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Questões Discursivas

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Q3898365 Raciocínio Lógico
Suponha verdadeira a seguinte sentença:
Se Celso for promovido em seu atual trabalho ou não tiver qualquer imprevisto financeiro, então Celso convidará sua noiva para viajar.

Sabendo que Celso não foi promovido em seu atual trabalho e não convidou sua noiva para viajar, é correto concluir, logicamente, que
Alternativas
Q3898364 Matemática
Uma indenização de R$ 90.000,00 seria, inicialmente, dividida entre Mara e Vilma em partes proporcionais a 2 e 3, respectivamente, mas, depois de alguns questionamentos, decidiu-se fazer essa divisão em partes proporcionais a 4 e 5, respectivamente.
De acordo com a segunda divisão, que efetivamente se deu, em comparação com o que teria recebido na divisão inicial, Vilma recebeu um valor menor em
Alternativas
Q3898363 Física
Durante um teste balístico, um projétil foi disparado com certa energia inicial E0 contra dois obstáculos subsequentes. Depois de passar pelo primeiro obstáculo, o projétil perdeu parte da energia e passou a ter energia E1 , que, comparada a E0 , é 1/3 menor. Depois de passar pelo segundo obstáculo, o projétil perdeu parte da energia e passou a ter energia E2 , que, comparada a E1 , é 1/12 menor.
Supondo que nenhum outro fator, senão os obstáculos, interferiu na energia do projétil, é correto afirmar que E2 corresponde, de E0 , a
Alternativas
Q3898362 Matemática Financeira
João aplicou R$ 15.000,00 durante alguns anos em um banco, e, como resultado da aplicação, o valor aplicado aumentou em 12%. Ele retirou então todo esse valor, deu metade para o filho e aplicou a outra metade durante alguns anos no banco, sendo que, como resultado dessa última aplicação, o valor aplicado aumentou em 17,5%. João então retirou todo esse valor a fim de usá-lo para comprar o maior número possível de unidades de certa mercadoria para sua empresa, ao valor unitário de R$ 1.080,00.
O número de unidades da mercadoria que João conseguirá comprar é
Alternativas
Q3898361 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de emprego do acento indicativo de crase.
Alternativas
Q3898360 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o acréscimo de vírgulas ao trecho original foi feito em conformidade com a norma-padrão de emprego desse sinal de pontuação.
Alternativas
Q3898359 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Considere os trechos a seguir:

•  Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica... (1º parágrafo)
•  Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível... (4º parágrafo)


É correto afirmar que as expressões destacadas foram empregadas para
Alternativas
Q3898358 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3898357 Português
Alucinações musicais


    Às vezes a imaginação musical normal transpõe um limite e se torna, por assim dizer, patológica, como quando determinado fragmento de uma música se repete incessantemente por dias a fio e às vezes nos irrita. Essas repetições, em geral uma frase ou tema breve e bem definido de três ou quatro compassos, tendem a continuar por horas ou dias, circulando na mente, antes de desaparecer pouco a pouco. Essa repetição interminável e o fato de que a música em questão pode ser banal ou sem graça, não nos agradar ou até mesmo ser abominável, indica um processo coercivo: a música entrou e subverteu uma parte do cérebro, forçando-o a disparar de maneira repetitiva e autônoma (como pode ocorrer com um tique ou uma convulsão). Vem daí o termo em inglês earworms (algo como “vermes de ouvido”).

    Obviamente, na própria música existem tendências inerentes à reiteração. Nossos poemas, baladas e canções são ricos em repetições. Cada obra de música clássica possui suas marcas para indicar as repetições ou variações sobre um tema, e os nossos maiores compositores são mestres da repetição; as rimas infantis e as cantigas que ensinamos às crianças pequenas têm coros e refrões. Somos atraídos pela repetição, mesmo quando adultos; queremos o estímulo e a recompensa várias vezes, e a música nos dá.

    Embora sem dúvida existam earworms desde que nossos antepassados pela primeira vez tocaram notas em flautas de osso ou tamborilaram em troncos caídos, é significativo que o termo só tenha entrado para o uso comum em décadas recentes. Quando Mark Twain escrevia sobre o assunto nos anos 1870, havia bastante música para se ouvir, mas ela não era onipresente. Para ouvir música instrumental, quem não possuía piano ou outro instrumento em casa tinha de ir à igreja ou a um concerto. Tudo isso mudou radicalmente com o advento das gravações, das transmissões radiofônicas e dos filmes. De repente, a música passou a estar por toda parte, e a magnitude dessa disponibilidade multiplicou-se muitas vezes nas duas últimas décadas. Hoje estamos cercados por um incessante bombardeio musical, queiramos ou não.

    Metade de nós vive plugada em iPods, 24 horas imersa em concertos com repertório da própria escolha, praticamente alheia ao ambiente. E para quem não está plugado há a música incessante, inevitável e muitas vezes ensurdecedora nos restaurantes, bares, lojas e academias. Essa barragem musical gera certa tensão em nosso sistema auditivo primorosamente sensível, o qual não pode ser sobrecarregado sem temíveis consequências. Uma delas é a grave perda de audição encontrada em parcelas cada vez maiores da população, mesmo entre os jovens e particularmente entre os músicos. Outra são as irritantes músicas que não saem da cabeça, que chegam sem ser chamadas e só vão embora quando bem entendem. Podem não passar de anúncios de creme dental, mas neurologicamente são irresistíveis.


(Oliver Sacks, Alucinações musicais: relatos sobre a música e o cérebro. Adaptado)
Em relação às earworms, é correto afirmar que o autor
Alternativas
Q3898356 Música

Analise o Excerto a seguir:



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Assinale a alternativa que o identifica corretamente.

Alternativas
Q3898355 Música
Assinale a alternativa que identifica, correta e respectivamente, as fórmulas de compasso passíveis de serem representadas pelos esquemas gestuais de regência apresentados a seguir.


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Alternativas
Q3898354 Música
O timbre é a qualidade sonora que distingue uma fonte sonora. É determinado, entre outros fatores, pela intensidade dos harmônicos que acompanham o som fundamental. Assinale a alternativa que indica corretamente os grupos de harmônicos mais intensamente presentes em sons emitidos por um oboé e uma trompa. 
Alternativas
Q3898353 Música
Sobre as extensões dos instrumentos do naipe das madeiras, é correto afirmar que
Alternativas
Q3898352 Educação Artística
Assinale a alternativa que indica correta e respectivamente apenas obras compostas pelos seguintes compositores: 

I. Guillaume de Machaut; II. Ludwig van Beethoven; III. Johann Sebastian Bach; IV. Piotr Ilitch Tchaikovsky; V. Richard Wagner.
Alternativas
Q3898351 Música

Este excerto foi escrito para o clarinete em Lá:



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Assinale a alternativa que apresenta corretamente os sons reais emitidos considerando a correta escrita na transposição

Alternativas
Q3898350 Música
Assinale a alternativa que indica corretamente, em âmbito orquestral, o instrumento que, apesar de ser atualmente construído em metal, pertence ao naipe das madeiras.
Alternativas
Q3898349 Música

Analise o excerto a seguir.


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Assinale a alternativa que indica corretamente o procedimento composicional adotado para elaboração do trecho apresentado.

Alternativas
Q3898348 Música
Observe os intervalos compostos a seguir:


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Assinale a alternativa que identifica, correta e respectivamente, os intervalos simples correspondentes aos intervalos compostos apresentados.
Alternativas
Q3898347 Educação Artística
Compositor paulista nascido em Santos na primeira metade do século 20, integrou o Movimento Música Nova nas décadas de 1960 e 1970 e criou e dirigiu o Festival Música Nova. Uma de suas obras mais conhecidas é o Moteto em Ré menor, baseado no poema concreto “Beba Coca-Cola”, de Décio Pignatari. Trata-se de 
Alternativas
Q3898346 Música

Analise o excerto a seguir


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Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, o nome dos ornamentos expostos na figura.

Alternativas
Respostas
201: E
202: E
203: C
204: A
205: D
206: A
207: B
208: E
209: C
210: D
211: B
212: E
213: A
214: C
215: B
216: D
217: A
218: B
219: C
220: E