighters. A shot rings out; the scouts take cover. They don’t realize it’s just their local guide, with an itchy trigger finger, taking the potshot at the house. The lieutenant leading the patrol summons three riflemen to cover the abandoned house.

Then all hell breaks loose. One of the riflemen, a sergeant, steps on a pressure-plate IED. The blast badly injures him, the two other riflemen, and the lieutenant. A Navy explosives specialist along on the mission immediately springs into action, using classified gear to comb the area for more bombs. Until he gives the all clear, no one can move, not even to tend the bleeding men. Meanwhile, one of the frozen-inspace scouts notices another IED right next to him and gives a shout, provoking more combing in his area. Then a big area has to be cleared so that the medevac helicopter already on the way can land.

That incident, which took place on 7 November 2007, exhibits many of the hallmarks of the missions in Iraq and Afghanistan – a small patrol; a local man of dubious background; Navy specialists working with soldiers on dry land; and costly technologies pressed into service against cheap and crude weapons. And, most of all, death by IED.  

The guide of the U.S. platoon ...
Alternativas
Respostas
221: C
222: B
223: D
224: D
225: A
226: B
227: B
228: D
229: C
230: E
231: A
232: A
233: D
234: B
235: D
236: A
237: D
238: E
239: C
240: D