Questões Militares
Sobre aspectos de ética na pesquisa, ética médica e perícia médica em medicina
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( ) Segundo o princípio da não maleficiência, a prática cirúrgica reconhece o envolvimento cada vez maior do paciente na tomada de decisão em relação aos cuidados de saúde e concorda que o direito de escolha seja compartilhado entre o cirurgião e o paciente.
( ) Segundo o princípio da justiça, o cirurgião consciencioso, competente e ético deve saber lidar com a situação onde um colega esteja velho demais ou muito enfermo para operar com segurança, ou pensar sobre inovações cirúrgicas.
( ) Pelo princípio da beneficência, os cirurgiões devem assumir sua capacidade de serem decisivos e reconhecerem o seu papel nos cuidados apropriados ao final da vida e em desenvolver padrões para os cuidados cirúrgicos paliativos.
( ) De acordo com o princípio da autonomia, um médico pode escolher transferir os cuidados do paciente para outro médico se ele ficar desconfortável com a decisão do paciente a respeito da intervenção, não devendo impor sua decisão terapêutica ao paciente.
( ) O médico pode revelar assunto que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, se o fato for de conhecimento público.
( ) Nos anúncios de estabelecimentos de saúde devem conter o nome e o número de registro no Conselho Regional de Medicina do diretor técnico.
( ) O trabalho do médico pode ser explorado por terceiros com objetos de lucro, desde que o médico esteja ciente do fato e concorde com o mesmo.
( ) O médico pode abreviar a vida do paciente a pedido deste e com a vontade expressa de seu representante legal.
A esse respeito, assinale a afirmativa correta.
( ) De preferência, apenas duas pessoas devem ser usadas para conter o paciente, com o intuito de evitar a intimidação dele. ( ) Os profissionais devem evitar explicar ao paciente por qual razão ele será contido pelo risco de este ficar mais agressivo durante o processo. ( ) Uma vez que o paciente está contido, não se devem administrar medicações antipsicóticas em formulação concentrada concomitantemente pelo risco de sedação excessiva.
I. O médico é considerado imprudente quando seus atos ou condutas são caracterizados pela intempestividade, precipitação, insensatez ou inconsideração.
II. O médico é considerado negligente quando age com inação, indolência, inércia e passividade.
III. O médico é omisso quando não observa os deveres que as circunstâncias exigem.
Está correto o que se afirma em
Na metade de um voo estimado para 14 horas, uma passageira de 35 anos, na vigésima quarta semana de sua primeira gestação, apresenta convulsões.
A comissária pergunta se há um médico a bordo e sim, o único médico a bordo é um oftalmologista, o qual trabalhara no Setor de Emergência de um Hospital Público nas últimas 24 horas. Por conta do trabalho prévio e também pelo medo de voar, o médico tomara duas doses de whisky antes de embarcar.
O oftalmologista então se apresenta e percebe o quadro convulsivo, afere a pressão arterial: 170 x 100 mmHg, nota o edema facial, nas mãos e nos pés da passageira e o marido, um juiz de direito, lhe informa que ao embarcar, a passageira estava com fortes dores de cabeça, visão turva e náuseas.
O oftalmologista sugere o diagnóstico de eclampsia, deita a passageira no piso do avião, em decúbito lateral esquerdo, amparada em almofadas e mantas, administra oxigênio por cateter nasal a partir de um cilindro que havia a bordo e solicita o pouso do avião no aeroporto mais próximo. Informa ao marido sobre a gravidade da situação, com risco de morte e também que não é especialista em obstetrícia.
De acordo com o Código de Ética Médica, (Resolução CFM nº 2.217, de 27 de setembro de 2018, modificada pelas Resoluções CFM nº 2.222/2018 e 2.226/2019) o oftalmologista, ao se apresentar para o atendimento: