Hoffmann argumenta que a visão comportamentalista
dos professores manifesta-se de forma radical na prática
avaliativa, sem que percebam o autoritarismo dessa concepção. Para a autora, sem avançar na compreensão do
fracasso dos estudantes para além do comprometimento
dos alunos, os professores se distanciam “de dois princípios presentes na avaliação enquanto mediação”: