Uma temperatura elevada, geralmente causada por febre, mas o...
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A febre é uma resposta fisiológica e, na maioria das vezes, o foco da enfermagem não deve ser apenas "baixar o número" no termômetro, mas sim minimizar o desconforto da criança. No entanto, existem grupos de risco onde o custo metabólico da febre (aumento do consumo de oxigênio e da frequência cardíaca) é perigoso.
- Por que a C está correta: Crianças com doenças crônicas respiratórias, cardíacas ou imunológicas possuem menor reserva funcional. O aumento da demanda metabólica causado pela febre pode levar à descompensação clínica, tornando a terapia antipirética essencial nesses casos.
- Alternativa A: A febre não é um indicador confiável de gravidade. Muitas vezes, infecções virais leves causam febres altíssimas, enquanto infecções bacterianas graves em neonatos podem se manifestar com hipotermia ou sem febre. Além disso, a resposta ao antipirético não define se a infecção é grave ou se é viral/bacteriana.
- Alternativa B: Na hipertermia (diferente da febre), o ponto de ajuste do hipotálamo está normal. O aumento da temperatura ocorre porque os mecanismos de dissipação de calor falharam (como em uma insolação). Por isso, antipiréticos não funcionam na hipertermia, pois eles agem justamente reduzindo o ponto de ajuste hipotalâmico, que já está em seu nível padrão.
- Alternativa D: O erro está na parte final. O tremor (calafrio) é uma resposta do corpo para gerar calor, e não para reduzi-lo. Se o enfermeiro resfria a pele de forma brusca a ponto de causar tremores, o corpo da criança entenderá que precisa produzir ainda mais calor, elevando a temperatura central em vez de baixá-la.
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