Para que se rompa a cadeia de transmissão das DST, é fundam...

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Q720439 Medicina
Para que se rompa a cadeia de transmissão das DST, é fundamental que os contatos sexuais dos indivíduos infectados sejam adequadamente tratados. Segundo o Ministério da Saúde, são considerados parceiros, para fins de comunicação ou convocação, os indivíduos com quem o cliente se relacionou sexualmente
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Tema central: Esta questão aborda o manejo de parceiros sexuais em Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), especialmente úlceras genitais, uma exigência recorrente em provas para médicos infectologistas. O rompimento da cadeia de transmissão das IST depende da identificação e tratamento adequados dos parceiros.

Justificativa da alternativa correta (C): Segundo o Ministério da Saúde, no “Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para Atenção Integral às Pessoas com Infecções Sexualmente Transmissíveis”:
“Para úlcera genital, recomenda-se convocar e oferecer diagnóstico e tratamento aos parceiros sexuais dos últimos 90 dias.” (MS, 2020, pág. 92).

Assim, a alternativa C está correta porque reflete essa diretriz, garantindo abordagem eficaz dos contatos expostos ao agente etiológico da úlcera (como sífilis, cancroide e herpes), períodos nos quais pode haver transmissão mesmo na ausência de sintomas.

Análise das alternativas incorretas:

A) “30 dias para corrimento uretral”: Incorreto, pois para corrimento uretral masculino ou cervicite sintomática, o período recomendado para rastreio e abordagem dos parceiros sexuais é 60 dias anteriores ao início dos sintomas, conforme o PCDT (MS, 2020, pág. 40).

B) “60 dias para candidose vaginal”: Incorreto. A candidíase vaginal não requer abordagem de parceiros assintomáticos conforme os protocolos oficiais, pois não é considerada IST típica; não há recomendação formal de rastreio de contatos.

D) “120 dias para sífilis secundária”: Incorreto. Para sífilis, o período a ser considerado em geral é 90 dias para parceiros sexuais tanto em sífilis primária quanto secundária, como previsto no protocolo (MS, 2020, pág. 92). Estender para 120 dias não está alinhado às recomendações.

Estratégias para provas: Atenção a prazos exatos e diferenças entre as IST citadas nos protocolos oficiais. Questões frequentemente trocam períodos recomendados para gerar dúvida e exigir conhecimento atualizado do candidato. Especial atenção a detalhes como sintomas predominantes e natureza da IST (bacteriana, viral, fúngica) — ponto-chave para evitar pegadinhas.

Mensagem final: Aprofunde sempre a leitura dos protocolos do Ministério da Saúde e as recomendações das sociedades científicas, pois eles são a principal referência das bancas examinadoras.

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A questão apresenta um trecho que afirma que é fundamental tratar adequadamente os contatos sexuais de indivíduos infectados por DST para romper a cadeia de transmissão da doença. Em seguida, é questionado qual o período em que são considerados parceiros para fins de comunicação ou convocação. A resposta correta é a alternativa C, que afirma que são considerados parceiros os indivíduos com quem o cliente se relacionou sexualmente nos últimos 90 dias se o cliente apresenta úlceras genitais. Isso se deve ao fato de que as úlceras genitais são características de doenças como herpes genital e sífilis, que são facilmente transmissíveis através do contato sexual. Logo, é importante notificar e tratar os parceiros sexuais recentes para prevenir a disseminação da doença. As outras alternativas apresentam períodos e condições diferentes, portanto, não se encaixam na resposta correta.

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