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Questões Militares Para comando do 3º distrito naval

Questões Discursivas

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Q3226494 Português

ÁGUAS DO MAR



    Aí está ele, o mar, a mais ininteligível das existências não humanas. E aqui está a mulher, de pé na praia, o mais ininteligível dos seres vivos. Como o ser humano fez um dia uma pergunta sobre si mesmo, tornou-se o mais ininteligível dos seres vivos. Ela e o mar.

    Só poderia haver um encontro de seus mistérios se um se entregasse ao outro: a entrega de dois mundos incognoscíveis feita com a confiança com que se entregariam duas compreensões.

    Ela olha o mar, é o que pode fazer. Ele só lhe é delimitado pela linha do horizonte, isto é, pela sua incapacidade humana de ver a curvatura da terra.

    São seis horas da manhã. Só um cão livre hesita na praia, um cão negro. Por que é que um cão é tão livre? Porque ele é o mistério vivo que não se indaga. A mulher hesita porque vai entrar.

    Seu corpo se consola com sua própria exiguidade em relação à vastidão do mar porque é a exiguidade do corpo que o permite manter-se quente e é essa exiguidade que a torna pobre e livre gente, com sua parte de liberdade de cão nas areias. Esse corpo entrará no ilimitado frio que sem raiva ruge no silêncio das seis horas. A mulher não está sabendo: mas está cumprindo uma coragem. Com a praia vazia nessa hora da manhã, ela não tem o exemplo de outros humanos que transformam a entrada no mar em simples jogo leviano de viver. Ela está sozinha. O mar salgado não é sozinho porque é salgado e grande, e isso é uma realização. Nessa hora ela se conhece menos ainda do que conhece o mar. Sua coragem é a de, não se conhecendo, no entanto, prosseguir. É fatal não se conhecer, e não se conhecer exige coragem.

    Vai entrando. A água salgada é de um frio que lhe arrepia em ritual as pernas. Mas uma alegria fatal - a alegria é uma fatalidade - já a tomou, embora nem Ihe ocorra sorrir. Pelo contrário, está muito séria. O cheiro é de uma maresia tonteante que a desperta de seus mais adormecidos sonos seculares. E agora ela está alerta, mesmo sem pensar, como um caçador está alerta sem pensar. A mulher é agora uma compacta e uma leve e uma aguda - e abre caminho na gelidez que, líquida, se opõe a ela, e no entanto a deixa entrar, como no amor em que a oposição pode ser um pedido.

    O caminho lento aumenta sua coragem secreta. E de repente ela se deixa cobrir pela primeira onda. O sal, o iodo, tudo líquido, deixam-na por uns instantes cega, toda escorrendo - espantada de pé, fertilizada.

    Agora o frio se transforma em frígido. Avançando, ela abre o mar pelo meio. Já não precisa da coragem, agora já é antiga no ritual. Abaixa a cabeça dentro do brilho do mar, e retira uma cabeleira que sai escorrendo toda sobre os olhos salgados que ardem. Brinca com a mão na água, pausada, os cabelos ao sol quase imediatamente já estão se endurecendo de sal. Com a concha das mãos faz o que sempre fez no mar, e com a altivez dos que nunca darão explicação nem a eles mesmos: com a concha das mãos cheias de água, bebe em goles grandes bons.

    E era isso o que lhe estava faltando: o mar por dentro como o líquido espesso de um homem. Agora ela está toda igual a si mesma. A garganta alimentada se constringe pelo sal, os olhos avermelham-se pelo sal secado pelo sol, as ondas suaves lhe batem e voltam pois ela é um anteparo compacto.

    Mergulha de novo, de novo bebe, mais água, agora sem sofreguidão pois não precisa mais. Ela é a amante que sabe que terá tudo de novo. O sol se abre mais e arrepia-a ao secá-la, ela mergulha de novo: está cada vez menos sôfrega e menos aguda. Agora sabe о que quer. Quer ficar de pé parada no mar. Assim fica, pois. Como contra os costados de um navio, a água bate, volta, bate. A mulher não recebe transmissões. Não precisa de comunicação.

    Depois caminha dentro da água de volta à praia. Não está caminhando sobre as águas - ah nunca faria isso depois que há milênios já andaram sobre as águas - mas ninguém lhe tira isso: caminhar dentro das águas. As vezes o mar lhe opõe resistência puxando-a com força para trás, mas então a proa da mulher avança um pouco mais dura e áspera.

    E agora pisa na areia. Sabe que está brilhando de água, e sal e sol. Mesmo que o esqueça daqui a uns minutos, nunca poderá perder tudo isso. E sabe de algum modo obscuro que seus cabelos escorridos são de náufrago. Porque sabe - sabe que fez um perigo. Um perigo tão antigo quanto o ser humano.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2020



Assinale a opção na qual se observa uma relação de sinonímia com o termo destacado no fragmento: "Seu corpo se consola com sua própria exiguidade (...)". 5° §
Alternativas
Q3226481 Português

ÁGUAS DO MAR



    Aí está ele, o mar, a mais ininteligível das existências não humanas. E aqui está a mulher, de pé na praia, o mais ininteligível dos seres vivos. Como o ser humano fez um dia uma pergunta sobre si mesmo, tornou-se o mais ininteligível dos seres vivos. Ela e o mar.

    Só poderia haver um encontro de seus mistérios se um se entregasse ao outro: a entrega de dois mundos incognoscíveis feita com a confiança com que se entregariam duas compreensões.

    Ela olha o mar, é o que pode fazer. Ele só lhe é delimitado pela linha do horizonte, isto é, pela sua incapacidade humana de ver a curvatura da terra.

    São seis horas da manhã. Só um cão livre hesita na praia, um cão negro. Por que é que um cão é tão livre? Porque ele é o mistério vivo que não se indaga. A mulher hesita porque vai entrar.

    Seu corpo se consola com sua própria exiguidade em relação à vastidão do mar porque é a exiguidade do corpo que o permite manter-se quente e é essa exiguidade que a torna pobre e livre gente, com sua parte de liberdade de cão nas areias. Esse corpo entrará no ilimitado frio que sem raiva ruge no silêncio das seis horas. A mulher não está sabendo: mas está cumprindo uma coragem. Com a praia vazia nessa hora da manhã, ela não tem o exemplo de outros humanos que transformam a entrada no mar em simples jogo leviano de viver. Ela está sozinha. O mar salgado não é sozinho porque é salgado e grande, e isso é uma realização. Nessa hora ela se conhece menos ainda do que conhece o mar. Sua coragem é a de, não se conhecendo, no entanto, prosseguir. É fatal não se conhecer, e não se conhecer exige coragem.

    Vai entrando. A água salgada é de um frio que lhe arrepia em ritual as pernas. Mas uma alegria fatal - a alegria é uma fatalidade - já a tomou, embora nem Ihe ocorra sorrir. Pelo contrário, está muito séria. O cheiro é de uma maresia tonteante que a desperta de seus mais adormecidos sonos seculares. E agora ela está alerta, mesmo sem pensar, como um caçador está alerta sem pensar. A mulher é agora uma compacta e uma leve e uma aguda - e abre caminho na gelidez que, líquida, se opõe a ela, e no entanto a deixa entrar, como no amor em que a oposição pode ser um pedido.

    O caminho lento aumenta sua coragem secreta. E de repente ela se deixa cobrir pela primeira onda. O sal, o iodo, tudo líquido, deixam-na por uns instantes cega, toda escorrendo - espantada de pé, fertilizada.

    Agora o frio se transforma em frígido. Avançando, ela abre o mar pelo meio. Já não precisa da coragem, agora já é antiga no ritual. Abaixa a cabeça dentro do brilho do mar, e retira uma cabeleira que sai escorrendo toda sobre os olhos salgados que ardem. Brinca com a mão na água, pausada, os cabelos ao sol quase imediatamente já estão se endurecendo de sal. Com a concha das mãos faz o que sempre fez no mar, e com a altivez dos que nunca darão explicação nem a eles mesmos: com a concha das mãos cheias de água, bebe em goles grandes bons.

    E era isso o que lhe estava faltando: o mar por dentro como o líquido espesso de um homem. Agora ela está toda igual a si mesma. A garganta alimentada se constringe pelo sal, os olhos avermelham-se pelo sal secado pelo sol, as ondas suaves lhe batem e voltam pois ela é um anteparo compacto.

    Mergulha de novo, de novo bebe, mais água, agora sem sofreguidão pois não precisa mais. Ela é a amante que sabe que terá tudo de novo. O sol se abre mais e arrepia-a ao secá-la, ela mergulha de novo: está cada vez menos sôfrega e menos aguda. Agora sabe о que quer. Quer ficar de pé parada no mar. Assim fica, pois. Como contra os costados de um navio, a água bate, volta, bate. A mulher não recebe transmissões. Não precisa de comunicação.

    Depois caminha dentro da água de volta à praia. Não está caminhando sobre as águas - ah nunca faria isso depois que há milênios já andaram sobre as águas - mas ninguém lhe tira isso: caminhar dentro das águas. As vezes o mar lhe opõe resistência puxando-a com força para trás, mas então a proa da mulher avança um pouco mais dura e áspera.

    E agora pisa na areia. Sabe que está brilhando de água, e sal e sol. Mesmo que o esqueça daqui a uns minutos, nunca poderá perder tudo isso. E sabe de algum modo obscuro que seus cabelos escorridos são de náufrago. Porque sabe - sabe que fez um perigo. Um perigo tão antigo quanto o ser humano.


LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2020



Observe o trecho abaixo.


"Às vezes o mar lhe opõe resistência puxando-a com força para trás (...)". 11°§


Em qual opção ocorre próclise pelo mesmo motivo do termo destacado?

Alternativas
Q1305606 Legislação Federal
De acordo com o Estatuto dos militares, que trata sobre os Conselhos de Justificação e Disciplina, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q1305605 Legislação Federal
Considerando o Art. 16 do Estatuto dos Militares, o qual dispõe sobre os círculos hierárquicos e a escala hierárquica nas Forças Armadas, bem como a correspondência entre os postos e as graduações da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1305602 História
Em 1613, Felipe III (Felipe El, em Portugal) enviou para o Brasil um novo governador, Gaspar de Souza, com ordens para tomar providências contra os invasores franceses no Maranhão. Quem foi designado pelo Governador Gaspar de Souza para comandar essa expedição contra os franceses, tornando-se a primeira pessoa nascida no Brasil a comandar uma Força Naval, em missão tipicamente militar na América portuguesa?
Alternativas
Q1305598 Direito Constitucional
De acordo com o Art. 142 da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que disserta sobre as Forças Armadas, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1305590 História
Em 1553, Nicolau Durand de Villegagnon foi nomeado Vice-Almirante da Bretanha e desenvolveu um plano para fundar uma colônia na Baía de Guanabara (RJ); Qual o nome do núcleo da colônia que Villegagnon instalou na ilha que atualmente tem seu nome?
Alternativas
Q1305588 Engenharia Naval
Nos navios existem alguns conveses com nomes especiais. O convés parcial, acima do convés principal na proa, é chamado convés:
Alternativas
Q1305587 História
Na segunda metade do Século XIX, o Brasil procurava compensar seu atraso tecnológico tanto adquirindo navios no exterior como construindo no Brasil. Qual foi o primeiro navio a hélice construído no país em 1854?
Alternativas
Q1305575 Português
“[...] 0 fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real, mas também possibilita trocar experiências, falar sobre o que existiu, poderá vir a existir e até mesmo imaginar o que não precisa nem pode existir. A linguagem verbal é, então, a matéria do pensamento e o veículo da comunicação social. Assim como não há sociedade sem linguagem, não há sociedade sem comunicação. Tudo o que se produz como linguagem ocorre em sociedade, para ser comunicado e, como tal, constitui uma realidade material que se relaciona com o que lhe é exterior, com o que existe independentemente da linguagem. Como realidade material - organização de sons, palavras, frases - a linguagem é relativamente autônoma; como expressão de emoções, idéias, propósitos, no entanto, ela é orientada pela visão de mundo, pelas injunções da realidade social, histórica e cultural de seu falante. [...]"

(Margarida Petter)

Fonte: FIORIN, José Luiz. Introdução à Linguística. São Paulo: Contexto, 2012. 
Em “poderá vir a existir", temos um exemplo de quando a letra a não recebe a crase. Das opções abaixo, qual caso também não deveria ser grafado com a crase?
Alternativas
Q1305574 Português
“[...] 0 fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real, mas também possibilita trocar experiências, falar sobre o que existiu, poderá vir a existir e até mesmo imaginar o que não precisa nem pode existir. A linguagem verbal é, então, a matéria do pensamento e o veículo da comunicação social. Assim como não há sociedade sem linguagem, não há sociedade sem comunicação. Tudo o que se produz como linguagem ocorre em sociedade, para ser comunicado e, como tal, constitui uma realidade material que se relaciona com o que lhe é exterior, com o que existe independentemente da linguagem. Como realidade material - organização de sons, palavras, frases - a linguagem é relativamente autônoma; como expressão de emoções, idéias, propósitos, no entanto, ela é orientada pela visão de mundo, pelas injunções da realidade social, histórica e cultural de seu falante. [...]"

(Margarida Petter)

Fonte: FIORIN, José Luiz. Introdução à Linguística. São Paulo: Contexto, 2012. 
Considere o trecho “[...] O fascínio que a linguagem sempre exerceu sobre o homem vem desse poder que permite não só nomear/criar/transformar o universo real”. É correto afirmar que, no domínio da Morfologia, para nomear elementos do universo real, o homem utiliza o:
Alternativas
Q1305567 Português

Sobre a Escrita...


    Meu Deus do céu, não tenho nada a dizer. O som de minha máquina é macio.

    Que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la. Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade. A palavra é tão forte que atravessa a barreira do som. Cada palavra é uma ideia. Cada palavra materializa o espírito. Quanto mais palavras eu conheço, mais sou capaz de pensar o meu sentimento.

    Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos. Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por uma extrema simplicidade de linhas. Todas as palavras que digo - é por esconderem outras palavras

     Qual é mesmo a palavra secreta? Não sei é porque a ouso? Não sei porque não ouso dizê-la? Sinto que existe uma palavra, talvez unicamente uma, que não pode e não deve ser pronunciada. Parece-me que todo o resto não é proibido. Mas acontece que eu quero é exatamente me unir a essa palavra proibida. Ou será? Se eu encontrar essa palavra, só a direi em boca fechada, para mim mesma, senão corro o risco de virar alma perdida por toda a eternidade. Os que inventaram o Velho Testamento sabiam que existia uma fruta proibida. As palavras é que me impedem de dizer a verdade.

     Simplesmente não há palavras.

    O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo. Acho que o som da música é imprescindível para o ser humano e que o uso da palavra falada e escrita são como a música, duas coisas das mais altas que nos elevam do reino dos macacos, do reino animal, e mineral e vegetal também. Sim, mas é a sorte às vezes.

    Sempre quis atingir através da palavra alguma coisa que fosse ao mesmo tempo sem moeda e que fosse e transmitisse tranquilidade ou simplesmente a verdade mais profunda existente no ser humano e nas coisas. Cada vez mais eu escrevo com menos palavras. Meu livro melhor acontecerá quando eu de todo não escrever. Eu tenho uma falta de assunto essencial. Todo homem tem sina obscura de pensamento que pode ser o de um crepúsculo e pode ser uma aurora.

    Simplesmente as palavras do homem.


(Clarice Lispector)


Fonte: contobrasileiro.com.br/sobre-a-escrita-conto-declarice-lispector/

Leia as frases abaixo, destacadas do texto.
"Como recomeçar a anotar frases?” (§2) “Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade."(§2)

Na língua existem basicamente dois processos de formação de palavras: a derivação e a composição. Nas palavras destacadas acima, há respectivamente uma derivação prefixai e uma derivação sufixai. As palavras caça, desalmado e simplesmente são, respectivamente, exemplos de derivação:
Alternativas
Q1355874 Conhecimentos Gerais
Segundo as Tradições Navais da Marinha do Brasil, a Bandeira do Brasil, um dos símbolos nacionais, tem tratamento especial por parte de todos os militares. Sobre esse assunto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1355873 Legislação Federal
Sobre o Livro Branco de Defesa Nacional, que é o mais completo e acabado documento acerca das atividades de defesa do Brasil, assinale a opção INCORRETA.
Alternativas
Q1355872 Direito Constitucional
A Lei Complementar n° 97, de 9 de junho de 1999, apresenta várias disposições sobre a organização das Forças Armadas e sobre o assessoramento ao seu Comandante Supremo. Considerando as disposições dessa lei complementar sobre esses assuntos, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1355871 Administração Geral

Segundo preceitua a publicação EMA-137, que trata da Doutrina de Liderança da Marinha, pode-se afirmar, genericamente, que existem certos estilos principais de liderança, propostos à luz das diversas teorias, consagrados e relevantes para o contexto militar-naval, e que se enquadram em determinados critérios de classificação. Sobre esse assunto, considere as afirmativas abaixo.


I - Quanto ao foco no líder, os estilos de liderança são liderança orientada para tarefa e liderança orientada para relacionamento.

II - O estilo de liderança transformacional é caracterizado, dentre outros aspectos, pela consideração individualizada e pela inspiração motivadora por parte do líder.

lIl - A liderança participativa pode ser útil e até mesmo recomendável, em situações especiais como em combate, quando a participação dos subordinados será importante para a decisão do líder.

IV - O estilo de liderança transacional é especialmente indicado para situações de pressão, crise e mudanças, que requerem elevados níveis de envolvimento e comprometimento dos subordinados.


Assinale a opção correta

Alternativas
Q1355870 História
O período regencial foi marcado por diversas revoltas e rebeliões, nas quais a atuação da Marinha do Brasil, então Marinha Imperial, foi marcante para a resolução dos conflitos. Em qual embate o então Capitão-Tenente Joaquim Marques de Lisboa, futuro Marquês de Tamandaré, foi nomeado comandante da Força Naval em operação contra os insurretos?
Alternativas
Q1355869 História
De acordo com Vidigal (2000), a vitória do Brasil na guerra contra Oribe e Rosas da Argentina deveu-se muito pelo aumento das bocas de fogo da Esquadra brasileira comandada por Grenfell, frente às peças de artilharia instaladas ao longo do rio Paraná, propiciado por um fator estratégico utilizado na Passagem de Toneleiro. Assinale a opção correta, que reflete a ação tomada pelo então Chefe naval do Brasil, que contribuiu de forma decisiva para a finalização desse conflito.
Alternativas
Q1355868 Direito Constitucional
A Constituição da República Federativa do Brasil (1988) prevê sanção para o oficial cuja conduta moraimente reprovável venha ferir o pundonor, o decoro e a ética militares, ou cuja índole e modo de proceder não se harmonizem com os requisitos de disciplina, liderança e cumprimento do dever militar, comprometendo irremediavelmente o seu desempenho profissional. Considerando as disposições constitucionais sobre esse assunto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q1355867 Legislação Federal
Os valores militares influenciam, de forma consciente ou inconsciente, o comportamento e, em particular, a conduta pessoal de cada integrante das Forças Armadas. De acordo com o disposto no artigo n° 27 do Estatuto dos Militares (lei n° 6.880, de 9 de dezembro de 1980), assinale a opção que apresenta manifestação essencial do valor militar.
Alternativas
Respostas
1: E
2: A
3: D
4: D
5: E
6: E
7: B
8: D
9: A
10: B
11: D
12: B
13: B
14: B
15: C
16: A
17: B
18: A
19: D
20: E