Questões Militares Sobre português
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( ) A expressão “começam amanhã” indica um marco temporal com equivalência de futuro.
( ) “Elas” é um pronome pessoal que se refere às matrículas.
( ) O termo “as aulas” foi substituído pela forma pronominal “elas”.
( ) O tempo verbal “começam” concorda com o sujeito que o precede. Analise as proposições, acima, e coloque V para Verdadeira e F para Falsa.
Marque a alternativa CORRETA.
I- A forma verbal “não deixe” é derivada do presente do subjuntivo.
II- O termo “nenhum” equivale a “algum” e não varia em gênero e número.
III- O termo “essa” funciona como demonstrativo de “lista”.
Analise as proposições, acima, e marque a(s) verdadeira(s). Está(ão) CORRETA(S), apenas:
( ) O pronome “Ele” faz referência a herói.
( ) O termo “que” introduz uma oração subordinada.
( ) O conectivo “até” foi usado com o sentido de estabelecer uma gradação.
( ) Os termos “leão, tigre, onça e cascavel” funcionam sintaticamente como sujeito composto.
Analise as proposições, acima, e coloque V para Verdadeira e F para Falsa.
Marque a alternativa CORRETA.
( ) O sujeito da 1ª oração é “A história”.
( ) O pronome “lhes” tem função de objeto indireto.
( ) Os termos “hoje” e “quando” referem-se a tempo, mas pertencem a categorias gramaticais diferentes.
( ) Os termos “herói” e “destemido” têm a mesma função morfossintática.
( ) “A história” funciona como objeto direto.
Analise as proposições, acima, e coloque V para Verdadeira e F para Falsa.
Marque a alternativa CORRETA.
O faroleiro que contava vantagem parou.
A namorada que contava as estrelas parou para ver, ouvir e dar passagem”
Considerando o sentido do verbo contar, em cada um dos versos acima, verifica-se a presença de
estarmos a elaborar obra magnífica.”
(Monteiro Lobato, “A Língua Brasileira”)
Se quiserdes no mundo ser tamanhos,
Despertai já do sono do ócio ignavo,
Que o ânimo, de livre, faz escravo;
E ponde na cobiça um freio duro,
E na ambição também, que indignamente
Tomais mil vezes, e no torpe e escuro
Vício da tirania, infame e urgente;
Porque essas honras vãs, esse ouro puro,
Verdadeiro valor não dão à gente:
Melhor é merecê-los sem os ter,
Que possuí-los sem os merecer.”
(“Os Lusíadas” - Camões - canto 9, estrofes 92 / 93)
Se quiserdes no mundo ser tamanhos,
Despertai já do sono do ócio ignavo,
Que o ânimo, de livre, faz escravo;
E ponde na cobiça um freio duro,
E na ambição também, que indignamente
Tomais mil vezes, e no torpe e escuro
Vício da tirania, infame e urgente;
Porque essas honras vãs, esse ouro puro,
Verdadeiro valor não dão à gente:
Melhor é merecê-los sem os ter,
Que possuí-los sem os merecer.”
(“Os Lusíadas” - Camões - canto 9, estrofes 92 / 93)
(Monteiro Lobato, “A Língua Brasileira”)
(Monteiro Lobato, “A Língua Brasileira”)
(Monteiro Lobato, “A Língua Brasileira”)