Homem, 58 anos, com antecedente de episódio de tromboembolismo pulmonar há 2 anos, tratado por 6 meses,
refere dispneia progressiva aos esforços e redução
importante da capacidade funcional nos últimos 10 meses.
Nega tabagismo e não tem história de doença pulmonar
obstrutiva crônica. Ao exame, apresenta pressão arterial de 116 x 74 mmHg, frequência cardíaca de 88 bpm,
saturação de oxigênio de 94% em ar ambiente, hiperfonese de segunda bulha em foco pulmonar e edema maleolar
discreto. O ecocardiograma mostra dilatação e disfunção
leve de ventrículo direito, com pressão sistólica estimada
da artéria pulmonar elevada. A tomografia de tórax sem
protocolo angiográfico não evidencia doença parenquimatosa relevante. A espirometria é praticamente normal.
Diante desse cenário e dos exames a seguir, aquele que
mais provavelmente acrescentará a informação decisiva
para o próximo passo do raciocínio diagnóstico é