Para que se rompa a cadeia de transmissão das DST, é fundam...
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Tema central: Esta questão aborda o manejo de parceiros sexuais em Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), especialmente úlceras genitais, uma exigência recorrente em provas para médicos infectologistas. O rompimento da cadeia de transmissão das IST depende da identificação e tratamento adequados dos parceiros.
Justificativa da alternativa correta (C): Segundo o Ministério da Saúde, no “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis”:
“Para úlcera genital, recomenda-se convocar e oferecer diagnóstico e tratamento aos parceiros sexuais dos últimos 90 dias.” (MS, 2020, pág. 92).
Assim, a alternativa C está correta porque reflete essa diretriz, garantindo abordagem eficaz dos contatos expostos ao agente etiológico da úlcera (como sífilis, cancroide e herpes), períodos nos quais pode haver transmissão mesmo na ausência de sintomas.
Análise das alternativas incorretas:
A) “30 dias para corrimento uretral”: Incorreto, pois para corrimento uretral masculino ou cervicite sintomática, o período recomendado para rastreio e abordagem dos parceiros sexuais é 60 dias anteriores ao início dos sintomas, conforme o PCDT (MS, 2020, pág. 40).
B) “60 dias para candidose vaginal”: Incorreto. A candidíase vaginal não requer abordagem de parceiros assintomáticos conforme os protocolos oficiais, pois não é considerada IST típica; não há recomendação formal de rastreio de contatos.
D) “120 dias para sífilis secundária”: Incorreto. Para sífilis, o período a ser considerado em geral é 90 dias para parceiros sexuais tanto em sífilis primária quanto secundária, como previsto no protocolo (MS, 2020, pág. 92). Estender para 120 dias não está alinhado às recomendações.
Estratégias para provas: Atenção a prazos exatos e diferenças entre as IST citadas nos protocolos oficiais. Questões frequentemente trocam períodos recomendados para gerar dúvida e exigir conhecimento atualizado do candidato. Especial atenção a detalhes como sintomas predominantes e natureza da IST (bacteriana, viral, fúngica) — ponto-chave para evitar pegadinhas.
Mensagem final: Aprofunde sempre a leitura dos protocolos do Ministério da Saúde e as recomendações das sociedades científicas, pois eles são a principal referência das bancas examinadoras.
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