O Código Penal brasileiro estabelece escusas absolutórias q...
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: Código Penal, Decreto-Lei nº 2.848/1940, art. 181, caput e incisos I e II: “Art. 181 - É isento de pena quem comete qualquer dos crimes previstos neste título, em prejuízo: I - do cônjuge, na constância da sociedade conjugal; II - de ascendente ou descendente, seja o parentesco legítimo ou ilegítimo, seja civil ou natural.” O art. 182 dispõe: “Art. 182 - Somente se procede mediante representação, se o crime previsto neste título é cometido em prejuízo: I - do cônjuge desquitado ou judicialmente separado; II - de irmão, legítimo ou ilegítimo; III - de tio ou sobrinho, com quem o agente coabita.” Como a alternativa D corresponde às relações abrangidas pelo art. 181, é o gabarito.
- Separe os efeitos: art. 181 concede isenção de pena; art. 182 exige representação.
- No vínculo conjugal, confira a condição indicada: constância da sociedade conjugal corresponde ao art. 181; separação judicial, ao art. 182.
- A coabitação é exigida para tio ou sobrinho no art. 182, III; não transforma parentes colaterais em beneficiários do art. 181.
- Antes de aplicar a isenção ao caso concreto, verifique as exclusões do art. 183.
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ALTERNATIVA LETRA D
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Código Penal.
Art. 181 - É isento de pena quem comete qualquer dos crimes previstos neste título, em prejuízo: (Vide Lei nº 10.741, de 2003)
I - do cônjuge, na constância da sociedade conjugal;
II - de ascendente ou descendente, seja o parentesco legítimo ou ilegítimo, seja civil ou natural.
--> A alternativa C se refere aos crimes que de procedem mediante representação conforme o art 182
Art. 182 - Somente se procede mediante representação, se o crime previsto neste título é cometido em prejuízo: (Vide Lei nº 10.741, de 2003)
I - do cônjuge desquitado ou judicialmente separado;
II - de irmão, legítimo ou ilegítimo;
III - de tio ou sobrinho, com quem o agente coabita.
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