Questões Militares Sobre português

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Q115523 Português
Com relação a aspectos estruturais do texto, julgue os itens subsequentes.

A expressão “Puro, simples e democrático” (L.25) qualifica o processo eleitoral verdadeiramente democrático proposto pelo autor do texto.
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Q115522 Português
Com relação a aspectos estruturais do texto, julgue os itens subsequentes.

A oração “Seriam apurados os votos a favor, os contrários e o saldo de votos” (L.23-24) está na voz passiva.
Alternativas
Q115521 Português
Com relação a aspectos estruturais do texto, julgue os itens subsequentes.

A formação dos vocábulos “lamentavelmente” (L.13) e “plenamente” (L33) ocorre de maneira idêntica: a partir do acréscimo do sufixo -mente a um adjetivo.
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Q115520 Português
Com relação a aspectos estruturais do texto, julgue os itens subsequentes.

A oração “embora rejeitados por muitos” (L.12-13) exerce função adverbial no período em que se encontra e é isolada por vírgulas por estar intercalada em outra oração.
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Q115519 Português
Com base no texto, julgue os itens.

Infere-se do texto que eleições com voto a favor e contra não são realizadas com frequência, porque são dispendiosas, pois exigem grande quantidade de papel para cédulas e de pessoas para realizarem a apuração dos votos.
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Q115518 Português
Com base no texto, julgue os itens.

De acordo com o texto, a democracia vigente no Brasil não garante, de forma plena e efetiva, a representatividade dos políticos eleitos.
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Q115517 Português
Com base no texto, julgue os itens.

A mudança no processo eleitoral, conforme proposto no texto, não exclui, por si só, os maus políticos da vida política.
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Q115516 Português
Com base no texto, julgue os itens.

O saldo de votos mencionado no texto refere-se à subtração do número de votos contrários do total de votos a favor.
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Q115515 Português
Com base no texto, julgue os itens.

O emprego da expressão “oposição legal” (L.35) indica que o processo eleitoral proposto pelo autor é um processo justo.
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Q115514 Português
Com base no texto, julgue os itens.

Infere-se do texto que, nos regimes ditatoriais, todos os cidadãos votam a favor da reeleição.
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Q115513 Português
Com base no texto, julgue os itens.

Segundo o texto, regimes democráticos e ditatoriais assemelham-se ao garantir o voto a favor.
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Q2030772 Português
O vocativo a ser empregado em correspondências oficiais dirigidas ao presidente da República e do Congresso Nacional:
Alternativas
Q2030771 Português
Em relação à concordância verbal dos pronomes de tratamento empregados em redações oficiais, pode-se afirmar que se referem:
Alternativas
Q2030770 Português
Em relação às características da linguagem utilizada na redação oficial, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q2030769 Português
Quanto às fases apresentadas no poema, pode-se afirmar que:
I. A primeira é marcada pela descoberta do mundo, por brincadeiras e por lembranças que deixaram marcas. II. O que caracteriza a segunda fase é a lembrança de experiências amorosas. III. Na terceira fase, a linguagem denota a informalidade e a falta de responsabilidades. IV. Dentre todas as fases, a terceira é a em que o poeta aparenta ser mais misterioso.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Q2030768 Português
Em relação ao poema acima, pode-se afirmar que:
I. Neste poema, Oswald de Andrade retrata a própria vida. II. Apesar da ausência de nexos sintáticos, o poema apresenta um texto coerente. III. Entre os significados possíveis, o poema apresenta relances de cada uma das três grandes fases da vida: a infância, a adolescência e a maturidade.
Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2030767 Português
Quando ontem adormeci
Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de Bengala
Vozes, cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas.

No meio da noite despertei
Não ouvi mais vozes nem risos
Apenas balões
Passavam, errantes

Silenciosamente
Apenas de vez em quando
O ruído de um bonde
Cortava o silêncio
Como um túnel.
Onde estavam os que há pouco
Dançavam
Cantavam
E riam
Ao pé das fogueiras acesas?

_ Estavam todos dormindo
Estavam todos deitados
Dormindo
Profundamente.

Quanto eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci

Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?

_ Estão todos dormindo
_ Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.
Através da linguagem poética, o poeta rompe fronteiras entre:
I. A vida e a morte. II. A infância e a vida adulta. III. Entre o tempo e o espaço. IV. Entre o sono e a vida desperta. V. Entre a alegria e a tristeza.
Assinale a alternativa correta:
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Q2030766 Português
Quando ontem adormeci
Na noite de São João
Havia alegria e rumor
Estrondos de bombas luzes de Bengala
Vozes, cantigas e risos
Ao pé das fogueiras acesas.

No meio da noite despertei
Não ouvi mais vozes nem risos
Apenas balões
Passavam, errantes

Silenciosamente
Apenas de vez em quando
O ruído de um bonde
Cortava o silêncio
Como um túnel.
Onde estavam os que há pouco
Dançavam
Cantavam
E riam
Ao pé das fogueiras acesas?

_ Estavam todos dormindo
Estavam todos deitados
Dormindo
Profundamente.

Quanto eu tinha seis anos
Não pude ver o fim da festa de São João
Porque adormeci

Hoje não ouço mais as vozes daquele tempo
Minha avó
Meu avô
Totônio Rodrigues
Tomásia
Rosa
Onde estão todos eles?

_ Estão todos dormindo
_ Estão todos deitados
Dormindo
Profundamente.
No poema acima, a temática principal do poeta gira em torno dos seguintes assuntos:
I. A saudade da infância. II. A passagem do tempo. III. A morte. IV. As festas juninas. V. O barulho de um bonde.

Assinale a alternativa CORRETA:  
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Q2030765 Português
A casa-grande do Santa Fé enchia-se da valsa da moça. A mãe deixava a cozinha, os negros a acompanhavam para ouvir d. Amélia tocando no seu enorme piano, de som tão bonito. O capitão fechava os olhos, babava-se na harmonia terna que a filha arrancava no teclado. Era um primor. A mulher, cansada, de pele encardida do sol, de mãos grossas dos trabalhos da cozinha, de debulhar milho para negro, de cortar bacalhau, iluminava-se de alegria. Tinha mais uma filha nos estudos, Olívia. Todos em sua casa não deviam ser como ela fora, só do trabalho grosseiro, da vida como negro cativo. O marido, espichado no marquesão, babava-se com a filha prendada. Não queria para Amélia um marido assim como Tomás, homem que só tinha corpo e alma para o trabalho. Homem devia ser mais alguma coisa para melhor do que era Tomás. [...] Nas mãos do capitão Tomás tudo rendia, tudo dava dinheiro. É verdade que tinha uma mulher que era a metade do seu esforço. Cuidava ela dos negros, cosia o algodãozinho para vesti-los, fazia-lhes o angu, assava-lhes a carne. A sua escravatura era de gente boa. Trouxera do Ingá negros de bom calibre.
Nunca comprara peça barata, resto de gente que só lhe desse trabalho. Tudo que o capitão Tomás pretendeu fazer no Santa Fé saiu como ele bem quis. Mas a filha que tocava piano como uma moça de praça, que lia livros bonitos, que lhe custara tanto dinheiro nos estudos não se casava. [...] Aquela gente do Taipu tratava mulher como bicho. Amélia era uma seda, uma flor de jardim. Não. Para vê-la casada com um daqueles animais, ele preferia que ficasse toda vida com ele. Tinha dinheiro de ouro que lhe daria para comprar um engenho para a filha. Um engenho de porteira fechada. Queria era que aparecesse um homem que fosse branco, de bons modos, capaz de fazê-la feliz, de tratá-la como ela merecia. 
Qual é o tempo verbal que aparece na frase: “Trouxera do Ingá negros de bom calibre”.
Alternativas
Q2030764 Português
A casa-grande do Santa Fé enchia-se da valsa da moça. A mãe deixava a cozinha, os negros a acompanhavam para ouvir d. Amélia tocando no seu enorme piano, de som tão bonito. O capitão fechava os olhos, babava-se na harmonia terna que a filha arrancava no teclado. Era um primor. A mulher, cansada, de pele encardida do sol, de mãos grossas dos trabalhos da cozinha, de debulhar milho para negro, de cortar bacalhau, iluminava-se de alegria. Tinha mais uma filha nos estudos, Olívia. Todos em sua casa não deviam ser como ela fora, só do trabalho grosseiro, da vida como negro cativo. O marido, espichado no marquesão, babava-se com a filha prendada. Não queria para Amélia um marido assim como Tomás, homem que só tinha corpo e alma para o trabalho. Homem devia ser mais alguma coisa para melhor do que era Tomás. [...] Nas mãos do capitão Tomás tudo rendia, tudo dava dinheiro. É verdade que tinha uma mulher que era a metade do seu esforço. Cuidava ela dos negros, cosia o algodãozinho para vesti-los, fazia-lhes o angu, assava-lhes a carne. A sua escravatura era de gente boa. Trouxera do Ingá negros de bom calibre.
Nunca comprara peça barata, resto de gente que só lhe desse trabalho. Tudo que o capitão Tomás pretendeu fazer no Santa Fé saiu como ele bem quis. Mas a filha que tocava piano como uma moça de praça, que lia livros bonitos, que lhe custara tanto dinheiro nos estudos não se casava. [...] Aquela gente do Taipu tratava mulher como bicho. Amélia era uma seda, uma flor de jardim. Não. Para vê-la casada com um daqueles animais, ele preferia que ficasse toda vida com ele. Tinha dinheiro de ouro que lhe daria para comprar um engenho para a filha. Um engenho de porteira fechada. Queria era que aparecesse um homem que fosse branco, de bons modos, capaz de fazê-la feliz, de tratá-la como ela merecia. 
Em relação à predicação verbal, temos na frase “O capitão fechava os olhos...”, um caso de verbo:
Alternativas
Respostas
13781: C
13782: C
13783: C
13784: C
13785: E
13786: C
13787: E
13788: C
13789: E
13790: E
13791: C
13792: B
13793: D
13794: D
13795: A
13796: C
13797: E
13798: E
13799: A
13800: B