Priscila, servidora pública estadual, alcançou um cargo público
que, de acordo exclusivamente com a Constituição Estadual,
possui foro por prerrogativa de função, nos seguintes termos:
“compete ao Tribunal julgar em ação originária, nas infrações
penais comuns e nos crimes de responsabilidade (...)”.
Após alguns anos no cargo, Priscila é presa em flagrante e
denunciada pela prática do delito de aborto. Nessa hipótese,
será competente para o julgamento de Priscila o