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Q4404288 Redação Oficial
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
Considerando que um servidor público pretenda encaminhar, por email institucional, o texto CG1A1 a gestores para subsidiar a adoção de medidas de equidade em seu órgão de lotação, assinale a opção correta à luz do Manual de Redação da Presidência da República.
Alternativas
Q4404287 Redação Oficial
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
Caso se pretendesse utilizar argumentos do texto CG1A1 para compor um ofício de encaminhamento de documento com uma proposta de política pública a determinada autoridade política, seria correto, de acordo com as normas de redação oficial previstas no Manual de Redação da Presidência da República,
Alternativas
Q4404286 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

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Considerando-se as características das tipologias textuais, é correto afirmar que o texto CG1A1 é desenvolvido, majoritariamente, com base nos tipos
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Q4404285 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
No texto CG1A1, a diversidade na administração pública é abordada como
Alternativas
Q4404284 Português
Texto CG1A1

        Segundo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) publicado em dezembro de 2022, entre os 15 países da América Latina e do Caribe analisados quanto à equidade de gênero no serviço público, o Brasil é o que tem a menor participação de mulheres em cargos de liderança na administração pública — apenas 18,6% das chefias, contra a média de 23,6% entre os pesquisados.

        O estudo do BID aponta também a permanência da presença das mulheres em funções consideradas femininas, em geral ligadas a formas de cuidado, como saúde e educação. O fato de que esse condicionamento a determinadas áreas continua sendo observado, mesmo naqueles países que já avançaram na garantia da presença de mulheres no serviço público, aponta para a dificuldade de superação das desigualdades estruturais de gênero e a importância de políticas específicas para apoiar o desenvolvimento das carreiras de mulheres.

        Quando uma maioria numérica é suprimida em uma minoria social, reforçamos desigualdades sociais, preconceitos e a exclusão social e econômica. A falta de diversidade prejudica o avanço na conquista de direitos, acesso a serviços e possibilidades profissionais. Mas, para além da questão ética, a diversidade aprimora o serviço público. Ela torna o setor mais inclusivo e preocupado em gerar resultados concretos para as demandas da sociedade.

        Temos evidências de que a presença de gestores com perfis diversos se converte em uma melhor prestação de serviços públicos e desempenho das organizações, assim como a redução dos níveis de corrupção.

        A pesquisa Equidade e representatividade: síntese de evidências sobre a presença de mulheres e pessoas negras em cargos de liderança e autoridade, realizada pelo Núcleo de Estudos Raciais do INSPER (NERI), compila diversos estudos sobre o tema da equidade racial e de gênero para concluir, por exemplo, que lideranças públicas femininas tendem a investir até 7% mais em bens como saúde e educação, em comparação com os homens.

        Elas também tendem a reduzir em até 32% a desigualdade de gênero na educação entre os adolescentes e em 25% entre homens e mulheres adultas, assim como em até 24% a mortalidade infantil. Quanto à corrupção, há evidências de que mulheres podem apresentar de 29% a 35% menos chances de envolvimento.

        Lideranças negras tendem a propor três vezes mais leis e políticas públicas dedicadas à inclusão, além de aumentar em até dois pontos percentuais o engajamento político do eleitorado negro em nível local e a participação da força de trabalho negra.

        Esses dados não devem ser generalizados, é claro, e é preciso considerar as complexidades e variáveis que ainda não foram analisadas a fundo, mas, ao reunir evidências de 95 estudos e artigos científicos dos últimos 20 anos, o documento do NERI reforça a importância da interseccionalidade na formulação e execução de políticas, e não apenas sob a perspectiva de gênero.

        De todo modo, em um país tão diverso e com problemas tão complexos como o Brasil, a representatividade da população na administração pública permite somar múltiplos olhares na construção e implementação de políticas mais efetivas e eficientes na solução de problemas.

Internet: <www.nexojornal.com.br>  (com adaptações). 
No texto CG1A1, o principal argumento que fundamenta a defesa da representatividade na administração pública consiste na
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Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380097 História
A historiografia contemporânea tem destacado que os movimentos sociais não constituem fenômenos homogêneos, variando conforme experiências históricas, culturas políticas, formas de organização e objetivos coletivos. Em diferentes contextos, tais mobilizações expressaram demandas relacionadas ao trabalho, à cidadania, à igualdade jurídica, ao reconhecimento identitário e à ampliação de direitos. Considerando essa perspectiva, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380096 Ciência Política
As interpretações historiográficas sobre as relações internacionais frequentemente destacam a interação entre interesses estatais, fatores econômicos e disputas geopolíticas. Considerando tal problemática, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380095 História

“Em 1979, o senador da Aliança Renovadora Nacional (ARENA) Francelino Pereira perguntava a uma nação que enveredava pelo tortuoso e difícil caminho da abertura: ‘que país é este?’. A indagação, que induz perplexidade, questionamento e reflexão, foi retomada literalmente no ano seguinte por Affonso Romano de Santana na obra do mesmo nome. Sem maior indagação sobre os condicionamentos pessoais ou políticos que levaram o senador piauiense a pronunciar frase tão instigante, a questão ressurge com força quando se pensa que a República brasileira [...]: que país é este? Qual República? Não se trata em absoluto de enveredar pelo caminho do endosso da lendária e controversa expressão atribuída a De Gaulle de que este não seria um ‘país sério’.” 


(PESAVENTO, Sandra Jatahy. O cotidiano da república: elite e povo na virada do século. Porto Alegre: EdUFRGS, 1995. p. 7.)


A trajetória republicana brasileira tem sido interpretada como resultado de continuidades e rupturas envolvendo instituições políticas, grupos sociais e projetos de desenvolvimento. Com base nessa problemática, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380094 História
A formação do Estado Imperial Brasileiro após a Independência constituiu um processo marcado pela tensão entre projetos de centralização política, demandas provinciais e mecanismos institucionais voltados à preservação da ordem escravista e da integridade territorial. À luz da historiografia sobre a construção do poder monárquico no século XIX, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380093 História
A compreensão das dinâmicas coloniais brasileiras tem sido marcada por debates acerca da articulação entre interesses metropolitanos, estruturas locais de poder e mecanismos de exploração econômica. À luz dessas discussões, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380092 Artes Plásticas
Os estudos sobre memória e patrimônio cultural têm enfatizado que os bens preservados por instituições públicas não constituem simples vestígios do passado, mas resultados de processos históricos de seleção, reconhecimento e atribuição de significado social. No Espírito Santo, diferentes iniciativas de preservação têm buscado valorizar referências materiais e imateriais associadas à formação histórica do estado. Considerando esse contexto, assinale a afirmativa que apresenta um patrimônio historicamente associado ao Espírito Santo.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380091 História
A consolidação da ditadura civil-militar instaurada em 1964 produziu impactos distintos nas unidades da federação, variando conforme as correlações de força locais, a atuação das elites políticas e os mecanismos de repressão implementados pelo novo regime. No Espírito Santo, sob o governo de Francisco Lacerda de Aguiar, o contexto ofereceu elementos relevantes para compreender as especificidades da inserção capixaba no contexto autoritário brasileiro. Considerando essa problemática, analise as afirmativas a seguir e marque a correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380090 História e Geografia de Estados e Municípios

“Um dos líderes da célebre Insurreição de Queimado ocorrida em 1849 foi Elisário, juntamente com outros, como Chico Prego, João Pequeno, João da Viúva e Corcunda. Segundo depoimentos da época, o total de envolvidos no evento passou de duzentos. A rebelião foi logo sufocada. Não chegou a durar dois dias, tendo sido rapidamente contida. Dos líderes presos, muitos condenados à forca. Alguns conseguiram fugir, como foi o caso de Elisário. Essa insurreição causou alvoroço na Capital da província e em sua vizinhança. O presidente provincial, Antonio Joaquim de Siqueira, chegou mesmo a pedir socorro ao Governo Imperial, que enviou armas, munições e 31 soldados com o objetivo de dar segurança à população.”

(Adpt. FRANCO, Sebastião Pimentel. História do Espírito Santo. Vitória: UFES/SED, 2015. pp. 38-39.)


No debate historiográfico sobre formas de resistência no Brasil oitocentista, movimentos locais frequentemente são analisados também como expressões de expectativas políticas, negociações e disputas. Considerando essa abordagem e a relevância da temática para a história do Espírito Santo, é correto afirmar que a denominada ‘Insurreição do Queimado’, ocorrida em 1849:

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380089 Geografia

“Podemos dizer que, até 1975, as indústrias que se estabeleceram no Espírito Santo surgiram em razão dos incentivos fiscais ou por iniciativa de pequenos capitais locais. A partir dessa data, entra em vigor o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), que foi criado objetivando que regiões menos desenvolvidas tivessem a possibilidade de se desenvolver e pudessem exportar produtos de interesse nacional. A partir da inserção do Espírito Santo no PND, instalam-se aqui complexos siderúrgicos [...]. Essas empresas situaram-se na região da Grande Vitória, enquanto outras empresas foram instaladas em regiões interioranas.” 


(FRANCO, Sebastião Pimentel. História do Espírito Santo. Vitória: UFES/SED, 2015. p. 70.)


A partir da década de 1970, a economia capixaba passou por consideráveis transformações industriais e de infraestrutura vinculadas às estratégias nacionais de desenvolvimento. Considerando tais mudanças, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380088 História
A Revolução de 1930 produziu alterações significativas nas relações entre poder central e governos estaduais. Acerca da reconfiguração política conduzida pelo novo governo federal ‘provisório’ de Getúlio Vargas, iniciado em 1930, no Espírito Santo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380087 História

“Tendo sido proclamada a República no Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 1889, a notícia só chegou ao Espírito Santo no dia seguinte, por telegrama, cujo teor foi divulgado pelo jornal A Província do Espírito Santo. A proclamação, segundo cronistas da época, não foi muito comemorada na capital, Vitória, reação diferente do que ocorreu em Cachoeiro de Itapemirim, onde foram promovidas festivas passeatas. Em outras localidades [...] também houve comemorações com bandas de músicas e foguetório. No dia 16 de novembro, a Assembleia Legislativa foi dissolvida. Os republicanos reunidos escolheram um chefe do Governo Provisório. O eleito foi Afonso Cláudio e sua posse ocorreu no dia 21 de novembro.”


(FRANCO, Sebastião Pimentel. História do Espírito Santo. Vitória: UFES/SED, 2015. pp. 75-76.)


A passagem do Império para a República implicou reconfigurações políticas que afetaram diferentes regiões brasileiras de maneira particular. Acerca da experiência capixaba nesse contexto, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380086 História

“A grande novidade na economia brasileira das primeiras décadas do século XIX foi o surgimento da produção do café para exportação. A introdução do cafeeiro no Brasil deveu-se a Francisco de Melo Palheta, que em 1727 trouxe para o Pará as primeiras sementes da planta. Utilizado no consumo doméstico, o café chegou [...] por volta de 1760, misturando-se aos pequenos cultivos de pomares e hortas dos arredores da capital da Colônia.”

(FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Edusp/FDE, 1995. p. 186.)


A expansão da cafeicultura transformou profundamente a economia e a sociedade capixabas ao longo dos séculos XIX e XX. Considerando seus impactos históricos, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380085 História

“Os lotes (capitanias) em que se dividiu o país somavam quinze. Doze eram, porém, os donatários. Capistrano de Abreu, para descrever a divisão das capitanias, valeu-se de M. d’Avezac [...]. Eis a concisa descrição, conforme a traduziu o autor de Capítulos de História Colonial: ‘[...] a Capitania do Espírito Santo, outorgada a Vasco Fernandes Coutinho, cujo linde ulterior era marcado pelo Mucuri, que a separava da Capitania de Porto Seguro, atribuída a Pero de Campo Tourinho [...].”

(OLIVEIRA, José Teixeira de. História do Estado do Espírito Santo. Vitória: APEES/SECULT, 2008. p. 14.)


A implantação das capitanias hereditárias não produziu resultados homogêneos ao longo da América portuguesa. A trajetória da capitania do Espírito Santo evidencia limites e possibilidades do projeto colonizador português durante o século XVI. Considerando esse contexto, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380084 História

“Na capitania e depois província do Espírito Santo, inúmeros povos indígenas com trajetórias muito variadas e em conjunturas diversas interatuaram entre si e com outros grupos étnicos e sociais, influenciando consideravelmente os processos históricos nos quais se envolveram. [...] Ideia tão fundamental e por vezes ainda esquecida de que as ações dos povos subalternos também movimentam e alteram o curso da história.”

(MOREIRA, Vânia Maria Losada. Espírito Santo indígena: conquista, trabalho, territorialidade e autogoverno dos índios, 1798-1860. Vitória: APEES, 2017. p. 12.)


A dinâmica de ocupação do território capixaba entre os séculos XVI e XIX foi marcada por condicionantes geográficos, interesses estratégicos da Coroa portuguesa e permanentes interações com diferentes populações indígenas. A respeito desse processo histórico, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380083 História

“O início da ocupação econômica do território brasileiro é em boa medida uma consequência da pressão política exercida sobre Portugal e Espanha pelas demais nações europeias. Nestas últimas prevalecia o princípio de que espanhóis e portugueses não tinham direito senão àquelas terras que houvessem efetivamente ocupado.”

(FURTADO, Celso. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2003. p. 12.)


A historiografia da formação econômica brasileira tem produzido interpretações distintas acerca das relações entre colonização, mercado externo, organização do trabalho e acumulação de riquezas. Em diferentes perspectivas analíticas, discutem-se os condicionantes da inserção do território colonial na economia atlântica, bem como seus impactos sobre a estrutura social e política que se consolidou ao longo do tempo. Considerando esse debate historiográfico, assinale a afirmativa correta.

Alternativas
Respostas
341: C
342: C
343: D
344: E
345: D
346: E
347: D
348: C
349: B
350: A
351: E
352: D
353: C
354: B
355: A
356: E
357: D
358: C
359: B
360: A