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Q1827311 Medicina
A ultrassonografia auxilia muito os obstetras desde o início da gestação. Diante da suspeita de uma gravidez inviável, o diagnóstico sonográfico poderá ser confirmado ao identificar 
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Tema central: A questão aborda o diagnóstico ultrassonográfico de gravidez inviável no primeiro trimestre, um tema recorrente em provas de concursos para ginecologia e obstetrícia, pois envolve interpretação de imagens e critérios objetivos usados clinicamente para definir perda gestacional.

Alternativa correta: D) comprimento cabeça-nádega ≥ 7 mm e ausência de batimento cardiofetal.

Justificativa e raciocínio clínico: Segundo documentos oficiais como o Manual de Gestação de Alto Risco do Ministério da Saúde e protocolos nacionais, o diagnóstico de gestação inviável é estabelecido quando o embrião apresenta comprimento cabeça-nádega (CCN) igual ou superior a 7 mm, visualizado em ultrassonografia transvaginal, sem identificação de batimentos cardíacos.

Esta definição também é respaldada por evidências internacionais (ACOG, SRU), pois apresenta especificidade altíssima (próxima de 100%) para a confirmação de perda gestacional, reduzindo o risco de diagnósticos precipitados.

Alternativas incorretas, por que estão erradas:

A) A presença de vesícula vitelina com 5,5 semanas é um achado esperado e não indica inviabilidade, pois ainda pode não haver embrião ou batimento detectável.

B) Um saco gestacional com diâmetro médio de 15 mm sem embrião não é considerado critério definitivo de inviabilidade. O critério aceito é saco gestacional ≥ 25 mm sem embrião.

C) A ausência de fluxo interviloso até 10 semanas está relacionada à fisiologia da implantação, não ao diagnóstico de inviabilidade embrionária.

E) Hematoma placentário pequeno (<20% do saco) pode ocorrer em gestações viáveis, não sendo critério isolado de inviabilidade.

Estratégia para questões assim: Priorize o conhecimento dos critérios ultrassonográficos objetivos, pois provas de concurso frequentemente cobram números exatos (cut-offs) reconhecidos em protocolos. Atente-se para valores limites (CCN ≥ 7mm ou saco gestacional ≥ 25mm) combinados à ausência de batimentos, e não apenas à idade gestacional ou presença de estruturas como vesícula vitelina.

Segundo o Protocolo de Abortamento da MEAC: “Embrião com comprimento cabeça-nádega ≥ 7 mm sem batimento cardíaco” é critério diagnóstico confiável para gestação inviável.

Resumo: O correto diagnóstico ultrassonográfico requer atenção a medidas e ausência de batimentos. Memorize estes valores de corte e treine a identificação rápida dos critérios em enunciados de prova!

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A resposta correta é a alternativa D, que indica que o comprimento cabeça-nádega do feto deve ser maior ou igual a 7 mm e que não deve haver batimento cardiofetal, o que indica uma gestação inviável. A ultrassonografia é um exame importante para acompanhar a evolução da gestação e identificar possíveis problemas. No caso de uma suspeita de gestação inviável, o diagnóstico sonográfico pode confirmar a condição ao identificar a ausência de batimentos cardíacos fetais e um comprimento cabeça-nádega abaixo do esperado para a idade gestacional. É importante que o obstetra esteja atento aos sinais de que algo não está indo bem na gestação para que, se necessário, possa tomar as medidas adequadas para proteger a saúde da mãe e do bebê.

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