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C3H5(ONO2)3(ℓ)→N2(g)+CO2(g)+O2(g)+H2O(g)
Qual o volume aproximado de gás formado, ao nível do mar e a 27ºC, quando 2,27g da dinamite reagem?
I. Em uma solução de NaCℓ em água há interações íon-dipolo. II. Em uma solução de oxigênio (O2) em água há interações dipolo - dipolo induzido. III. Em uma solução de iodo (I2) em tetracloreto de carbono (CCℓ4) há interações dipolo instantâneo-dipolo induzido.
I. X(g)+e–→ X (g)+E1 II. X (g)+E2→X(g)+e- III. X(g)+E3→ X+(g)+e- IV. X+ (g)+E4→X2+ (g)+e-
Com base nas equações representadas, pode-se afirmar que:
I. As proporções molares com que os produtos são formados. II. Que a reação pode ocorrer. III. Que a reação é exotérmica. IV. A espontaneidade da reação. V. As fórmulas dos produtos.
Pb(s) + PbO2(s) + 2H2SO4(aq) → 2Pb2+ SO4 2- (aq) + 2H2O(ℓ)
I. O nome IUPAC é propanoato de etila. II. O ácido carboxílico que dá origem a esse éster é o propanóico. III. A hidrólise básica deste éster forma o ânion etanoato. IV. O álcool necessário para obter esse éster é o propan-1-ol.
I. H2PO4 (aq) + H2O(ℓ) → HPO4 2 (aq) + H3O (aq) II. HPO4 2 (aq) + H2O(ℓ) → H2PO4 (aq) + OH (aq) III. [Aℓ(H2O)6]3 (aq) + H2O(ℓ) → [Aℓ(H2O)5OH]2 (aq) + H3O (aq) IV. CaO(s) + H2O(ℓ) → Ca2 (aq) + 2 OH (aq)
São dadas as energias de ligação H - X, para X = F, Cℓ, Br, I
HF(g) 567 kJ/mol
HCℓ(g) 431 kJ/mol
HBr(g) 366 kJ/mol
HI(g) 299 kJ/mol
I. As partículas dos gases possuem massas desprezíveis. II. As forças entre as partículas dos gases são nulas. III. As colisões entre as partículas são inelásticas. IV. As partículas dos gases têm a mesma energia cinética.
Analise os processos abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
I. Diluir HCℓ em água.
II. 2 NO(g) + O2(g) 2 NO2(g)
III. NH4Cℓ(s) NH3(g) + HCℓ(g)
I. Líquidos evaporam em qualquer temperatura. II. A temperatura de ebulição normal de um dado líquido independe das partículas formadoras. III. Líquidos distintos apresentam a mesma pressão de vapor nas respectivas temperaturas de ebulição normal. IV. A tensão superficial de um dado líquido varia diretamente com a temperatura.
Uma análise dessas equações permite afirmar que:
Anderson Cunha
A derradeira...
A derradeira
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Aquela estrela...
Aquela estrela
Marvada chegou
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
Aquela estrela ô
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer
Minha pele é solidão
O meu colo, bem querer
Lágrima de dor
Teimou e caiu
Ai saudade, eu não sei esquecer
Aquela estrela ô
Tinhosa e vil
De mim levou meu bem querer “
(...) Era a Mulher, que falava. Ah, e a Mulher rogava: – Que
trouxessem o corpo daquele rapaz moço, vistoso, o dos olhos muito verdes...
Eu desguisei. Eu deixei minhas lágrimas virem, e ordenando: – 'Traz Diadorim!' (...)
Diadorim, Diadorim, oh, ah, meus buritizais levados de verdes... (...)
Sufoquei, numa estrangulação de dó. Constante o que a
Mulher disse: carecia de se lavar e vestir o corpo.
Piedade, como que ela mesma, embebendo toalha,
limpou as faces de Diadorim, casca de tão grosso sangue, repisado. (...)
Eu dizendo que a Mulher ia lavar o corpo dele. Ela rezava rezas da Bahia.
Mandou todo o mundo sair. Eu fiquei. (...) Não me mostrou de propósito o corpo.
E disse...
Diadorim – nu de tudo. E ela disse:
– 'A Deus dada. Pobrezinha...' (...)
Como em todo o tempo antes eu não contei ao senhor – e mercê peço: – mas para o senhor divulgar comigo, a par, justo o travo de tanto segredo, sabendo somente no átimo em que eu também só soube... Que Diadorim era o corpo de uma mulher, moça perfeita... (...)
Eu estendi as mãos para tocar naquele corpo, e estremeci,
retirando as mãos para trás (...) E a Mulher estendeu a toalha,recobrindo as partes. Mas aqueles olhos eu beijei, e as faces, a boca. (...) E eu não sabia por que nome chamar; eu exclamei me doendo:
– 'Meu amor!...' "
Texto extraído do livro Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa
I. Na trama de citações da canção Meus Buritizais levados de verdes, há uma referência à personagem Diadorim (“Diadorim, oh, ah, meus buritizais levados de verdes"), mas também uma citação textual direta à clássica canção do sertão, Asa Branca (“Quando o verde dos teus olhos/ Se espalhar na plantação").
II. Embora a saudade seja tema de ambos os textos, Meus buritizais levados de verdes e Grande Sertão: Veredas, é possível verificar um sentimento de plenitude e realização do desejo pelos amantes nos versos: “Minha pele é solidão/ O meu colo, bem querer" e no trecho citado: “Mas aqueles olhos eu beijei, e as faces, a boca. (...) E eu não sabia por que nome chamar; eu exclamei me doendo: – 'Meu amor!...' "
III. Meus buritizais levados de verdes tematiza uma das principais problemáticas do romance Grande Sertão: Veredas: a presença do maligno, a mistura entre bem e mal, o que é sintetizado na metáfora da “estrela tinhosa e vil".
IV. A cena clássica da morte de Diadorim, para a qual toda a narrativa de Riobaldo converge, é recuperada pela canção, decorrendo disso o seu teor dramático e trágico, corroborando a impossibilidade de realização do amor sintetizada no romance “até que ponto esses olhos, sempre havendo, aquela beleza verde, me adoecido, tão impossível." (p. 36).