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Q3774109 História
O processo histórico que marcou a transição do trabalho escravo para o sistema de colonato e impulsionou a reorganização fundiária, especialmente com a ocupação de áreas do Sul do Brasil por imigrantes camponeses europeus, está associado com
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Q3774108 Meio Ambiente
Fenômeno essencial para a manutenção da vida na Terra, que consiste na retenção de grande parte do calor irradiado pela superfície terrestre nas partículas de gases presentes na atmosfera, que absorvem a radiação infravermelha emitida pela Terra, impedindo que todo esse calor se dissipe para o espaço.

O conceito apresentado refere-se
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Q3774107 História
Em 1949, durante o contexto da Guerra Fria, foi criada uma aliança militar que reunia países capitalistas liderados pelos Estados Unidos, com o objetivo de garantir defesa mútua contra possíveis ataques do bloco socialista. Após o fim da Guerra Fria, essa aliança passou por reestruturações e ampliou sua área de atuação, incluindo intervenções em diferentes partes do mundo.

O texto faz referência
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Q3774106 Conhecimentos Gerais
Leia o texto a seguir:

    Tancredo Neves apoiou a campanha das Diretas Já, pela volta da eleição direta para presidente, porém entendia que o caminho viável para vitória da oposição seria o voto indireto no colégio eleitoral, conforme relatou em 1983 ao Jornal do Brasil: “A campanha pelas diretas é necessária, mas lírica. E o PMDB necessita instrumentalizar-se para a negociação possível”.

(Guilherme Mazui e outros, “Há 40 anos morria Tancredo Neves, peça-chave da redemocratização”, G1. Disponível em: https://g1.globo.com/politica/ noticia/2025/04/21/ha-40-anos-morria-tancredo-neves-presidente-que-naotomou-posse-mas-virou-peca-chave-da-redemocratizacao.ghtml. Adaptado)

O contexto político em questão resultou
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Q3774105 História
Leia o texto a seguir:

     Criado em 1973, a partir dos Clubes de Mães e das Comunidades Eclesiais de Base (CEB) da Igreja Católica na periferia sul de São Paulo, o Movimento do Custo de Vida (MCV) incorporou outras forças políticas, cresceu em número e articulação e, em 1978, colocou nas ruas mais de 20 mil pessoas, em um ato público realizado na Praça da Sé, em pleno período militar.

(José Tadeu Arantes, “Estudo resgata a história do movimento do Custo de Vida”, Agência Fapesp. Disponível em: https://agencia.fapesp.br/estudoresgata-a-historia-do-movimento-do-custo-de-vida/26791. Adaptado)

O movimento citado no texto foi
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Q3774104 Direito Constitucional
Leia o texto a seguir:

     As Constituições de 1934 e de 1946 marcaram períodos democráticos no país. A Carta de 1934 dava amplos poderes aos Estados e assegurava preponderância do Poder Legislativo. A de 1946, elaborada após o período autoritário do Estado Novo, reforçou direitos individuais e políticos e estabeleceu independência dos Poderes Judiciário e Legislativo e separação entre igreja e Estado.

(Agência Senado, “Constituições de 1934 e de 1946 marcam períodos democráticos”. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/ videos/2023/04/constituicoes-de-1934-e-de-1946-marcam-periodosdemocraticos. Adaptado)

Ainda que tenha reforçado direitos políticos, a Constituição de 1946 não assegurou o voto 
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Q3774103 Conhecimentos Gerais
Leia o texto a seguir:

    Getúlio Vargas mandou realizar a cerimônia da queima das bandeiras estaduais, que teve lugar no Rio de Janeiro. Nessa cerimônia, foram hasteadas vinte e uma bandeiras nacionais em substituição às vinte e uma bandeiras estaduais que foram incineradas numa grande pira erguida no meio da praça, ao som do Hino Nacional tocado por várias bandas e cantado por milhares de colegiais, sob a regência do maestro Heitor Villa-Lobos.

(Luís Nassif, “A cremação das bandeiras estaduais...”, Jornal GGN. Disponível em: https://jornalggn.com.br/historia/a-cremacao-das- -bandeiras-estaduais-no-estado-novo/. Adaptado)

A cerimônia a que o texto faz referência 
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Q3774102 História
Leia o texto a seguir:

     No dia 1o de setembro de 1939, as Forças Armadas da Alemanha nazista cruzaram a fronteira polonesa sob as ordens de Hitler. Essa agressão sem declaração de guerra marcou o início da Segunda Guerra Mundial. Hitler justificou a invasão como Guerra Defensiva, acusando os poloneses de terem iniciado o conflito contra os alemães. Na verdade, o exército alemão usou de estratagemas para acusar os poloneses de terem iniciado o ataque à Alemanha.

(Joelza Ester Domingues, “Início da Segunda Guerra Mundial”, Ensinar História. Disponível em: https://ensinarhistoria.com.br/ linha-do-tempo/inicio-da-segunda-guerra-mundial-2/. Adaptado)

O expansionismo alemão apresentado no trecho está relacionado
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Q3774101 História
Leia o texto a seguir:

    Quando falamos da Primeira Guerra Mundial, falamos muito sobre as batalhas, os novos armamentos, as estratégias militares, as origens e os desdobramentos do conflito. Isso tudo é muito importante. Mas precisamos falar mais da vida cotidiana, da história social, explorar a vida e os sentimentos dos soldados que participaram dos combates. Eles têm muito a dizer, e a partir dessas falas podemos compreender melhor as nuances da Grande Guerra. Mais do que um sistema de posição e fortificação, as trincheiras eram um ecossistema cultural, extremamente dinâmico e complexo.

(Bruno Leal, em “A vida cotidiana nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial”, Boletim Café História. Disponível em: https://cafehistoria.substack.com/p/ a-vida-cotidiana-nas-trincheiras. Adaptado)

Em relação às trincheiras na Primeira Guerra Mundial, é correto afirmar que 
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Q3774096 Matemática
O gráfico a seguir deveria mostrar apenas os valores arrecadados por quatro pessoas em uma campanha de solidariedade:

Imagem associada para resolução da questão

No entanto, a informação registrada no setor circular do gráfico que corresponde a Cristina não é do quanto ela arrecadou, mas sim de que esse setor tem 81o de abertura.
A partir dos dados disponíveis, a diferença entre o valor arrecadado por Cristina e o valor arrecadado por Mateus é igual a
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Q3774093 Matemática
A tabela a seguir mostra exemplos de 4 famílias, relacionando os ganhos mensais e os gastos mensais de cada uma com alimentação.

Imagem associada para resolução da questão


Seja R a média aritmética simples dos ganhos mensais dessas quatro famílias e seja T a média aritmética simples dos gastos com alimentação.
Em comparação com R, o valor de T equivale a uma porcentagem mais próxima de 
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Q3774085 Português
Considere a frase:

Devido  facilidade de acessar as plataformas online, vem crescendo o número de brasileiros expostos  atividades como as apostas, que são prejudiciais  saúde mental.

Assinale a alternativa que preenche, respectivamente, as lacunas, de acordo com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
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Q3774084 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Quando apostar vira um problema


      Em 2023, cerca de 28 milhões de brasileiros de 14 anos ou mais (ou 17,6% da população nesta faixa de idade) diziam ter apostado no ano anterior, segundo estudo publicado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em abril deste ano.

      Entre os apostadores, 10,9 milhões apresentavam características de jogo de risco ou problemático — número equivalente a 38,6% do total de apostadores e 7,3% da população em geral. Dentro desse grupo dos apostadores problemáticos, 1,4 milhão de brasileiros apresentava um padrão de apostas compatível com o diagnóstico de transtorno do jogo, enfermidade caracterizada pelo desejo incontrolável de apostar mesmo diante de prejuízos — contingente equivalente a 5% dos jogadores e 0,8% da população total acima de 14 anos.

     “Há mais de 30 anos, a ciência entendeu que o cérebro não fica só dependente de substâncias químicas, mas também de comportamentos muito ativadores das áreas que processam prazer no cérebro”, diz Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).

     Mas houve uma mudança no perfil dos jogos de azar que levou à explosão dos casos de dependência no Brasil, especialmente desde 2018. “Com a tecnologia e a extrema difusão dos cassinos online, passamos a ter cassinos no bolso 24 horas. Qualquer pessoa consegue acessar as plataformas de apostas, bets esportivas etc., quando antes você precisava se deslocar fisicamente até um determinado lugar”, afirma o especialista em jogo compulsivo.

      Outra mudança, diz ele, foi na própria dinâmica do jogo de azar através das plataformas digitais. Por exemplo, apostas em jogos de futebol sempre existiram, mas antes só se apostava no resultado final. Já nas plataformas de apostas, é possível fazer as chamadas “apostas in-play”, enquanto o jogo está acontecendo. “Quando você promove um ciclo ultrarrápido de apostas, você encurta a distância entre o ato de apostar e o resultado final, fazendo com que as pessoas entrem num loop de compulsividade e, consequentemente, de hiperestimulação dos centros que processam o prazer no cérebro”, afirma Machado.


(Thais Carrança. Disponivel em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/ckgzk0g8317o. Acesso em: 01/10/2025. Adaptado)
Considere as frases:

•  Mas houve uma mudança no perfil dos jogos de azar que levou à explosão dos casos de dependência no Brasil, especialmente desde 2018. (4o parágrafo)
•  “Já nas plataformas de apostas, é possível fazer as chamadas apostas ‘in-play’, enquanto o jogo está acontecendo.” (5o parágrafo)

É correto afirmar, a respeito das palavras destacadas, que
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Q3774083 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Quando apostar vira um problema


      Em 2023, cerca de 28 milhões de brasileiros de 14 anos ou mais (ou 17,6% da população nesta faixa de idade) diziam ter apostado no ano anterior, segundo estudo publicado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em abril deste ano.

      Entre os apostadores, 10,9 milhões apresentavam características de jogo de risco ou problemático — número equivalente a 38,6% do total de apostadores e 7,3% da população em geral. Dentro desse grupo dos apostadores problemáticos, 1,4 milhão de brasileiros apresentava um padrão de apostas compatível com o diagnóstico de transtorno do jogo, enfermidade caracterizada pelo desejo incontrolável de apostar mesmo diante de prejuízos — contingente equivalente a 5% dos jogadores e 0,8% da população total acima de 14 anos.

     “Há mais de 30 anos, a ciência entendeu que o cérebro não fica só dependente de substâncias químicas, mas também de comportamentos muito ativadores das áreas que processam prazer no cérebro”, diz Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).

     Mas houve uma mudança no perfil dos jogos de azar que levou à explosão dos casos de dependência no Brasil, especialmente desde 2018. “Com a tecnologia e a extrema difusão dos cassinos online, passamos a ter cassinos no bolso 24 horas. Qualquer pessoa consegue acessar as plataformas de apostas, bets esportivas etc., quando antes você precisava se deslocar fisicamente até um determinado lugar”, afirma o especialista em jogo compulsivo.

      Outra mudança, diz ele, foi na própria dinâmica do jogo de azar através das plataformas digitais. Por exemplo, apostas em jogos de futebol sempre existiram, mas antes só se apostava no resultado final. Já nas plataformas de apostas, é possível fazer as chamadas “apostas in-play”, enquanto o jogo está acontecendo. “Quando você promove um ciclo ultrarrápido de apostas, você encurta a distância entre o ato de apostar e o resultado final, fazendo com que as pessoas entrem num loop de compulsividade e, consequentemente, de hiperestimulação dos centros que processam o prazer no cérebro”, afirma Machado.


(Thais Carrança. Disponivel em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/ckgzk0g8317o. Acesso em: 01/10/2025. Adaptado)
De acordo com os dados apresentados no texto, é correto afirmar que
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Q3774082 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Quando apostar vira um problema


      Em 2023, cerca de 28 milhões de brasileiros de 14 anos ou mais (ou 17,6% da população nesta faixa de idade) diziam ter apostado no ano anterior, segundo estudo publicado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em abril deste ano.

      Entre os apostadores, 10,9 milhões apresentavam características de jogo de risco ou problemático — número equivalente a 38,6% do total de apostadores e 7,3% da população em geral. Dentro desse grupo dos apostadores problemáticos, 1,4 milhão de brasileiros apresentava um padrão de apostas compatível com o diagnóstico de transtorno do jogo, enfermidade caracterizada pelo desejo incontrolável de apostar mesmo diante de prejuízos — contingente equivalente a 5% dos jogadores e 0,8% da população total acima de 14 anos.

     “Há mais de 30 anos, a ciência entendeu que o cérebro não fica só dependente de substâncias químicas, mas também de comportamentos muito ativadores das áreas que processam prazer no cérebro”, diz Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).

     Mas houve uma mudança no perfil dos jogos de azar que levou à explosão dos casos de dependência no Brasil, especialmente desde 2018. “Com a tecnologia e a extrema difusão dos cassinos online, passamos a ter cassinos no bolso 24 horas. Qualquer pessoa consegue acessar as plataformas de apostas, bets esportivas etc., quando antes você precisava se deslocar fisicamente até um determinado lugar”, afirma o especialista em jogo compulsivo.

      Outra mudança, diz ele, foi na própria dinâmica do jogo de azar através das plataformas digitais. Por exemplo, apostas em jogos de futebol sempre existiram, mas antes só se apostava no resultado final. Já nas plataformas de apostas, é possível fazer as chamadas “apostas in-play”, enquanto o jogo está acontecendo. “Quando você promove um ciclo ultrarrápido de apostas, você encurta a distância entre o ato de apostar e o resultado final, fazendo com que as pessoas entrem num loop de compulsividade e, consequentemente, de hiperestimulação dos centros que processam o prazer no cérebro”, afirma Machado.


(Thais Carrança. Disponivel em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/ckgzk0g8317o. Acesso em: 01/10/2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que está de acordo com a opinião expressa no texto pelo psiquiatra Rodrigo Machado.
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Q3774081 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão:


Quando apostar vira um problema


      Em 2023, cerca de 28 milhões de brasileiros de 14 anos ou mais (ou 17,6% da população nesta faixa de idade) diziam ter apostado no ano anterior, segundo estudo publicado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, em abril deste ano.

      Entre os apostadores, 10,9 milhões apresentavam características de jogo de risco ou problemático — número equivalente a 38,6% do total de apostadores e 7,3% da população em geral. Dentro desse grupo dos apostadores problemáticos, 1,4 milhão de brasileiros apresentava um padrão de apostas compatível com o diagnóstico de transtorno do jogo, enfermidade caracterizada pelo desejo incontrolável de apostar mesmo diante de prejuízos — contingente equivalente a 5% dos jogadores e 0,8% da população total acima de 14 anos.

     “Há mais de 30 anos, a ciência entendeu que o cérebro não fica só dependente de substâncias químicas, mas também de comportamentos muito ativadores das áreas que processam prazer no cérebro”, diz Rodrigo Machado, psiquiatra do Programa de Transtornos do Impulso do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (FMUSP).

     Mas houve uma mudança no perfil dos jogos de azar que levou à explosão dos casos de dependência no Brasil, especialmente desde 2018. “Com a tecnologia e a extrema difusão dos cassinos online, passamos a ter cassinos no bolso 24 horas. Qualquer pessoa consegue acessar as plataformas de apostas, bets esportivas etc., quando antes você precisava se deslocar fisicamente até um determinado lugar”, afirma o especialista em jogo compulsivo.

      Outra mudança, diz ele, foi na própria dinâmica do jogo de azar através das plataformas digitais. Por exemplo, apostas em jogos de futebol sempre existiram, mas antes só se apostava no resultado final. Já nas plataformas de apostas, é possível fazer as chamadas “apostas in-play”, enquanto o jogo está acontecendo. “Quando você promove um ciclo ultrarrápido de apostas, você encurta a distância entre o ato de apostar e o resultado final, fazendo com que as pessoas entrem num loop de compulsividade e, consequentemente, de hiperestimulação dos centros que processam o prazer no cérebro”, afirma Machado.


(Thais Carrança. Disponivel em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/ckgzk0g8317o. Acesso em: 01/10/2025. Adaptado)
De acordo com as informações texto, é correto afirmar que foi um fator determinante para o aumento dos casos de dependência de jogos de azar no Brasil, nos últimos anos,
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Q3774077 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Assassinato digital


    Ao contrário de tempos passados, quando sumir com alguém exigia certo grau de dificuldade e até risco criminal, hoje tornou-se facílimo dar fim a uma pessoa. Bastam um dedo e algumas teclas. É possível mudar completamente o círculo de amizades, sumir da turma, buscar novos ares, sem grandes enfrentamentos. Um amigo estava falando de sua ex: “Bloqueei”. Explicou que bloqueou em tudo: no WhatsApp, no Instagram, no Face. Em qualquer outra rede social, uma pessoa existe ou não existe. Se é bloqueada em todos os canais em que pode se comunicar com a outra, tecnicamente não existe mais. Simplesmente deixa de estar presente. Mesmo porque, na atualidade, a presença é mais digital que física em um número imenso de casos.

    Houve um tempo em que eu me admirava ao dar uma “limpa” no celular. Por que tanta gente, com quem nunca converso, tantos endereços que já não fazem parte do meu dia a dia? Para meu susto, recebi reclamações: “Por que você me deletou?”, “Me bloqueou?”. Na prática, respondia: “Porque a gente não se falava mais”. Descobri que estar na minha rede mesmo sem papo era um modo de afirmar a existência da pessoa em minha vida. Portanto, era ofensivo ser excluído. Parecia sem sentido. Mas entendi. Se a pessoa for deletada ou, pior, bloqueada, simplesmente deixa de existir. A comparação é forte, mas inevitável: morre.

    Eu ainda acredito nas relações de carne e osso, nos abraços, nos encontros longos e profundos. Mas descubro que os relacionamentos digitais tomaram um espaço impressionante. Deletar equivale a dizer adeus. E dizer adeus é sempre uma forma de luto.


(Walcyr Carrasco. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/walcyrcarrasco/assassinato-digital/. Acesso em 28/09/2025. Adaptado)
Considere o trecho:

•  Houve um tempo em que eu me admirava ao dar uma “limpa” no celular. Por que tanta gente, com quem nunca converso, tantos endereços que já não fazem parte do meu dia a dia?

As expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente e em conformidade com a norma-padrão de emprego dos pronomes, por:
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Q3774076 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Assassinato digital


    Ao contrário de tempos passados, quando sumir com alguém exigia certo grau de dificuldade e até risco criminal, hoje tornou-se facílimo dar fim a uma pessoa. Bastam um dedo e algumas teclas. É possível mudar completamente o círculo de amizades, sumir da turma, buscar novos ares, sem grandes enfrentamentos. Um amigo estava falando de sua ex: “Bloqueei”. Explicou que bloqueou em tudo: no WhatsApp, no Instagram, no Face. Em qualquer outra rede social, uma pessoa existe ou não existe. Se é bloqueada em todos os canais em que pode se comunicar com a outra, tecnicamente não existe mais. Simplesmente deixa de estar presente. Mesmo porque, na atualidade, a presença é mais digital que física em um número imenso de casos.

    Houve um tempo em que eu me admirava ao dar uma “limpa” no celular. Por que tanta gente, com quem nunca converso, tantos endereços que já não fazem parte do meu dia a dia? Para meu susto, recebi reclamações: “Por que você me deletou?”, “Me bloqueou?”. Na prática, respondia: “Porque a gente não se falava mais”. Descobri que estar na minha rede mesmo sem papo era um modo de afirmar a existência da pessoa em minha vida. Portanto, era ofensivo ser excluído. Parecia sem sentido. Mas entendi. Se a pessoa for deletada ou, pior, bloqueada, simplesmente deixa de existir. A comparação é forte, mas inevitável: morre.

    Eu ainda acredito nas relações de carne e osso, nos abraços, nos encontros longos e profundos. Mas descubro que os relacionamentos digitais tomaram um espaço impressionante. Deletar equivale a dizer adeus. E dizer adeus é sempre uma forma de luto.


(Walcyr Carrasco. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/walcyrcarrasco/assassinato-digital/. Acesso em 28/09/2025. Adaptado)
Considere os trechos do 2o parágrafo:

•  ...  estar na minha rede mesmo sem papo era um modo de afirmar a existência da pessoa em minha vida. Portanto, era ofensivo ser excluído.
•  Se a pessoa for deletada ou, pior, bloqueada, simplesmente deixa de existir.

É correto afirmar que os termos destacados estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
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Q3774075 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Assassinato digital


    Ao contrário de tempos passados, quando sumir com alguém exigia certo grau de dificuldade e até risco criminal, hoje tornou-se facílimo dar fim a uma pessoa. Bastam um dedo e algumas teclas. É possível mudar completamente o círculo de amizades, sumir da turma, buscar novos ares, sem grandes enfrentamentos. Um amigo estava falando de sua ex: “Bloqueei”. Explicou que bloqueou em tudo: no WhatsApp, no Instagram, no Face. Em qualquer outra rede social, uma pessoa existe ou não existe. Se é bloqueada em todos os canais em que pode se comunicar com a outra, tecnicamente não existe mais. Simplesmente deixa de estar presente. Mesmo porque, na atualidade, a presença é mais digital que física em um número imenso de casos.

    Houve um tempo em que eu me admirava ao dar uma “limpa” no celular. Por que tanta gente, com quem nunca converso, tantos endereços que já não fazem parte do meu dia a dia? Para meu susto, recebi reclamações: “Por que você me deletou?”, “Me bloqueou?”. Na prática, respondia: “Porque a gente não se falava mais”. Descobri que estar na minha rede mesmo sem papo era um modo de afirmar a existência da pessoa em minha vida. Portanto, era ofensivo ser excluído. Parecia sem sentido. Mas entendi. Se a pessoa for deletada ou, pior, bloqueada, simplesmente deixa de existir. A comparação é forte, mas inevitável: morre.

    Eu ainda acredito nas relações de carne e osso, nos abraços, nos encontros longos e profundos. Mas descubro que os relacionamentos digitais tomaram um espaço impressionante. Deletar equivale a dizer adeus. E dizer adeus é sempre uma forma de luto.


(Walcyr Carrasco. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/walcyrcarrasco/assassinato-digital/. Acesso em 28/09/2025. Adaptado)
É correto afirmar que no trecho “Deletar equivale a dizer adeus. E dizer adeus é sempre uma forma de luto” (3o parágrafo), o autor procura
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Q3774074 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Assassinato digital


    Ao contrário de tempos passados, quando sumir com alguém exigia certo grau de dificuldade e até risco criminal, hoje tornou-se facílimo dar fim a uma pessoa. Bastam um dedo e algumas teclas. É possível mudar completamente o círculo de amizades, sumir da turma, buscar novos ares, sem grandes enfrentamentos. Um amigo estava falando de sua ex: “Bloqueei”. Explicou que bloqueou em tudo: no WhatsApp, no Instagram, no Face. Em qualquer outra rede social, uma pessoa existe ou não existe. Se é bloqueada em todos os canais em que pode se comunicar com a outra, tecnicamente não existe mais. Simplesmente deixa de estar presente. Mesmo porque, na atualidade, a presença é mais digital que física em um número imenso de casos.

    Houve um tempo em que eu me admirava ao dar uma “limpa” no celular. Por que tanta gente, com quem nunca converso, tantos endereços que já não fazem parte do meu dia a dia? Para meu susto, recebi reclamações: “Por que você me deletou?”, “Me bloqueou?”. Na prática, respondia: “Porque a gente não se falava mais”. Descobri que estar na minha rede mesmo sem papo era um modo de afirmar a existência da pessoa em minha vida. Portanto, era ofensivo ser excluído. Parecia sem sentido. Mas entendi. Se a pessoa for deletada ou, pior, bloqueada, simplesmente deixa de existir. A comparação é forte, mas inevitável: morre.

    Eu ainda acredito nas relações de carne e osso, nos abraços, nos encontros longos e profundos. Mas descubro que os relacionamentos digitais tomaram um espaço impressionante. Deletar equivale a dizer adeus. E dizer adeus é sempre uma forma de luto.


(Walcyr Carrasco. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/walcyrcarrasco/assassinato-digital/. Acesso em 28/09/2025. Adaptado)
A respeito das transformações nas formas de relacionamento interpessoal com as tecnologias digitais, o autor do texto 
Alternativas
Respostas
41: B
42: B
43: C
44: A
45: E
46: D
47: B
48: C
49: B
50: E
51: C
52: A
53: B
54: C
55: E
56: C
57: E
58: B
59: C
60: A