Paciente do sexo feminino, com 22 anos, apresenta
nódulo tireoidiano único de 3,2 cm em lobo direito, descoberto em exame de rotina. Nega sintomas compressivos, disfagia ou disfonia. Não há histórico familiar de
câncer de tireoide. Ao exame físico, observa-se nódulo palpável, mas não visível, móvel à deglutição, sem
linfonodomegalias cervicais. A função tireoidiana está
normal (TSH: 1,8 mUI/L; T4 livre: 1,2 ng/dL). A ultrassonografia evidencia nódulo sólido, isoecogênico, com
margens regulares, sem microcalcificações, mais largo
do que alto, classificado como TIRADS 3. A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) revela Bethesda II (benigno), compatível com nódulo coloide.
Qual a conduta mais adequada para esse caso?