Pré-escolar, com 3 anos, do sexo masculino, apresenta histó...
Sobre essa condição, é correto afirmar:
Gabarito comentado
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Vamos analisar a questão sobre a ingestão de um ímã de neodímio por um pré-escolar. Este tipo de situação pode ser crítico devido ao risco de perfuração intestinal, especialmente quando mais de um ímã é ingerido, pois eles podem se atrair através das paredes intestinais.
Tema central: Ingestão de corpo estranho (ímãs) em crianças, um tema relevante na pediatria de emergência. É crucial entender a conduta adequada para evitar complicações.
Alternativa correta (A): A remoção endoscópica de um único ímã geralmente não é necessária, a não ser que não se possa determinar se é um único ímã ou mais de um aderidos.
Justificativa: Quando um único ímã é ingerido, ele tende a passar pelo trato gastrointestinal sem causar danos. No entanto, se houver dúvida sobre a quantidade de ímãs ingeridos, ou se houver sinais de obstrução ou dor, a remoção endoscópica pode ser indicada. Este manejo é suportado por diretrizes pediátricas, que enfatizam a necessidade de avaliação cuidadosa quando múltiplos ímãs são suspeitos.
Análise das alternativas incorretas:
B: A radiografia é, sim, indicada para estimar a posição do ímã, especialmente se houver suspeita de múltiplos ímãs, pois isso altera o manejo. A remoção rápida de um ímã único, sem sintomas, não é recomendada.
C: Prescrever laxativos para acelerar o trânsito intestinal não é a prática recomendada, especialmente para objetos próximos ao ângulo de Treitz, devido ao risco de complicações. A observação e o monitoramento são preferíveis.
D: Apesar dos ímãs de neodímio serem utilizados em brinquedos, não são considerados seguros para ingestão. A abordagem expectante só é considerada quando há certeza de que é um único ímã e não há sintomas.
E: A tomografia não é o exame de escolha inicial para a localização de ímãs, pois eles são radiopacos e geralmente visíveis em radiografias simples. A tomografia é reservada para casos mais complexos.
Para concluir, a questão avalia o conhecimento sobre os riscos associados à ingestão de ímãs e a abordagem correta conforme diretrizes pediátricas. É fundamental identificar rapidamente a quantidade de ímãs ingeridos e monitorar a criança adequadamente.
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