Questões Militares
Sobre redação - reescritura de texto em português
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No início do segundo parágrafo, as relações semânticas entre as orações permitem que, em lugar do sinal de ponto logo depois de “consumo” (l.13), sejam usados os dois-pontos, sem que se provoque com isso erro gramatical, desde que o termo “Mensagens” seja grafado com inicial minúscula.
A substituição das vírgulas que demarcam a expressão “sobretudo a partir dos anos cinquenta” (l.2-3) por parênteses preservaria a coerência das ideias e a correção gramatical do texto.
Nas linhas 14 e 15, a oração iniciada pelo gerúndio “devendo”, uma vez que se adiciona à oração anterior “que todos são iguais” e complementa a expressão “ter em conta”, admite ser reescrita da seguinte forma, retirando-se a vírgula após “iguais”: e devem merecer a mesma proteção.
A classificação de Vanuatu no topo do ranking dos países mais felizes se explica pelos critérios usados na pesquisa, que levam em conta apenas três fatores: expectativa de vida, bem-estar e extensão dos danos ambientais causados pelo homem em cada país. Como os vanuatuenses se satisfazem com muito pouco, não sabem o que é sociedade de consumo nem sacrificam o meio ambiente para produzir riquezas, acabaram levando a taça. A definição da ONG inglesa para felicidade, portanto, remete à figura romântica do "bom selvagem" criada pelo filósofo iluminista Jean-Jacques Rousseau, que viveu no século XVIII. Rousseau enunciou que "o homem é originalmente bom até ser corrompido pela sociedade". Para a New Economics Foundation, o dito continua valendo. Os critérios utilizados na pesquisa produziram outras excrescências na lista de nações com população mais feliz. Entre os dez primeiros postos estão a Colômbia, país conflagrado por uma guerra civil e pelo narcotráfico, e Cuba, onde a população não tem o que comer e vive oprimida pela ditadura geriátrica de Fidel Castro.
A pesquisa da ONG inglesa surge na esteira de um burburinho provocado atualmente nos meios acadêmicos pelos adeptos da chamada psicologia positiva, cujo objetivo é justamente permitir às pessoas a conquista da felicidade. Psicólogos ligados a universidades americanas respeitadas como a Harvard e a da Pensilvânia pregam uma inversão nas técnicas tradicionais de terapia. Eles induzem seus pacientes a enxergar a si próprios não como um redemoinho de desejos frustrados e violências reprimidas, como ensinou Freud, mas como um repositório de forças positivas e virtudes potenciais capazes de abrir as portas para a felicidade. "Durante muitos anos só os falsos gurus da auto-ajuda escreveram sobre a felicidade. Queremos dar consistência e respeitabilidade a esse tema", diz o psicólogo Tal Ben-Shahar, que ministra o curso de psicologia positiva em Harvard.
Mas, afinal, o que a psicologia positiva entende por felicidade? Não se trata de uma pergunta fácil. "Felicidade é conhecer o melhor de nós mesmos" é uma resposta frequente. "As pessoas felizes em geral são casadas, cultivam muitas amizades e têm vida social intensa", tenta identificar o psicólogo americano Martin Seligman, autor do livro Felicidade Autêntica, já lançado no Brasil. Nenhuma resposta consegue contornar o fato de que felicidade é um conceito abstrato que provavelmente não tem correspondência no mundo real. Ser feliz significa viver isento de contratempos, o que só parece possível na visão que os religiosos têm do paraíso. "Momentos felizes são efeitos colaterais positivos da vida", define Adam Phillips, um dos mais conceituados psicanalistas ingleses da atualidade. "Mas o sujeito que se encaixasse no perfil ideal dos manuais de busca da felicidade seria um perfeito idiota", ele completa. Para saber o que é felicidade, só mesmo perguntando aos nativos de Vanuatu.
http://www.adur-rj.org.br/5com/pop-up/volta_bom_se...
Substituindo as formas verbais destacadas pelas do futuro do pretérito do indicativo e do pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, obteríamos a seguinte reescrita do período:
1 - Aluno de Direito ao fazer prova oral: - O que é uma fraude? - É
2 - o que o senhor professor está fazendo - responde o aluno. O
3 - professor fica indignado: - Ora essa, explique-se.Então diz o
4- aluno: - Segundo o Código Penal, ‘comete fraude todo aquele
5 -que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar’.
I- A palavra “indignado” (linha 3) pode ser substituída por “revoltado” sem perder o sentido.
II- Em “Ora essa, explique-se” há um sujeito explícito, tendo em vista que a partícula “se” faz referência ao aluno.
III- Em [...] “Segundo o Código Penal” [...] (linha 4) o termo em destaque foi empregado para exprimir conformidade ao que estabelece a lei.
IV- Em “[...]’comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar’” (linhas 4-5) o pronome oblíquo “o” substitui o termo “outro”.
Está(ão) CORRETA(S), apenas:

A partir da leitura do texto apresentado, julgue os itens
subseqüentes.

Julgue os itens que se seguem considerando as idéias e estruturas
lingüísticas do texto apresentado.

Julgue o seguinte item, considerando os sentidos e aspectos
gramaticais do texto acima.

Em relação ao texto acima, julgue o item a seguir.
O conectivo “À medida que” (l.9-10) liga orações e estabelece entre elas relação semântica que poderia ser expressa pelo conectivo Enquanto.
Na linha 23, o pronome “aquilo” pode ser substituído por o, sem prejuízo do sentido original e de correção gramatical.
Preservam-se a correção gramatical e o sentido do texto se o pronome “onde” (l.11) for substituído por as quais.
O fragmento “ainda não foi criado um modelo pedagógico voltado para a Web” (L.22-23) equivale, no plural, à seguinte estrutura: ainda não se criaram modelos pedagógicos voltados para a Web.
A expressão “jogar no caminho” (L.16-17) tem sentido figurado e pode ser substituída por lançar, sem prejuízo para a coerência do texto.
Mantêm-se a correção gramatical e o sentido original do texto caso o trecho “Os professores assistem a todo esse movimento” (L.9-10) seja assim reescrito: Os professores assistem-lhe.
Assinale a alternativa que substitui o vacábulo bicho no trecho acima.





