A lesão acidental do Plexo Braquial em adultos é mais comum...
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Tema central: O tema desta questão é traumatismo do plexo braquial em adultos, um quadro neurológico grave frequentemente relacionado a acidentes de alta energia, importante em emergências e na rotina de hospitais públicos.
Justificativa da alternativa correta (A – acidente motociclístico):
O plexo braquial é um conjunto de nervos que inervam o membro superior. Traumas acidentais podem causar lesões graves com sequelas funcionais importantes. Segundo o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), “acidentes de motocicleta foram a causa principal de lesão do plexo braquial nos pacientes adultos submetidos a tratamento cirúrgico”.
Os mecanismos lesivos envolvem tração violenta do membro superior ou do ombro, comum em quedas de motos, pela posição desprotegida do motociclista, levando a lesão direta ou avulsão dos nervos. Estudos brasileiros e internacionais confirmam estes dados epidemiológicos: acidentes motociclísticos representam cerca de 70% dos casos em grandes centros de microcirurgia.
Análise crítica das alternativas incorretas:
- B) Fratura exposta da articulação escapuloumeral: Embora possa causar lesão nervosa, a prevalência é bem menor, ocorrendo mais em contextos de esmagamento ou trauma direto do ombro.
- C) Atropelamento: Pode provocar lesão do plexo, mas não é estatisticamente a principal causa na população adulta.
- D) Acidente automobilístico: Situação relevante, porém, dados apontam que os padrões de trauma ao plexo são menos frequentes em comparação aos motociclistas devido à maior proteção do habitáculo do carro.
- E) Queda com membro superior em extensão: Esse mecanismo é mais relacionado a lesão do ombro e, eventualmente, neuropraxias leves, raramente provocando lesão grave do plexo em adultos.
Estratégia para provas: Atente-se para termos como “mais comum” ou “principal causa” — eles direcionam para epidemiologia e não apenas plausibilidade clínica. Muitas bancas tentam confundir com situações possíveis, mas epidemiologicamente menos frequentes.
Diretrizes e evidências: Utilize sempre os dados de órgãos oficiais e artigos científicos atualizados para embasar seu raciocínio, como mostrado nas referências do Ministério da Saúde e literatura clínica nacional.
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