Questões Militares
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( ) As tabulações são usadas com frequência para criar documentos em formatos fáceis de usar. É possível definir tabulações rapidamente clicando no seletor de tabulação na extremidade esquerda da régua até que ela exiba o tipo de tabulação que se deseja. Em seguida, deve-se clicar na régua no local desejado.
( ) É possível usar a ferramenta Pincel para aplicar formatação de texto e algumas formatações básicas de gráfico, como bordas e preenchimentos. Seu uso pode copiar inclusive a fonte e o tamanho da fonte no texto do WordArt.
( ) Os cabeçalhos e os rodapés são áreas situadas nas margens superior, inferior e lateral de cada página de um documento. É possível inserir ou alterar textos ou gráficos em cabeçalhos e em rodapés. Por exemplo, é possível adicionar números de página, hora e data, logomarca de empresa, título do documento ou nome do arquivo ou do autor.
( ) No Microsoft Office Word 2007, é possível inserir uma tabela escolhendo a partir de uma seleção de tabelas pré-formatadas ou selecionar o número de linhas e de colunas que se deseja. É possível inserir uma tabela em um documento ou inserir uma tabela em outra tabela para criar uma mais complexa.
I - Software é toda parte lógica do computador. Existem softwares básicos (do fabricante), softwares utilitários (de apoio) e softwares aplicativos (do usuário). O software básico é orientado para a máquina e torna possível a operação e a própria programação do computador. Seus programas destinam-se a realizar tarefas básicas, como: acionar periféricos, gerenciar buffers, mapear memória, manter o relógio e a data etc. Um exemplo de software básico é o sistema operacional.
II - Os circuitos de memória ROM somente permitem leitura, mas perdem o conteúdo quando são desligados. Além disso, as memórias ROM são mais rápidas do que as memórias RAM. A memória RAM é lenta, permite a leitura e a escrita, mas, em compensação, o seu conteúdo não é perdido sempre que é desligada.
III - É na memória RAM que o processador carrega o sistema operacional, os programas e os documentos que estejam abertos para serem processados. Dessa forma, o processador acessa a memória RAM praticamente o tempo todo.
IV - O processador é um dos componentes mais importantes de um computador. É o responsável por executar as instruções que formam os programas. A velocidade de processamento das instruções que formam os programas é inversamente proporcional à execução dos programas.
Está(ão) CORRETO(S):
( ) No PES, diferentemente do PE, a etapa de diagnóstico acontece e é revista durante todo o processo de planejamento, recebendo a nomenclatura de análise situacional.
( ) A teoria do PES na esfera pública é sintetizada a partir do triângulo: projeto de governo, capacidade de governo e governança.
( ) O PES fixa seu foco de atenção nos problemas, nas oportunidades e nas ameaças, permitindo, assim, explorar a viabilidade política de um plano.
(1) Burocrática.
(2) Gerencial.
( ) Ênfase no controle dos resultados.
( ) Concentra-se no processo e no controle dos procedimentos.
( ) Descentralização da execução dos serviços estatais.
( ) Gera accountability.
( ) É autorreferente.
O termo ___________ pode ser definido como o conjunto de mecanismos e de procedimentos que induzem os dirigentes governamentais a prestar contas dos ____________ de suas ações à sociedade, garantindo-se, dessa forma, maior nível de transparência e a exposição pública das políticas públicas.
I - A expressão “direitos a prestações negativas” refere-se aos direitos fundamentais derivados do princípio da igualdade, os quais surgiram com o Estado social. São direitos que exigem determinadas prestações por parte do Estado. Tais direitos também são denominados “diretos sociais”, dentre os quais são exemplos os direitos à educação, à saúde e ao trabalho.
II - Os chamados “direitos sociais” fazem parte da segunda geração dos direitos fundamentais e pressupõem uma prestação positiva do Estado.
III - A expressão “direitos a prestações positivas” corresponde aos chamados direitos de liberdade. Estes se referem aos direitos civis e políticos e são direitos de resistência ou de oposição à atuação estatal. Visam à não interferência do Estado na liberdade dos indivíduos.
Está(ão) CORRETO(S):
(---) Se a concentração molar de N2O5 for duplicada, a velocidade da reação será reduzida à metade.
(---) Se a concentração molar de N2O5 for triplicada, a velocidade da reação também triplicará.
(---) Se a concentração molar de N2O5 for reduzida à metade, a velocidade da reação duplicará.
A concentração de um solvente em um processo que ocorre em solução aquosa e do qual a água participa como reagente irá variar de acordo com a quantidade de soluto da solução: quanto mais soluto, menor a concentração do solvente (1ª parte). A água mineral de locais onde exista calcário é alcalina devido à presença de CaCO3 (Carbonato de Cálcio) dissolvido, presente no calcário, que, ao sofrer hidrólise salina, deixa o meio básico (2ª parte).
A sentença está:
I - Os átomos de um mesmo elemento químico não precisam apresentar o número de nêutrons em comum.
II - Para que um átomo neutro do elemento químico Ferro transforme-se no íon Fe2+ , ele deve perder 2 elétrons.
III - O Diagrama de Pauling apresenta a posição dos elétrons na eletrosfera.
Está(ão) CORRETO(S):
Pesquisa divulgada nesta semana pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas evidencia, com percentuais, o que já se sabia pela prática: a maioria dos brasileiros considera fácil desobedecer às leis e vê com naturalidade o chamado “jeitinho", que permite burlar normas, enganar autoridades e levar vantagem individual mesmo quando isso causa prejuízos ____ coletividade. A percepção das pessoas em relação ____ esses temas é preocupante: dos 3,3 mil entrevistados em oito Estados, 82% reconhecem facilidade em descumprir ____ leis no Brasil, 79% acreditam que todos usam algum tipo de subterfúgio para desobedecer a regras legais, e 54% veem poucas razões para essa obediência.
Uma das curiosidades do levantamento relaciona-se ____ impunidade. É elevado o percentual de brasileiros que temem ser punidos por delitos, como pequenos roubos e infrações de trânsito, mas essas mesmas pessoas consideram tolerável fazer barulho capaz de incomodar os vizinhos, fumar em local não permitido, jogar lixo na rua ou comprar produtos piratas. No entanto, grandes crimes e tragédias invariavelmente têm na sua origem descasos e omissões com coisas que aparentam ter pouca importância.
Vale lembrar, por exemplo, que o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, foi o resultado de um conjunto de inépcias e de descuidos com recomendações técnicas. Existe no país uma cultura da irresponsabilidade, pela qual as pessoas, das autoridades aos cidadãos, costumam adiar decisões, transferir atribuições, fingir que não é com elas.
Precisamos, decididamente, de uma revolução cultural para que cada cidadão assuma a sua parcela de obrigações. A população habituou-se a tolerar o desleixo, a conformar-se com pequenos desvios, a considerar normal o descumprimento de normas e de convenções. Essa tolerância, além de se transformar em salvo-conduto para a impunidade, acaba também estimulando comportamentos pouco civilizados e até mesmo delituosos; os brasileiros reconhecem-se como protagonistas das pequenas infrações, mas acreditam que a corrupção é praticada apenas pelos ocupantes do poder. Aí está o grande equívoco: o padrão ético de um país é sempre resultado do comportamento de cada indivíduo. E, quando a maioria dos cidadãos convive pacificamente com a irresponsabilidade, não há jeitinho que resolva.
I - “... além de se transformar em salvo-conduto para a impunidade...”
II - “... foi o resultado de um conjunto de inépcias...”
III - “... mas acreditam que a corrupção...”
Os vocábulos sublinhados em I, II e III encontram seus sinônimos, respectivamente, na alternativa:
Pesquisa divulgada nesta semana pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas evidencia, com percentuais, o que já se sabia pela prática: a maioria dos brasileiros considera fácil desobedecer às leis e vê com naturalidade o chamado “jeitinho", que permite burlar normas, enganar autoridades e levar vantagem individual mesmo quando isso causa prejuízos ____ coletividade. A percepção das pessoas em relação ____ esses temas é preocupante: dos 3,3 mil entrevistados em oito Estados, 82% reconhecem facilidade em descumprir ____ leis no Brasil, 79% acreditam que todos usam algum tipo de subterfúgio para desobedecer a regras legais, e 54% veem poucas razões para essa obediência.
Uma das curiosidades do levantamento relaciona-se ____ impunidade. É elevado o percentual de brasileiros que temem ser punidos por delitos, como pequenos roubos e infrações de trânsito, mas essas mesmas pessoas consideram tolerável fazer barulho capaz de incomodar os vizinhos, fumar em local não permitido, jogar lixo na rua ou comprar produtos piratas. No entanto, grandes crimes e tragédias invariavelmente têm na sua origem descasos e omissões com coisas que aparentam ter pouca importância.
Vale lembrar, por exemplo, que o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, foi o resultado de um conjunto de inépcias e de descuidos com recomendações técnicas. Existe no país uma cultura da irresponsabilidade, pela qual as pessoas, das autoridades aos cidadãos, costumam adiar decisões, transferir atribuições, fingir que não é com elas.
Precisamos, decididamente, de uma revolução cultural para que cada cidadão assuma a sua parcela de obrigações. A população habituou-se a tolerar o desleixo, a conformar-se com pequenos desvios, a considerar normal o descumprimento de normas e de convenções. Essa tolerância, além de se transformar em salvo-conduto para a impunidade, acaba também estimulando comportamentos pouco civilizados e até mesmo delituosos; os brasileiros reconhecem-se como protagonistas das pequenas infrações, mas acreditam que a corrupção é praticada apenas pelos ocupantes do poder. Aí está o grande equívoco: o padrão ético de um país é sempre resultado do comportamento de cada indivíduo. E, quando a maioria dos cidadãos convive pacificamente com a irresponsabilidade, não há jeitinho que resolva.
I - Em “... o que já se sabia pela prática...”, o vocábulo sublinhado é um pronome demonstrativo.
II - Em “... não há jeitinho que resolva.”, o verbo “haver” é pessoal e transitivo.
III - Em “É mister para mim manter o padrão ético.”, o pronome oblíquo está corretamente empregado.
IV - Em “... os brasileiros reconhecem-se...”, o pronome poderia estar proclítico sem prejuízo semântico.
V - Em “... o percentual de brasileiros que temem ser punidos...”, o verbo auxiliar e o adjetivo poderiam concordar com o núcleo do sujeito e estar no singular também.
Estão CORRETOS:
Pesquisa divulgada nesta semana pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas evidencia, com percentuais, o que já se sabia pela prática: a maioria dos brasileiros considera fácil desobedecer às leis e vê com naturalidade o chamado “jeitinho", que permite burlar normas, enganar autoridades e levar vantagem individual mesmo quando isso causa prejuízos ____ coletividade. A percepção das pessoas em relação ____ esses temas é preocupante: dos 3,3 mil entrevistados em oito Estados, 82% reconhecem facilidade em descumprir ____ leis no Brasil, 79% acreditam que todos usam algum tipo de subterfúgio para desobedecer a regras legais, e 54% veem poucas razões para essa obediência.
Uma das curiosidades do levantamento relaciona-se ____ impunidade. É elevado o percentual de brasileiros que temem ser punidos por delitos, como pequenos roubos e infrações de trânsito, mas essas mesmas pessoas consideram tolerável fazer barulho capaz de incomodar os vizinhos, fumar em local não permitido, jogar lixo na rua ou comprar produtos piratas. No entanto, grandes crimes e tragédias invariavelmente têm na sua origem descasos e omissões com coisas que aparentam ter pouca importância.
Vale lembrar, por exemplo, que o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, foi o resultado de um conjunto de inépcias e de descuidos com recomendações técnicas. Existe no país uma cultura da irresponsabilidade, pela qual as pessoas, das autoridades aos cidadãos, costumam adiar decisões, transferir atribuições, fingir que não é com elas.
Precisamos, decididamente, de uma revolução cultural para que cada cidadão assuma a sua parcela de obrigações. A população habituou-se a tolerar o desleixo, a conformar-se com pequenos desvios, a considerar normal o descumprimento de normas e de convenções. Essa tolerância, além de se transformar em salvo-conduto para a impunidade, acaba também estimulando comportamentos pouco civilizados e até mesmo delituosos; os brasileiros reconhecem-se como protagonistas das pequenas infrações, mas acreditam que a corrupção é praticada apenas pelos ocupantes do poder. Aí está o grande equívoco: o padrão ético de um país é sempre resultado do comportamento de cada indivíduo. E, quando a maioria dos cidadãos convive pacificamente com a irresponsabilidade, não há jeitinho que resolva.
“Precisamos, decididamente, de uma revolução cultural para que cada cidadão assuma a sua parcela de obrigações.”
Pesquisa divulgada nesta semana pela Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas evidencia, com percentuais, o que já se sabia pela prática: a maioria dos brasileiros considera fácil desobedecer às leis e vê com naturalidade o chamado “jeitinho", que permite burlar normas, enganar autoridades e levar vantagem individual mesmo quando isso causa prejuízos ____ coletividade. A percepção das pessoas em relação ____ esses temas é preocupante: dos 3,3 mil entrevistados em oito Estados, 82% reconhecem facilidade em descumprir ____ leis no Brasil, 79% acreditam que todos usam algum tipo de subterfúgio para desobedecer a regras legais, e 54% veem poucas razões para essa obediência.
Uma das curiosidades do levantamento relaciona-se ____ impunidade. É elevado o percentual de brasileiros que temem ser punidos por delitos, como pequenos roubos e infrações de trânsito, mas essas mesmas pessoas consideram tolerável fazer barulho capaz de incomodar os vizinhos, fumar em local não permitido, jogar lixo na rua ou comprar produtos piratas. No entanto, grandes crimes e tragédias invariavelmente têm na sua origem descasos e omissões com coisas que aparentam ter pouca importância.
Vale lembrar, por exemplo, que o incêndio da boate Kiss, em Santa Maria, foi o resultado de um conjunto de inépcias e de descuidos com recomendações técnicas. Existe no país uma cultura da irresponsabilidade, pela qual as pessoas, das autoridades aos cidadãos, costumam adiar decisões, transferir atribuições, fingir que não é com elas.
Precisamos, decididamente, de uma revolução cultural para que cada cidadão assuma a sua parcela de obrigações. A população habituou-se a tolerar o desleixo, a conformar-se com pequenos desvios, a considerar normal o descumprimento de normas e de convenções. Essa tolerância, além de se transformar em salvo-conduto para a impunidade, acaba também estimulando comportamentos pouco civilizados e até mesmo delituosos; os brasileiros reconhecem-se como protagonistas das pequenas infrações, mas acreditam que a corrupção é praticada apenas pelos ocupantes do poder. Aí está o grande equívoco: o padrão ético de um país é sempre resultado do comportamento de cada indivíduo. E, quando a maioria dos cidadãos convive pacificamente com a irresponsabilidade, não há jeitinho que resolva.
I - A maioria dos brasileiros ainda resiste à obediência às normas.
II - O “jeitinho” é uma prática de infrações que não causa danos à coletividade.
III - Para justificar a cultura da desobediência, o autor do texto apresenta apenas dados estatísticos.
IV - 82% dos entrevistados consideram difícil burlar leis no Brasil.
V - O grande equívoco, citado pelo autor, é acreditar que a corrupção é praticada somente pelos ocupantes do poder.
Estão CORRETOS: