Na prática clínica, o diagnóstico de câncer de próstata resi...
Na prática clínica, o diagnóstico de câncer de próstata resistente à castração costuma ser estabelecido de forma progressiva, a partir da observação de critérios bioquímicos e radiológicos em pacientes sob terapia de privação androgênica, com níveis de testosterona sérica em faixa de castração (≤ 50 ng/dL).
Considerando a sequência mais frequentemente observada para a caracterização dessa condição, organize os itens a seguir na ordem mais comum de identificação para a menos comum:
( ) Confirmação da progressão bioquímica, com elevações consecutivas do PSA em relação ao nadir.
( ) Identificação inicial de elevação do PSA durante a privação androgênica.
( ) Evidência de progressão radiológica, caracterizada pelo surgimento de duas ou mais novas lesões ósseas em cintilografia óssea ou lesão de partes moles conforme critérios RECIST.
( ) Consolidação do diagnóstico de resistência à castração, a partir da associação dos achados bioquímicos e/ou radiológicos.
A sequência correta dessa ordenação é: