A incidência de eclâmpsia nos países em desenvolvimento aind...

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Q1827309 Medicina
A incidência de eclâmpsia nos países em desenvolvimento ainda é elevada, e alguns sintomas que prenunciam a convulsão são a cefaleia frontal e os distúrbios visuais, como escotomas e visão turva. No intuito de prevenir a convulsão nos casos graves de pré-eclâmpsia, pode-se utilizar, em centro de unidade intensiva, o sulfato de magnésio 
Alternativas

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Tema Central: A questão aborda o tratamento da pré-eclâmpsia grave para prevenir a eclâmpsia, focando no uso do sulfato de magnésio como agente principal.

Justificativa para a Alternativa Correta (B):

A alternativa B descreve corretamente o protocolo de administração do sulfato de magnésio, que é o tratamento de escolha para prevenir convulsões em casos de pré-eclâmpsia grave. A dose inicial de ataque é de 4 a 6 g por via intravenosa, seguida por uma manutenção de 1 a 2 g/h. Este regime é baseado em diretrizes reconhecidas, como as do American College of Obstetricians and Gynecologists (ACOG).

Análise das Alternativas Incorretas:

Alternativa A: A administração de glicinato de potássio não é um tratamento padrão para contrabalançar depressão respiratória induzida por sulfato de magnésio. O manejo usual é interromper a infusão e administrar gluconato de cálcio.

Alternativa C: Não há contraindicação formal para associar hidralazina e sulfato de magnésio. Contudo, a hidralazina é usada para controle agudo da hipertensão e não está diretamente relacionada ao tratamento da eclâmpsia.

Alternativa D: As doses mencionadas (40 a 60 mg) e o uso de soro Ringer Lactato são incorretos para sulfato de magnésio ou para qualquer outro tratamento padrão de pré-eclâmpsia.

Alternativa E: A administração intramuscular não é a via de escolha em um ambiente intensivo, e a dose de 2000 mg não corresponde a qualquer protocolo reconhecido.

Conclusão: O sulfato de magnésio é crucial na prevenção de eclâmpsia, e a administração intravenosa seguindo o protocolo adequado é essencial para a eficácia e segurança do tratamento.

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A resposta correta para esta questão é a alternativa B, que propõe a utilização do sulfato de magnésio na dose de 4 a 6 g por via intravenosa, diluída em 100 mL de soro glicosado a 5%, em bolus de 20 min; depois, de 1 a 2 g/h, para a manutenção. Essa recomendação é baseada em estudos que demonstraram a eficácia do sulfato de magnésio na prevenção de convulsões em mulheres com pré-eclâmpsia grave. A dose e o modo de administração propostos na alternativa B são os mais utilizados e recomendados pela literatura médica. As outras alternativas apresentam doses, modos de administração ou cuidados que não são apropriados para a prevenção de convulsões em casos de pré-eclâmpsia grave.

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