Adolescente de 15 anos, com antecedente de febre reumática na infância e insuficiência mitral residual, retorna
ao ambulatório assintomático. A mãe relata que o paciente “parou de tomar a injeção há alguns meses” porque
estava se sentindo bem. Ao exame físico, encontra-se em
bom estado geral, sem sinais de insuficiência cardíaca.
Nesse contexto, a medida mais importante para reduzir o
risco de progressão da cardiopatia de base é: