Em 1994, boletins do Ministério da Saúde
indicavam que 25% dos casos de AIDS no Brasil
estavam associados ao uso indevido de drogas
injetáveis. Essa realidade epidemiológica exigia
que a Redução de Danos deixasse de ser uma
ação pontual e se tornasse uma ação dentro da
política nacional. A construção dessa política
passou por vários desdobramentos e interfaces
em função do conjunto de instituições que se
construíram ao redor do tema AIDS/drogas. Esse
movimento teve início na cidade de