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Q2350469 Português
Texto 1A1-II


        Há uma diferença fundamental entre a cognição de crianças humanas e de cachorros: quando uma pessoa aponta para uma bola, os bebês sabem que esta é um objeto que está a uma certa distância, enquanto os cães, em geral, entendem a mão da pessoa como instrução sobre a direção na qual eles devem andar.

       Essas características são o que os cientistas cognitivos denominam vieses, e não verdades constantes. Ou seja: os cachorros também conseguem navegar o mundo em termos de objetos, e não de direções. Contudo, nesse caso, o aprendizado é mais lento e menos intuitivo.
 
          Um estudo com 82 cachorros não só comprovou a dificuldade canina com o conceito de objeto como descobriu que ela é um ótimo indicador de inteligência: cãezinhos mais espertos, em geral, também têm uma concepção de objeto mais parecida com a humana. Essa descoberta é um passo importante para entender como se deu a evolução da inteligência ímpar exibida pelo ser humano, e em quais aspectos cruciais a nossa cognição difere da de outros animais.

Internet:<super.abril.com.br/ciencia>  (com adaptações).
No que se refere às relações de sentido do texto 1A1-II e à regência verbal, o segmento “navegar o mundo” (segundo período do segundo parágrafo) poderia ser substituído, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos originais do trecho, por 
Alternativas
Q2350468 Português
Texto 1A1-II


        Há uma diferença fundamental entre a cognição de crianças humanas e de cachorros: quando uma pessoa aponta para uma bola, os bebês sabem que esta é um objeto que está a uma certa distância, enquanto os cães, em geral, entendem a mão da pessoa como instrução sobre a direção na qual eles devem andar.

       Essas características são o que os cientistas cognitivos denominam vieses, e não verdades constantes. Ou seja: os cachorros também conseguem navegar o mundo em termos de objetos, e não de direções. Contudo, nesse caso, o aprendizado é mais lento e menos intuitivo.
 
          Um estudo com 82 cachorros não só comprovou a dificuldade canina com o conceito de objeto como descobriu que ela é um ótimo indicador de inteligência: cãezinhos mais espertos, em geral, também têm uma concepção de objeto mais parecida com a humana. Essa descoberta é um passo importante para entender como se deu a evolução da inteligência ímpar exibida pelo ser humano, e em quais aspectos cruciais a nossa cognição difere da de outros animais.

Internet:<super.abril.com.br/ciencia>  (com adaptações).
O emprego de diminutivo no substantivo “cãezinhos” (primeiro período do terceiro parágrafo do texto 1A1-II) denota  
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Q2350467 Português
Texto 1A1-II


        Há uma diferença fundamental entre a cognição de crianças humanas e de cachorros: quando uma pessoa aponta para uma bola, os bebês sabem que esta é um objeto que está a uma certa distância, enquanto os cães, em geral, entendem a mão da pessoa como instrução sobre a direção na qual eles devem andar.

       Essas características são o que os cientistas cognitivos denominam vieses, e não verdades constantes. Ou seja: os cachorros também conseguem navegar o mundo em termos de objetos, e não de direções. Contudo, nesse caso, o aprendizado é mais lento e menos intuitivo.
 
          Um estudo com 82 cachorros não só comprovou a dificuldade canina com o conceito de objeto como descobriu que ela é um ótimo indicador de inteligência: cãezinhos mais espertos, em geral, também têm uma concepção de objeto mais parecida com a humana. Essa descoberta é um passo importante para entender como se deu a evolução da inteligência ímpar exibida pelo ser humano, e em quais aspectos cruciais a nossa cognição difere da de outros animais.

Internet:<super.abril.com.br/ciencia>  (com adaptações).
A conjunção “Contudo” (terceiro período do segundo parágrafo do texto 1A1-II) introduz, no período em que se insere, ideia de  
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Q2350466 Português
Texto 1A1-II


        Há uma diferença fundamental entre a cognição de crianças humanas e de cachorros: quando uma pessoa aponta para uma bola, os bebês sabem que esta é um objeto que está a uma certa distância, enquanto os cães, em geral, entendem a mão da pessoa como instrução sobre a direção na qual eles devem andar.

       Essas características são o que os cientistas cognitivos denominam vieses, e não verdades constantes. Ou seja: os cachorros também conseguem navegar o mundo em termos de objetos, e não de direções. Contudo, nesse caso, o aprendizado é mais lento e menos intuitivo.
 
          Um estudo com 82 cachorros não só comprovou a dificuldade canina com o conceito de objeto como descobriu que ela é um ótimo indicador de inteligência: cãezinhos mais espertos, em geral, também têm uma concepção de objeto mais parecida com a humana. Essa descoberta é um passo importante para entender como se deu a evolução da inteligência ímpar exibida pelo ser humano, e em quais aspectos cruciais a nossa cognição difere da de outros animais.

Internet:<super.abril.com.br/ciencia>  (com adaptações).
De acordo com as ideias do texto 1A1-II, um dos aspectos cognitivos que difere os seres humanos dos cães é  
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Q2350465 Português
Texto 1A1-I


          Atitudes de confiança em relação a situações, pessoas ou sistemas específicos, e também num nível mais geral, estão diretamente ligadas à segurança psicológica dos indivíduos e dos grupos. Confiança e segurança, risco e perigo, existem em conjunções historicamente únicas nas condições da modernidade. Os mecanismos de desencaixe, por exemplo, garantem amplas arenas de segurança relativa na atividade social diária. Pessoas que vivem em países industrializados, e em certa medida em qualquer lugar hoje, estão geralmente protegidas contra alguns dos perigos enfrentados rotineiramente em tempos pré-modernos — como as forças da natureza. Por outro lado, novos riscos e perigos, tanto locais quanto globais, são criados pelos próprios mecanismos de desencaixe. Comidas com ingredientes artificiais podem ter características tóxicas ausentes das comidas mais tradicionais; perigos ambientais podem ameaçar os ecossistemas da Terra como um todo.


Anthony Giddens. Modernidade e identidade. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002, p. 25 (com adaptações).
A locução verbal “são criados” (quinto período do texto 1A1-I) está flexionada no plural para concordar com a expressão  
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Q2350464 Português
Texto 1A1-I


          Atitudes de confiança em relação a situações, pessoas ou sistemas específicos, e também num nível mais geral, estão diretamente ligadas à segurança psicológica dos indivíduos e dos grupos. Confiança e segurança, risco e perigo, existem em conjunções historicamente únicas nas condições da modernidade. Os mecanismos de desencaixe, por exemplo, garantem amplas arenas de segurança relativa na atividade social diária. Pessoas que vivem em países industrializados, e em certa medida em qualquer lugar hoje, estão geralmente protegidas contra alguns dos perigos enfrentados rotineiramente em tempos pré-modernos — como as forças da natureza. Por outro lado, novos riscos e perigos, tanto locais quanto globais, são criados pelos próprios mecanismos de desencaixe. Comidas com ingredientes artificiais podem ter características tóxicas ausentes das comidas mais tradicionais; perigos ambientais podem ameaçar os ecossistemas da Terra como um todo.


Anthony Giddens. Modernidade e identidade. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002, p. 25 (com adaptações).
Acerca do texto 1A1-I, assinale a opção correta, em relação à ortografia, à acentuação, ao emprego do sinal indicativo de crase e aos processos de formação de palavras.  
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Q2350463 Português
Texto 1A1-I


          Atitudes de confiança em relação a situações, pessoas ou sistemas específicos, e também num nível mais geral, estão diretamente ligadas à segurança psicológica dos indivíduos e dos grupos. Confiança e segurança, risco e perigo, existem em conjunções historicamente únicas nas condições da modernidade. Os mecanismos de desencaixe, por exemplo, garantem amplas arenas de segurança relativa na atividade social diária. Pessoas que vivem em países industrializados, e em certa medida em qualquer lugar hoje, estão geralmente protegidas contra alguns dos perigos enfrentados rotineiramente em tempos pré-modernos — como as forças da natureza. Por outro lado, novos riscos e perigos, tanto locais quanto globais, são criados pelos próprios mecanismos de desencaixe. Comidas com ingredientes artificiais podem ter características tóxicas ausentes das comidas mais tradicionais; perigos ambientais podem ameaçar os ecossistemas da Terra como um todo.


Anthony Giddens. Modernidade e identidade. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002, p. 25 (com adaptações).
Assinale a opção que apresenta dois termos que exercem a mesma função sintática no texto 1A1-I.  
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Q2350462 Português
Texto 1A1-I


          Atitudes de confiança em relação a situações, pessoas ou sistemas específicos, e também num nível mais geral, estão diretamente ligadas à segurança psicológica dos indivíduos e dos grupos. Confiança e segurança, risco e perigo, existem em conjunções historicamente únicas nas condições da modernidade. Os mecanismos de desencaixe, por exemplo, garantem amplas arenas de segurança relativa na atividade social diária. Pessoas que vivem em países industrializados, e em certa medida em qualquer lugar hoje, estão geralmente protegidas contra alguns dos perigos enfrentados rotineiramente em tempos pré-modernos — como as forças da natureza. Por outro lado, novos riscos e perigos, tanto locais quanto globais, são criados pelos próprios mecanismos de desencaixe. Comidas com ingredientes artificiais podem ter características tóxicas ausentes das comidas mais tradicionais; perigos ambientais podem ameaçar os ecossistemas da Terra como um todo.


Anthony Giddens. Modernidade e identidade. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002, p. 25 (com adaptações).
Em relação às estruturas linguísticas do texto 1A1-I, julgue os itens a seguir.

I O emprego do sinal indicativo de crase em “ligadas à segurança psicológica” (primeiro período) é facultativo.

II O travessão empregado após “pré-modernos” (quarto período) introduz uma exemplificação.

III O vocábulo “industrializados” (quarto período) é um adjetivo e funciona como adjunto adnominal no texto.

Assinale a opção correta. 
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Q2350461 Português
Texto 1A1-I


          Atitudes de confiança em relação a situações, pessoas ou sistemas específicos, e também num nível mais geral, estão diretamente ligadas à segurança psicológica dos indivíduos e dos grupos. Confiança e segurança, risco e perigo, existem em conjunções historicamente únicas nas condições da modernidade. Os mecanismos de desencaixe, por exemplo, garantem amplas arenas de segurança relativa na atividade social diária. Pessoas que vivem em países industrializados, e em certa medida em qualquer lugar hoje, estão geralmente protegidas contra alguns dos perigos enfrentados rotineiramente em tempos pré-modernos — como as forças da natureza. Por outro lado, novos riscos e perigos, tanto locais quanto globais, são criados pelos próprios mecanismos de desencaixe. Comidas com ingredientes artificiais podem ter características tóxicas ausentes das comidas mais tradicionais; perigos ambientais podem ameaçar os ecossistemas da Terra como um todo.


Anthony Giddens. Modernidade e identidade. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002, p. 25 (com adaptações).
A respeito dos aspectos linguísticos do texto 1A1-I, assinale a opção correta. 
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Q3233016 Medicina
Um evento coronariano agudo é a primeira manifestação da doença cardiovascular aterosclerótica em até 50% dos pacientes que apresentam essa complicação. Identificar, adequadamente, indivíduos assintomáticos que estão sob maior risco é fundamental para instituir medidas preventivas, com a definição adequada de metas individuais. De acordo com a Diretriz Brasileira de Dislipidemia e Prevenção de Aterosclerose (2017), é considerado um paciente de risco cardiovascular intermediário: 
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Q3233015 Medicina

Paciente de 87 anos, hipertensa, com doença renal crônica em tratamento conservador, é levada à consulta ambulatorial com queixa de dispneia e intolerância a esforços. Foram dosados peptídeos natriuréticos, com NT-Pro-BNP de 320 pg/mL e, em seguida, realizou-se ecocardiograma, com laudo sumarizado abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


Com base nos exames, no escore HFA-PEFF, a paciente apresenta

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Q3233014 Medicina
A pericardite tuberculosa é uma complicação relativamente infrequente da infecção pelo Mycobacterium tuberculosis, ocorrendo em 1 a 4% da população com tuberculose pulmonar. A apresentação clínica é amplamente variável, e o diagnóstico é, por vezes, desafiador. Na pericardite tuberculosa, 
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Q3233013 Medicina
Os testes não invasivos anatômicos e funcionais são parte importante da estratificação dos pacientes com síndrome coronariana crônica. A escolha por um dos métodos deve levar em consideração a probabilidade pré-teste de doença coronariana obstrutiva, as características dos pacientes, a disponibilidade e a expertise local bem como a acurácia dos testes. Considere as propriedades de testes não invasivos no diagnóstico da doença coronariana anatomicamente significativa, expostas no quadro abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
O teste não invasivo com maior poder para confirmar o diagnóstico de doença arterial coronariana anatomicamente significativa é
Alternativas
Q3233012 Medicina
Em 1909, Carlos Chagas fez suas primeiras publicações acerca da “tripanossomíase americana”, que, posteriormente, ficaria conhecida pelo seu nome. Mais de cem anos depois, a doença de Chagas ainda mantém padrão epidemiológico de endemicidade em 21 países latino-americanos, incluindo o Brasil. Na abordagem do paciente com cardiopatia chagásica, 
Alternativas
Q3233011 Medicina
Embora a maior parte dos aneurismas de aorta estejam relacionados à doença aterosclerótica, as vasculites autoimunes e infecciosas também podem levar a comprometimento da aorta. Em pacientes com aortite
Alternativas
Q3233010 Medicina
Descrita, pela primeira vez, em 1866, a anomalia de Ebstein é uma das mais frequentes doenças congênitas da valva tricúspide. O cirurgião cardiovascular brasileiro José Pedro da Silva, atualmente radicado nos Estados Unidos, trouxe grandes contribuições à terapia dessa entidade rara: a mortalidade operatória, previamente em torno de 25%, é hoje menor que 6% em centros especializados. Em pacientes adultos com anomalia de Ebstein,
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Q3233009 Medicina
Em 3 de dezembro de 1967, o cirurgião sul-africano Christiaan Barnard realizou o primeiro transplante cardíaco bem-sucedido da história, na Cidade do Cabo. Mesmo consolidado como técnica cirúrgica há mais de 50 anos, o transplante cardíaco ainda impõe grandes desafios clínicos e logísticos. Na seleção de receptores e órgãos para transplante cardíaco, o cardiologista deve considerar que
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Q3233008 Medicina
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Essa paciente foi encaminhada para o endocrinologista, que indicou uso de iodo radioativo. Ela voltou para consulta de retorno, após 3 meses da iodoterapia, e estava assintomática, em ritmo sinusal, apresentando ecocardiograma com melhora de fração de ejeção (FEVE 59%) e exames laboratoriais cujos resultados foram os seguintes: TSH de 36 mIU/mL, colesterol total de 230 mg/dL, HDL de 45 mg/dL, LDL de 145 mg/dL e triglicerídeos de 200 mg/dL. Considerando o risco cardiovascular, as medicações em uso e a atual situação clínica da paciente, a terapia hipolipemiante deve ser
Alternativas
Q3233007 Medicina
A questão deve ser respondida com base no caso abaixo.
Mulher de 42 anos, previamente hipertensa, em uso de losartan 100 mg/dia, comparece a consulta com queixa de dispneia e ortopneia progressivas nos últimos 2 meses, atualmente em classe funcional NYHA III. Ao exame físico, constatou-se que ela estava com ritmo taquicárdico irregular, creptos em bases pulmonares, turgência jugular, refluxo hepatojugular e edema bilateral de membros inferiores. O ECG realizado revelou ritmo de fibrilação atrial de alta resposta (178 bpm), QRS estreito, com eixo normal, e repolarização com alterações inespecíficas. O ecocardiograma demonstrou fração de ejeção reduzida (32% por Simpson), aumento de átrio esquerdo (44 mL/m²) e regurgitação mitral leve. Os resultados dos exames de laboratório foram os seguintes: hemoglobina de 11.8 mg/dL, 310 mil plaquetas, creatinina de 0.8 mg/dL, potássio de 4.2 mEq/L, ferritina de 210 ng/mL, TSH < 0.001 mIU/L e T4 livre de 5.4 ng/dL. Foi iniciado tratamento para insuficiência cardíaca com carvedilol, enalapril e espironolactona, com otimização progressiva de doses.
Após a compensação da doença tireoidiana, o cardiologista deve considerar uma estratégia de tratamento da fibrilação atrial (FA) baseada em controle de
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Q3233006 Medicina
Um número elevado de pacientes permanece apresentando sintomas por meses após quadros de COVID-19, a chamada “COVID longa”. Até 2.5% dos pacientes recuperados de COVID-19 apresentam sintomas relacionados à disfunção do sistema nervoso autônomo. Nas síndromes de disautonomia, um tilt test com incremento superior a 30 bpm da frequência cardíaca, acompanhado de queda de PAS em mais de 20 mmHg, sugere o diagnóstico da síndrome de 
Alternativas
Respostas
5381: E
5382: C
5383: D
5384: A
5385: C
5386: E
5387: A
5388: D
5389: C
5390: A
5391: A
5392: A
5393: A
5394: A
5395: A
5396: A
5397: A
5398: A
5399: A
5400: A