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Considerando os conceitos de Batista (2012) acerca da Gestão do Conhecimento (GC) na Administração Pública, analise as afirmativas abaixo.
I- Na administração pública, a efetiva GC ajuda as organizações a enfrentar novos desafios, implementar práticas inovadoras de gestão e melhorar a qualidade dos processos, produtos e serviços públicos em benefício do cidadão-usuário e da sociedade em geral.
II- O servidor público que participa das iniciativas de GC amplia seus conhecimentos e habilidades. Isso acontece em função do aprendizado e da inovação que ocorrem nos processos de GC.
III- Quando os servidores públicos de uma equipe estão constantemente aprendendo e compartilhando conhecimento entre eles, há um aumento na capacidade de realização da equipe de trabalho.
Assinale a opção correta.
Leia o trecho abaixo.
"A Gestão do Conhecimento (GC) é vista no setor privado como uma importante ferramenta para a inovação de processos, produtos e serviços. Com isso, as empresas privadas aumentam sua produtividade, mantêm os atuais e conquistam novos clientes, aumentam sua lucratividade e tornam-se mais competitivas. No setor público, (...)”
De acordo com Batista (2012), sobre a Gestão de
Conhecimento (GC), é correto afirmar que:
Coloque F (falso) ou V (verdadeiro) para as afirmativas abaixo, considerando os conceitos relacionados às ferramentas de gerenciamento apresentados por Marshall Junior (2010), assinalando a seguir a opção que apresenta a sequência correta.
( ) Matriz de Priorização é uma ferramenta de priorização de ações ou objetivos baseados na utilização de critérios e pesos devidamente conhecidos.
( ) Diagrama de Matriz permite a associação das informações ou ações envolvidas em uma determinada análise ou plano, de forma intuitiva ou a partir de certas premissas estabelecidas, visando estruturar abordagens diferenciadas ou focadas nos agrupamentos gerados por afinidade.
( ) Técnica do Grupo Nominal é uma ferramenta para classificar e ordenar ações, atividades ou idéias, de modo a reduzir o conjunto de opções, com foco naquelas que são essenciais, segundo a percepção do grupo.
( ) Diagrama de flechas é uma forma de representação do fluxo de atividades ou tarefas de um projeto, por meio de flechas, na qual a rede obtida (ou grafo) apresenta as sequências das tarefas e suas interdependências, assim como os caminhos críticos e as folgas existentes.
Segundo Chiavenato (2011), sobre fatos que originaram a Teoria das Relações Humanas, analise as afirmativas abaixo.
I- A necessidade de humanizar e democratizar a Administração, libertando-a dos conceitos rígidos e mecanicistas da Teoria Clássica e adequando-a aos novos padrões de vida do povo americano.
II- O desenvolvimento das ciências humanas, principalmente a psicologia, bem como sua crescente influência intelectual e suas primeiras aplicações à organização industrial.
III- As idéias de filosofia pragmática de John Dewey e da Psicologia dinâmica de Kurt Lewin foram fundamentais para o humanismo na Administração.
IV- As conclusões da Experiência de Hawthorne, realizada entre 1927 e 1932, sob a coordenação de Elton Mayo, que puseram em xeque os principais postulados da Teoria Clássica da Administração.
Assinale a opção correta.
How much should your boss know about you?
By José Luis Penarredonda, 26 March 2018
We’re all being graded every day. The expensive plane tickets I bought recently have already popped up in my credit score. The fact that I've stopped jogging every morning has been noted by my fitness app - and, if it were connected with an insurance company, this change might push up my premiums. [...]. And, yes, my desirability and efficiency as a worker is also up for evaluation and can be given a number.
HR departments are crunching increasing volumes of data to measure employees in a more granular way. From software that records every keystroke, or the ‘smart’ coffee machines that will only give you a hot drink if you tap it with your work ID badge there are more opportunities than ever for bosses to measure behaviour. Some analysts think this industry could be worth more than $1 billion by 2022.
One big aim of data collection is to make “predictions about how long an'employee will stay, and it may influence hiring, firing, or retention of people" [...].
One problem with this approach is that it’s blind to some of the non-quantifiable aspects of work. Some of the subtler things I do in order to be a better writer, for instance, are not quantifiable: having a drink with someone who tells me a great story, or imagining a piece on my commute. None of these things would show up in my ‘job score'. “A lot of the qualitative aspects of work are being written out,” says Moore, “because if you can’t measure them, they don't exist”.
The dilemma of data
There are several good business reasons to collect data on employees - from doing better risk management to examining if social behaviours in the workplace can lead to gender discrimination. “Companies fundamentally don't understand how people interact and collaborate at work,” says Ben Waber, president and CEO of Humanyze, an American company which gathers and analyses data about the workplace. He says that he can show them.
Humanyze gathers data from two sources. The first is the metadata from employees’ communications: their email, phone or corporate messaging service [...]. The second area is data gathered from gadgets like Bluetooth infrared sensors which detect how many people are working in one particular part of an office and how they move around. They also use 'supercharged' ID badges that, as Waber says, are beefed up with "microphones which don't record what you say, but do voice-processing in real time.” This allows measurement of the proportion of time you speak, or how often people interrupt you.
After six weeks of research, the employer gets a 'big picture’ of the problem it wants to solve, based on the analysed data. If the aim, for instance, is to boost sales, they can analyse what their best salespeople do that others don’t.
Waber sees it as “a lens of very large work issues, like diversity, inclusion, workload assessment, workspace planning, or regulatory risk”. His business case is that these tools will help companies save millions of dollars and even years of time [...].
(Abridged from http://www.bbc.com)