Um casal de 48 e 50 anos relata mudanças significativas na dinâmica familiar após a saída do filho mais novo
para cursar universidade em outra cidade. Referem
sentimentos ambivalentes: por um lado, satisfação com
a autonomia do filho; por outro, sensação de vazio na
rotina doméstica e necessidade de redefinir atividades
conjuntas e projetos pessoais. Nos meses seguintes, o
casal passa a investir mais tempo em atividades compartilhadas e a retomar interesses anteriormente adiados, ao
mesmo tempo em que mantém contato frequente com
o filho, oferecendo apoio emocional e financeiro quando
necessário.
Considerando o desenvolvimento familiar ao longo do ciclo vital descrito por Papalia, Olds e Feldman (2022), a
interpretação mais adequada dessa situação é