Questões Militares
Sobre doenças infecto-parasitárias em medicina
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A leishmaniose visceral é uma doença endêmica de muitas regiões do Brasil. Sobre esse tema, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) O período de incubação da leishmaniose visceral no homem pode variar de 10 dias a 24 meses, com média entre 2 a 6 meses.
( ) A leishmaniose visceral pode ser uma infecção oportunista no paciente com AIDS, geralmente quando a contagem de CD4+ está abaixo de 100/mm³.
( ) O teste de Montenegro tem alta positividade nos indivíduos com infecção assintomática e nas formas cutânea e cutaneomucosa da leishmaniose.
A anamnese do paciente, a identificação das diferentes vulnerabilidades e o exame físico devem se constituir nos principais elementos diagnósticos das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). O atendimento do paciente com DST visa curar as infecções possíveis, cessar os sintomas, colaborando para evitar as complicações advindas da(s) DST e interromper a cadeia de transmissão. Quanto à possibilidade de cura da infecção, representam infecções curáveis as alternativas:
I. Sífilis – Treponema pallidum.
II. Herpes – Herpes simplex vírus (HSV-2).
III. Condiloma – Papilomavírus Humano.
IV. Donovanose – Klebsiella granulomatis.
Estão corretas as alternativas
O vírus da hepatite C é o principal agente etiológico da hepatite crônica anteriormente denominada não-A não-B. Sua transmissão ocorre principalmente por via parenteral. Em percentual significativo de casos não é possível identificar a via de infecção. Sobre a hepatite B, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A transmissão sexual é pouco frequente (risco de 2 a 6% para parceiros estáveis) e ocorre principalmente em pessoas com múltiplos parceiros e com prática sexual de risco.
( ) Após contato com o HCV a chance de cronificação da infecção é de 70 a 85% dos casos.
( ) A coexistência de alguma DST – inclusive o HIV – constitui-se em um importante facilitador da transmissão sexual.