Questões Militares Comentadas para médico cirurgião geral

Foram encontradas 804 questões

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Q1614153 Medicina
O diagnóstico e tratamento das afecções das paratireoides sofreram mudanças radicais nos últimos anos, devido aos avanços tecnológicos nos métodos propedêuticos. Com relação às doenças mais comuns das paratireoides, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1614152 Medicina
Com relação à anatomia cirúrgica do estômago e tratamento das neoplasias gástricas, marque a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q1614151 Medicina
O melanoma é atualmente o quinto câncer mais comum em homens e o sexto em mulheres, podendo afetar pacientes de qualquer faixa etária. Com relação ao melanoma, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1614150 Medicina
Com relação à cirurgia de mama, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1614149 Medicina
Homem, 52 anos, vem à consulta com exame colonoscópico demonstrando lesão polipoide pediculada no cólon ascendente, com 10 mm de diâmetro, que foi ressecada. O exame anatomopatológico mostra carcinoma confinado a muscular da mucosa, com margens livres. Em relação a esse achado, marque a conduta indicada:
Alternativas
Q1614148 Medicina
Paciente do sexo masculino, 30 anos, com internação recente por fratura exposta de membro inferior direito, vem ao pronto socorro referindo dor abdominal epigástrica, fezes enegrecidas e tontura. Foi realizada endoscopia digestiva alta que mostra lesão ulcerada duodenal Forrest IA, sem a possibilidade de terapia endoscópica. Qual a conduta CORRETA a ser tomada?
Alternativas
Q1614147 Medicina
Um paciente está em atendimento na emergência de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após ter sido vítima de queda de andaime (6 metros). Após estabilização hemodinâmica, o médico plantonista avalia o estado neurológico, verificando que o paciente abre os olhos apenas ao estímulo doloroso, emite sons incompreensíveis e apresenta extensão dos membros ao estímulo doloroso. Em relação à escala de coma de Glasgow (ECG), assistência ventilatória e conduta definitiva, respectivamente, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1614146 Medicina
Em relação às lesões benignas sólidas do fígado qual das seguintes associações/afirmações está CORRETA:
Alternativas
Q1614145 Medicina
Dentre os distúrbios motores do esôfago, qual das seguintes alternativas está CORRETA a respeito da acalasia:
Alternativas
Q1614144 Medicina
Os tumores císticos são a segunda neoplasia pancreática exócrina mais comum, sucedendo apenas os adenocarcinomas do pâncreas na incidência. Os cirurgiões devem estar familiarizados com as características e tratamentos dessas lesões para adotar o tratamento individual de maneira correta. Marque a alternativa INCORRETA a respeito das neoplasias císticas:
Alternativas
Q1614143 Medicina
As lesões que ocorrem na vigência de uma colecistectomia contribuem com mais de 80% de todas as lesões iatrogênicas do ducto biliar. Durante a laparoscopia ou colecistectomia convencional, a lesão do colédoco é uma complicação incomum, mas devastadora. Com base nisso, marque a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1614141 Medicina
Os tumores malignos da pele e subcutâneo são muito frequentes e representam a maioria das neoplasias malignas que acometem o ser humano. Em relação aos carcinomas de pele, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1614140 Medicina
Atualmente o emprego da antibioticoprofilaxia em cirurgia está consagrado como uma das condutas profiláticas úteis na redução do risco de infecção do sítio cirúrgico. Diante disso, marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1614139 Medicina

Em relação à cirurgia bariátrica, analise as assertivas abaixo:


I - A maioria dos estudos tem sugerido que pacientes submetidos a bypass gástrico têm níveis suprimidos de grelina pós-operatória e o apetite é drasticamente reduzido após o bypass gástrico em Y de Roux.

II - As bariátricas laparoscópicas são preferidas aos procedimentos abertos por causa do aumento da disponibilidade da abordagem laparoscópica e das vantagens esmagadoras desse método que incluem a redução da mortalidade, infecções de feridas, complicações pulmonares, complicações tromboembólicas, reduzida taxa de hérnias incisionais e diminuição do período de hospitalização.

III – A deiscência ao longo da linha gástrica de grampos na gastrectomia vertical laparoscópica parece ser ligeiramente mais comum do que no bypass gástrico em Y de Roux e mais difícil de tratar.


Marque a alternativa CORRETA.

Alternativas
Ano: 2019 Banca: CRS - PMMG Órgão: PM-MG
Q1221856 Medicina
Marina, 36 anos, portadora de colelitíase sintomática em avaliação pré-operatória. Apresentou uma dor abdominal diferente das anteriores, afirmando sentir uma dor em barra no andar superior do abdome com irradiação para o dorso, acompanhada de vômitos. Avaliada no pronto atendimento cerca de 6 horas após o início dos sintomas. 

O laboratório: Hg=11,5g/dl; HTC=33%; Leucometria: 13.400/mm³; PLT=367.000/mm³; Amilase=560UI/L; Lipase=850UI/L; Glicemia=160mg/dl; LDH=220UI/L; TGO=220UI/L; TGP=170UI/L; FA=210UI/L; GGT=140UI/L; Bilirrubina total = 1,9mg/dl com predomínio da fração direta.  
Tomografia computadorizada de abdome com contraste mostrou edema difuso de tecido pancreático, sem áreas sugestivas de necrose.

Com base nos dados acima, marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q976649 Medicina
Considerando a Resolução CFM nº 1931/2009 (Código de Ética Médica), em relação ao Capítulo IV, que trata de Direitos Humanos, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q976647 Medicina
Considerando a Resolução CFM nº 1658/2002, que normatiza a emissão de atestados médicos e dá outras providências, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q966625 Direito Constitucional
A educação é um direito mencionado em diversos dispositivos da Constituição, podendo-se destacar a menção deste como um direito social. Considerando os contornos trazidos pela Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 acerca da educação, marque a alternativa CORRETA
Alternativas
Q966624 Português

        TEXTO I

A regreção da redassão

Carlos Eduardo Novaes

        Semana passada recebi um telefonema de uma senhora que me deixou surpreso. Pedia encarecidamente que ensinasse seu filho a escrever.

        - Mas, minha senhora, - desculpei-me -, eu não sou professor.

        - Eu sei. Por isso mesmo. Os professores não têm conseguido muito.

        - A culpa não é deles. A falha é do ensino.

        - Pode ser, mas gostaria que o senhor ensinasse o menino. O senhor escreve muito bem.

        - Obrigado - agradeci -, mas não acredite muito nisso. Não coloco vírgulas e nunca sei onde botar os acentos. A senhora precisa ver o trabalho que dou ao revisor.

        - Não faz mal – insistiu -, o senhor vem e traz um revisor.

        - Não dá, minha senhora – tornei a me desculpar -, eu não tenho o menor jeito com crianças.

        - E quem falou em crianças? Meu filho tem 17 anos.

        Comentei o fato com um professor, meu amigo, que me respondeu: “Você não deve se assustar, o estudante brasileiro não sabe escrever”. No dia seguinte, ouvi de outro educador: “O estudante brasileiro não sabe escrever”. Depois li no jornal as declarações de um diretor de faculdade: “O estudante brasileiro escreve muito mal”. Impressionado, saí à procura de outros educadores. Todos disseram: “acredite, o estudante brasileiro não sabe escrever”. Passei a observar e notei que já não se escreve mais como antigamente. Ninguém faz mais diário, ninguém escreve em portas de banheiros, em muros, em paredes. Não tenho visto nem aquelas inscrições, geralmente acompanhadas de um coração, feitas em casca de árvore. Bem, é verdade que não tenho visto nem árvore.

        - Quer dizer – disse a um amigo enquanto íamos pela rua – que o estudante brasileiro não sabe escrever? Isto é ótimo para mim. Pelo menos diminui a concorrência e me garante o emprego por mais dez anos.

        - Engano seu – disse ele. – A continuar assim, dentro de cinco anos você terá que mudar de profissão. 

        - Por quê? – espantei-me. – Quanto menos gente sabendo escrever, mais chance eu tenho de sobreviver.

        - E você sabe por que essa geração não sabe escrever?

        - Sei lá – dei com os ombros –, vai ver que é porque não pega direito no lápis.

        - Não senhor. Não sabe escrever porque está perdendo o hábito de leitura. E quando perder completamente, você vai escrever para quem? 

        Taí um dado novo que eu não havia considerado. Imediatamente pensei quais as utilidades que teria um jornal no futuro: embrulhar carne? Então vou trabalhar em açougue. Serviria para fazer barquinhos, para fazer fogueira nas arquibancadas do Maracanã, para forrar sapato furado ou para quebrar um galho em banheiro de estrada? Imaginei-me com uns textos na mão, correndo pelas ruas para oferecer às pessoas, assim como quem oferece um bilhete de loteria: 

        - Por favor amigo, leia – disse, puxando um cidadão pelo paletó.

        - Não, obrigado. Não estou interessado. Nos últimos cinco anos a única coisa que leio é a bula de remédio.

        - E a senhorita não quer ler? - perguntei, acompanhando os passos de uma universitária. – A senhorita vai gostar. É um texto muito curioso.

        - O senhor só tem escrito? Então não quero. Por que o senhor não grava o texto? Fica mais fácil ouvi-lo no meu gravador.

        - E o senhor, não está interessado nuns textos?

        - É sobre o quê? Ensina como ganhar dinheiro?

        - E o senhor, vai? Leva três e paga um.

        - Deixa eu ver o tamanho – pediu ele.

        Assustou-se com o tamanho do texto:

        - O quê? Tudo isso? O senhor está pensando que sou vagabundo? Que tenho tempo para ler tudo isso? Não dá para resumir tudo isso em cinco linhas? 


NOVAES, Carlos Eduardo. In: A cadeira do dentista & outras crônicas. São Paulo: Ática, 1999. Para gostar de ler, vol. 15.



        TEXTO II

O fragmento de texto reproduzido a seguir faz parte da crônica “A menina que falava em internetês, escrito por Rosana Hermann. Na crônica, Wanda, uma mãe que gostava de acreditar-se moderna, compra um computador e, navegando, pela internet, inicia uma conversa “on-line” com a filha adolescente. Quase ao final do diálogo, mãe e filha escrevem: 

“[...]

        _ Antes de ir para casa eu vou passar no supermercado. O que você quer que compre para... para... para vc? É assim que se diz em internetês.

        _ refri e bisc8

        _ Refrigerante e biscoito? Biscoito? Filha, francamente, que linguagem é essa? Você estuda no melhor colégio, seu pai paga uma mensalidade altíssima, e você escreve assim na internet? Sem vogais, sem acentos, sem completar as palavras, sem usar maiúsculas no início de uma frase, com orações sem nexo e ainda por cima usando números no lugar de sílabas? Isso é inadmissível, Maria Eugênia!

        “_ xau mãe, c ta xata.”

        _ Maria Eugênia! Chata é com ch.

        _

        _ Maria Eugênia?

        _

        _ Desligou. [...]‟‟ 


HERMANN, Rosana. Lições de Gramática para que gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007

Leia, atentamente, o texto abaixo, tirinha de Grump – Orlandeli.

Imagem associada para resolução da questão

Analise as frases da fala do tio, transcritas do primeiro quadrinho da tirinha de Grump. Em seguida, responda à questão proposta.

“Pra essa molecada é moleza. Estão aprendendo agora. Não tem os vícios da gente, que já usa as antigas regras faz tempo.”

Considerando o contexto de comunicação, os interlocutores e o sujeito simples “molecada”, explícito na primeira oração, a adequação das frases, obedecendo às normas de concordância verbal, seria:

Alternativas
Q966623 Português

        TEXTO I

A regreção da redassão

Carlos Eduardo Novaes

        Semana passada recebi um telefonema de uma senhora que me deixou surpreso. Pedia encarecidamente que ensinasse seu filho a escrever.

        - Mas, minha senhora, - desculpei-me -, eu não sou professor.

        - Eu sei. Por isso mesmo. Os professores não têm conseguido muito.

        - A culpa não é deles. A falha é do ensino.

        - Pode ser, mas gostaria que o senhor ensinasse o menino. O senhor escreve muito bem.

        - Obrigado - agradeci -, mas não acredite muito nisso. Não coloco vírgulas e nunca sei onde botar os acentos. A senhora precisa ver o trabalho que dou ao revisor.

        - Não faz mal – insistiu -, o senhor vem e traz um revisor.

        - Não dá, minha senhora – tornei a me desculpar -, eu não tenho o menor jeito com crianças.

        - E quem falou em crianças? Meu filho tem 17 anos.

        Comentei o fato com um professor, meu amigo, que me respondeu: “Você não deve se assustar, o estudante brasileiro não sabe escrever”. No dia seguinte, ouvi de outro educador: “O estudante brasileiro não sabe escrever”. Depois li no jornal as declarações de um diretor de faculdade: “O estudante brasileiro escreve muito mal”. Impressionado, saí à procura de outros educadores. Todos disseram: “acredite, o estudante brasileiro não sabe escrever”. Passei a observar e notei que já não se escreve mais como antigamente. Ninguém faz mais diário, ninguém escreve em portas de banheiros, em muros, em paredes. Não tenho visto nem aquelas inscrições, geralmente acompanhadas de um coração, feitas em casca de árvore. Bem, é verdade que não tenho visto nem árvore.

        - Quer dizer – disse a um amigo enquanto íamos pela rua – que o estudante brasileiro não sabe escrever? Isto é ótimo para mim. Pelo menos diminui a concorrência e me garante o emprego por mais dez anos.

        - Engano seu – disse ele. – A continuar assim, dentro de cinco anos você terá que mudar de profissão. 

        - Por quê? – espantei-me. – Quanto menos gente sabendo escrever, mais chance eu tenho de sobreviver.

        - E você sabe por que essa geração não sabe escrever?

        - Sei lá – dei com os ombros –, vai ver que é porque não pega direito no lápis.

        - Não senhor. Não sabe escrever porque está perdendo o hábito de leitura. E quando perder completamente, você vai escrever para quem? 

        Taí um dado novo que eu não havia considerado. Imediatamente pensei quais as utilidades que teria um jornal no futuro: embrulhar carne? Então vou trabalhar em açougue. Serviria para fazer barquinhos, para fazer fogueira nas arquibancadas do Maracanã, para forrar sapato furado ou para quebrar um galho em banheiro de estrada? Imaginei-me com uns textos na mão, correndo pelas ruas para oferecer às pessoas, assim como quem oferece um bilhete de loteria: 

        - Por favor amigo, leia – disse, puxando um cidadão pelo paletó.

        - Não, obrigado. Não estou interessado. Nos últimos cinco anos a única coisa que leio é a bula de remédio.

        - E a senhorita não quer ler? - perguntei, acompanhando os passos de uma universitária. – A senhorita vai gostar. É um texto muito curioso.

        - O senhor só tem escrito? Então não quero. Por que o senhor não grava o texto? Fica mais fácil ouvi-lo no meu gravador.

        - E o senhor, não está interessado nuns textos?

        - É sobre o quê? Ensina como ganhar dinheiro?

        - E o senhor, vai? Leva três e paga um.

        - Deixa eu ver o tamanho – pediu ele.

        Assustou-se com o tamanho do texto:

        - O quê? Tudo isso? O senhor está pensando que sou vagabundo? Que tenho tempo para ler tudo isso? Não dá para resumir tudo isso em cinco linhas? 


NOVAES, Carlos Eduardo. In: A cadeira do dentista & outras crônicas. São Paulo: Ática, 1999. Para gostar de ler, vol. 15.



        TEXTO II

O fragmento de texto reproduzido a seguir faz parte da crônica “A menina que falava em internetês, escrito por Rosana Hermann. Na crônica, Wanda, uma mãe que gostava de acreditar-se moderna, compra um computador e, navegando, pela internet, inicia uma conversa “on-line” com a filha adolescente. Quase ao final do diálogo, mãe e filha escrevem: 

“[...]

        _ Antes de ir para casa eu vou passar no supermercado. O que você quer que compre para... para... para vc? É assim que se diz em internetês.

        _ refri e bisc8

        _ Refrigerante e biscoito? Biscoito? Filha, francamente, que linguagem é essa? Você estuda no melhor colégio, seu pai paga uma mensalidade altíssima, e você escreve assim na internet? Sem vogais, sem acentos, sem completar as palavras, sem usar maiúsculas no início de uma frase, com orações sem nexo e ainda por cima usando números no lugar de sílabas? Isso é inadmissível, Maria Eugênia!

        “_ xau mãe, c ta xata.”

        _ Maria Eugênia! Chata é com ch.

        _

        _ Maria Eugênia?

        _

        _ Desligou. [...]‟‟ 


HERMANN, Rosana. Lições de Gramática para que gosta de literatura. São Paulo: Panda Books, 2007

Marque a alternativa em que a figura de linguagem está, CORRETAMENTE, identificada, nas frases transcritas do texto I.
Alternativas
Respostas
421: B
422: C
423: A
424: A
425: D
426: C
427: B
428: C
429: B
430: D
431: C
432: A
433: B
434: A
435: A
436: B
437: D
438: A
439: A
440: D