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Q1646081 Medicina
Em primeira consulta de pré-natal, paciente refere vacina contra tétano há mais ou menos 7 anos. Qual esquema deve ser feito?
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Tema central: O tema da questão refere-se à imunização contra tétano em gestantes, pauta recorrente em concursos médicos. A imunização materna é vital, pois confere proteção tanto à mãe quanto ao recém-nascido, prevenindo o tétano materno e neonatal.

Justificativa da alternativa correta (B): De acordo com o Ministério da Saúde, mesmo mulheres com vacinação prévia contra o tétano (neste caso, há cerca de 7 anos), toda gestante deve receber uma dose de reforço da dTpa entre 20ª e 36ª semanas. Isso ocorre pois, além da proteção individual, essa dose garante elevada transferência de anticorpos para o feto via placenta, protegendo o recém-nascido nos primeiros meses de vida. Segundo a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação (2025): “Gestantes: recomenda-se analisar o cartão de vacinas na primeira consulta pré-natal [...] Uma dose da vacina tríplice bacteriana acelular - tipo adulto (dTpa), a cada gestação, a partir da 20ª semana.”

Análise das alternativas incorretas:

A) Esquema completo de 3 doses está indicado apenas para gestantes sem histórico prévio de vacinação ou vacinação desconhecida. Não cabe para quem tomou esquema básico ou reforço prévio há menos de 10 anos.

C) Não vacinar porque foi feito há menos de 10 anos: pegadinha comum! Embora o reforço para adultos seja decenal, para gestantes há recomendação exclusiva: dTpa a cada gestação, mesmo que o reforço tenha sido recente.

D) 3 doses com intervalo mensal: semelhante à alternativa A, esse esquema aplica-se exclusivamente a indivíduos não vacinados.

Estratégia de prova: Sempre atente para recomendações especiais da gestação. Desconfie quando a alternativa parecer “óbvia” apenas pelo contexto geral do adulto. Busque identificar no enunciado detalhes sobre tempo do último reforço e o objetivo (proteção materna e neonatal).

Resumindo: Na gestação, o protocolo é claro: dose de dTpa para toda gestante a partir de 20 semanas, independentemente do histórico vacinal, reforçando os protocolos nacionais e evidências de proteção perinatal.

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A resposta correta para essa questão é a alternativa B. Quando uma gestante relata que recebeu a vacina contra o tétano há mais de 5 anos, o protocolo preconizado pelo Ministério da Saúde é aplicar o reforço entre 4-6 meses de gestação. Isso se deve ao fato de que a gestação é um período de maior vulnerabilidade para a ocorrência de casos de tétano neonatal, que é uma das formas mais graves da doença e pode levar à morte do recém-nascido. Portanto, é importante que todas as gestantes estejam com a sua vacinação contra o tétano atualizada, para garantir a proteção da mãe e do bebê.

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